Saúde

‘Em 15 ou 20 anos, o câncer deverá ser uma doença controlada, como a Aids’, diz pesquisador do Inca

14 de dez de 2017 às 16:27 | em: Saúde

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Mas três décadas depois do surto inicial, as perspectivas de vida de um portador do vírus do HIV são bem diferentes das daqueles tempos. A eficiência dos coquetéis antirretrovirais é comprovada pelos números – no Brasil, o índice de mortalidade caiu mais de 42% nos últimos 20 anos, e a epidemia é considerada estabilizada. Hoje, a doença que mais assusta os brasileiros não é mais a Aids – e sim o câncer. Segundo pesquisa do instituto Datafolha, esse é o diagnóstico que 76% das pessoas mais temem ouvir – é visto por elas praticamente como uma “sentença de morte”. Só entre o ano passado e o atual, a estimativa era de que 600 mil novos casos surgissem no Brasil. Mas diferentemente do senso comum, os tratamentos já evoluíram bastante, a ponto de João Viola, pesquisador do Inca (Instituto Nacional do Câncer) desde 1998 e chefe da divisão de pesquisa experimental e translacional do órgão, dizer que “a grande maioria dos cânceres são curáveis”. “Hoje a gente tem capacidade de curar doentes. Esse estigma, a gente tem que combater”, afirma em entrevista à BBC Brasil. Por outro lado, ressalta ser difícil poder falar em “cura definitiva” quando se trata da doença, já que ela pode ser extinta em um órgão e voltar em outro. Até por isso, os cientistas trabalham para torná-la “controlável” – assim como é a infecção pelo HIV hoje. “É muito difícil falar em cura porque, uma vez que você tem, precisa estar sempre em vigilância. Mas o que a gente está prevendo é que, em 15 ou 20 anos, o câncer vai ser a mesma coisa que a Aids. O paciente fica em tratamento-controle por muito tempo, e aí vira uma doença crônica. Isso é bem plausível, bem possível.”

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Anvisa aprova aplicação de vacinas em farmácias e drogarias

13 de dez de 2017 às 16:23 | em: Saúde

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira (12) uma resolução que permite que qualquer estabelecimento de saúde realize vacinação, incluindo farmácias e drogarias. De acordo com nota publicada pela Anvisa, “a norma dá ao setor regulado mais clareza e segurança jurídica”. A fiscalização será de responsabilidade das vigilâncias sanitárias das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. A agência pontuou que os usuários poderão identificar, de maneira clara, quais estabelecimentos oferecem o serviço de vacinação de acordo com os requisitos de qualidade e segurança exigidos. Alguns dos requisitos mínimos para o serviço são: licenciamento e inscrição, responsável técnico, profissional legalmente habilitado para realizar a vacinação, capacitação permanente dos profissionais e instalações físicas adequadas. O regulamento deverá ser publicado no Diário Oficial da União nos próximos dias.

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Prefeito de Araci discute formas de UPB e cidade se tornarem parceiras de hospital referência na Bahia

13 de dez de 2017 às 11:47 | em: Araci,Saúde

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O prefeito de Araci, Silva Neto, esteve nesta terça-feira (12) na UPB em reunião com o presidente Eures Ribeiro e Emanuel Melo, diretor do Hospital Martagão Gesteira, e sua equipe de trabalho. O Hospital Martagão Gesteira é uma instituição filantrópica que há 52 anos atende crianças e adolescentes de todo o Estado baiano. Único exclusivamente pediátrico de Salvador e região metropolitana, é referência no atendimento às mais diversas especialidades pediátricas, tendo à frente os mais importantes e respeitados profissionais.

Foto: Divulgação

Segundo Silva Neto, a pauta da reunião foi: “como nos tornarmos parceiros de martagão afim de ajudar a salvar mais vidas de crianças carentes de toda Bahia“.  Segundo ele, a UPB abraçou o martagão e, muito em breve, esta parceria promoverá grandes e novos resultado. “Fico muito feliz e orgulhoso por ter a chance de participar de um momento tão importante, bem como agradeço muito ao presidente da UPB, Eures Ribeiro, que também se sensibilizou e prontamente organizou encaminhamentos para a parceria.”, disse ele.

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Adolescente está no Hospital Municipal em Araci há 02 meses aguardando regulação

13 de dez de 2017 às 11:08 | em: Araci,Saúde

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O adolescente e menor de idade F. S. dos S., 15 anos, está no Hospital Municipal Nossa Senhora da Conceição, em Araci, desde 17 de outubro de 2017. Já são praticamente 02 meses aguardando por uma regulação para um hospital de maior porte e que atenda às suas necessidades.  Jovem tem um histórico de dor intensa na cocha direita há meses. Ele aguarda por avaliação detalhada, tratamento e acompanhamento por um cirurgião ortopedista. A informação chegou ao site A Voz do Campo por uma pessoa que prefere não se identificar. Segundo ela, o adolescente roga por sua transferência para que seu caso seja tratado. “Há a suspeita de tumor no fêmur, mas não foi confirmado. Cada dia ouvimos uma coisa. Somos bem tratados no Hospital de Araci, mas precisamos da regulação para tratá-lo o mais rápido possível. O caso dele é sério e ainda não sabemos o que é. Por Deus, alguém ajude essa criança (…)”, disse a pessoa.

O site A Voz do Campo fez contato com o Hospital local, que confirmou as informações acima e fez algumas ressalvas/considerações. Segundo eles, o adolescente é constantemente atendido pelos médicos plantonistas do hospital, bem como todo o suporte possível está sendo dado diante das limitações da unidade. Também já foi produzido o relatório necessário para a viabilizar a regulação. O Hospital afirma que o paciente já foi encaminhado para passar por triagem ortopédica no Hospital Manoel Vitorino, em Salvador, onde foi descartada a suspeita de Neoplasia. Ainda segundo a nota do hospital, por este motivo e outros entraves burocráticos, o paciente aguarda pela regulação. “Ficamos também de mãos atadas diante da impossibilidade de vaga para o paciente“, afirmou o Hospital.

Confira o teor original da nota:

Nota – Hospital Municipal de Araci – Jovem de 15 anos

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Araci: Atendimento de Pediatria, Cardiologia e Urologia é na Policlínica Fernando Ribeiro

11 de dez de 2017 às 11:37 | em: Araci,Saúde

Foto: Policlínica Fernando Ribeiro

A Policlínica Fernando Ribeiro tem diversas especialidades médicas para a população araciense. Confira as especialidades:

-Atendimento de Pediatria;

-Atendimento Cardiológico;

-Atendimento Urológico;

– Atendimento Clínico Geral;

Mais informações (75) 3266-2132. Faça seu agendamento e sua consulta!

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Pesquisadores brasileiros desenvolvem vacina contra câncer de pele

09 de dez de 2017 às 10:01 | em: Saúde

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A boa notícia vem do Laboratório Nacional de Biociências – LNBio, no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais – CNPEM, em Campinas SP, que descobriu uma vacina contra o câncer de pele. Os pesquisadores brasileiros desenvolveram uma imunização que é capaz de destruir as células malignas e também evitar um novo aparecimento da doença. A vacina deve ser testada em humanos nos próximos meses. O câncer de pele é o de maior incidência no Brasil, responsável por 30% dos tumores malignos. São mais de 170 mil novos casos por ano, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Vacina 

Os pesquisadores do CNPEM trabalham no desenvolvimento desta vacina há seis anos. Usando células cancerígenas modificadas geneticamente, eles conseguiram chegar a uma formulação, testada em camundongos que desenvolviam tumores. Três linhagens diferentes de células de cânceres foram usadas para compor a imunização. A substância fez o sistema imune dos animais identificar as células malignas e o próprio organismo deles criou anticorpos do tipo “Linfócitos T”, que são proteínas presentes nos glóbulos brancos do sangue, para eliminar os tumores. Os camundongos foram acompanhados durante um ano e, nesse período, novos cânceres não apareceram. “Nós efetuamos um novo desafio nesses animais, eles receberam novas células tumorais derivadas deles mesmos e nós verificamos que esses tumores não conseguiram se desenvolver nos animais vacinados”, explica Bajgelman. O estudo, já divulgado em uma revista científica internacional, deve testar a eficácia da vacina em células humanas nos próximos meses. Até que esteja disponível no mercado, a recomendação de especialistas é o uso frequente e diário de protetor solar. Para quem trabalha sob o sol, a dermatologista Elisangela Pegas ressalta o uso de chapéus. A exposição ao sol deve ser evitada entre 10h e 16h. “Ao longo do dia, esse protetor deve ser reaplicado em todas as áreas que estejam fora da roupa. Além disso, o uso de chapéu, para pessoas que trabalham em áreas externas, que ficam muito expostas, chapéus de abas largas, o uso do óculos de sol. E existem, inclusive, roupas apropriadas com proteção contra os raios ultravioleta”, alerta.

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Em vez de remédio contra Aids, fábrica financiada pelo Brasil em Moçambique produzirá analgésico

06 de dez de 2017 às 16:00 | em: Brasil,Saúde

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Quem entra na Sociedade Moçambicana de Medicamentos (SMM), a única fábrica de remédios de Moçambique, dá de cara com um objeto em exibição dentro um cubo de vidro, sobre um pedestal. É um frasco de nevirapina 200 mg, componente de um dos tratamentos para a Aids. Pelo rótulo, sabemos que foi produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Brasil, e embalada no país africano. Validade: 05/2014. Esperava-se que fosse um motivo de orgulho. Mas ali dentro estão as esperanças, vencidas e frustradas, dos dois países. Faz 14 anos que o Brasil apoia a criação dessa fábrica, destinada a produzir antirretrovirais – como são chamados os remédios que combatem o vírus HIV. É o mais longo projeto de cooperação do governo brasileiro na África, e o mais caro, com custo estimado em R$ 40 milhões. Mas a iniciativa acaba de passar por uma transformação radical. Em vez de antirretrovirais, a fábrica produzirá paracetamol, analgésico comumente usado contra dor de cabeça e cólica. Para isso, contará com apoio técnico da Fiocruz e com um novo repasse de R$ 5 milhões do Ministério da Saúde brasileiro, aprovado no segundo semestre deste ano. “Notícia boa é que não é. É triste para nós, mas não podemos fazer mais nada”, desabafa Joaquim Govene, um dos moçambicanos treinados pelo Brasil para produzir medicamentos. “Nós não podemos fabricar antirretrovirais, mas pelo menos vamos produzir algo para a população.” O motivo principal da mudança é que a nevirapina, cuja tecnologia de produção o Brasil transferiu para Moçambique, ficou ultrapassada. Já foi muito importante no combate ao HIV, mas, à medida que o projeto da fábrica de antirretrovirais demorava para sair do papel, foi sendo substituída por outras drogas mais modernas e eficazes. Hoje, é raramente usada nos dois países. “Produzir nevirapina é desperdiçar material, vai ser farinha”, diz a médica Sheila Cassamo, responsável pela área de HIV da direção de saúde de Maputo, capital moçambicana. “Está obsoleta como droga”, completa Adele Benzaken, diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle do HIV/Aids, do Ministério da Saúde brasileiro. Jorge Mendonça é diretor de Farmanguinhos, unidade da Fiocruz responsável pela parceria com a SMM. Ele não participou da concepção do projeto, mas faz mea culpa. “A indústria de medicamentos é muito agressiva. Um novo medicamento, uma nova abordagem, uma nova descoberta podem mudar o mercado completamente. Se fosse possível voltar atrás, talvez poderíamos não ter apostado tantas fichas de que essa seria uma fábrica para antirretrovirais. Tinha que ser uma fábrica para atender a saúde pública moçambicana.” Mendonça advoga pela importância do Brasil continuar financiando a fábrica: “O que está sendo investido lá não é nenhuma fortuna, é uma pequena contribuição para terminar esse projeto”.

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SUS tem 904 mil cirurgias eletivas na lista de espera

05 de dez de 2017 às 15:44 | em: Brasil,Saúde

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Levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) aponta que pelo menos 904 mil cirurgias eletivas estão pendentes no Sistema Único de Saúde (SUS) em diferentes estados e municípios do país. As cirurgias eletivas não são de urgência ou emergência. O estudo, feito pela primeira vez pelo conselho, divulgado nesta segunda-feira (4) mostra que do total pelo menos 746 procedimentos cirúrgicos estão na fila de espera há mais de dez anos e 83% dos pedidos foram apresentados a partir de 2016. O Ministério da Saúde informou que desde maio passou a adotar o sistema de fila única para organizar a demanda. A pesquisa traz dados enviados pelas secretarias de saúde de 16 estados e dez capitais até junho deste ano. Outros sete estados e oito capitais não enviaram informações, alegando não tê-las disponíveis ou por negativa de acesso aos dados. Por ser o primeiro levantamento desse tipo, não há dados dos anos anteriores. A pesquisa contabiliza o número de procedimentos agendados, e não o número de pacientes na fila. Na lista de espera, a maioria dos pedidos de cirurgias é de catarata, hérnia, vesícula, amígdalas e adenoide, além de cirurgias ortopédicas. Os estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Ceará apresentaram o maior número de cirurgias pendentes. Entre as capitais e estados que disponibilizaram informações de perfil dos usuários, as mulheres representam 67% dos pacientes que aguardam algum tipo de procedimento especializado. Angelita Máximo dos Santos, 53 anos, de Maceió, espera desde junho por um procedimento no olho. Depois de fazer pela rede pública uma cirurgia de catarata, ela teve piora no quadro de sua visão e foi encaminhada pelo médico para realizar um procedimento de lavagem da lente colocada na primeira cirurgia. Com dificuldades para enxergar, Angelita teve que deixar o trabalho de doméstica e cuidadora de idosos, o que acabou reduzindo a renda mensal familiar. “Ele [o médico] disse que não podia passar os óculos, porque eu não estava vendo nada, então eu tinha que esperar a lavagem da lente e nunca ninguém ligou. Aí eu estou esperando”, relatou Angelita. Médicos alertam que a demora na realização de determinado procedimento é decisiva no sucesso de um tratamento. O representante do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Cristiano Caixeta, explica que a demanda por procedimentos nos olhos tem crescido devido ao envelhecimento da população, entre outros fatores. E a demora para atender todas as solicitações nem sempre está relacionada à falta de profissionais especializados. Já Mauro Ribeiro, presidente em exercício do CFM, defende políticas integradas entre os entes federados. “O número de pacientes que precisam dos procedimentos e não tem acesso ao Sistema Único de Saúde é imenso. Tanto os dados do Ministério [da Saúde], quanto os dados do Conselho Federal de Saúde são subestimados, muito aquém da realidade. [….] É necessário que o governo federal estabeleça políticas públicas com os estados e municípios para poder organizar o sistema e dar acesso a esses pacientes ao sistema de saúde”, disse. O Ministério da Saúde informou que, em julho deste ano, foi fechada a primeira lista para cirurgias eletivas no SUS. A lista identificou pouco mais de 667 mil pacientes aguardando por algum procedimento eletivo no país. O ministério ressalta que em maio deste ano adotou o sistema de lista única para organizar a rede de saúde e diminuir a fila de espera. O novo sistema tem o objetivo de centralizar as demandas em um único cadastro e ampliar as possibilidades de atendimento do paciente para outros hospitais de sua região. De acordo com o levantamento do CFM, o SUS realizou no ano passado mais de 1,5 milhão de cirurgias eletivas. O número é inferior aos anos de 2015, que registrou 1,7 milhão de cirurgias; e 2014, com o total de 1,8 milhão, com base em dados do sistema de informação do Ministério da Saúde. O Ministério da Saúde divulgou na semana passada balanço parcial de 2017, que mostra crescimento de 39% no número de procedimentos realizados na rede pública entre janeiro e setembro, mês que registrou mais de 150 mil cirurgias. A pasta informou ainda que o governo federal repassa de forma regular mensalmente recursos de média e alta complexidade a todos os estados e municípios e ainda dispõe de R$ 250 milhões em valores extras que poderão ser liberados para os gestores locais. Cerca de R$ 41,6 milhões já foram liberados este ano para a realização de mutirões.

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Pacientes da UTI de hospital de Ribeira do Pombal estão em risco por falta de ar condicionado

05 de dez de 2017 às 09:14 | em: Ribeira do Pombal,Saúde

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Pacientes que se encontram internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Geral Santa Tereza, em Ribeira do Pombal, estão correndo sérios riscos, devido ao não funcionamento do Sistema de Refrigeração. De acordo com informações preliminares publicadas pelo site Pombal Alerta, o problema foi constatado desde a última sexta-feira (01) e até o momento a Fundação José Silveira, gestora da Unidade, não resolveu, necessitando abrir as janelas conforme imagem acima, o que leva sérios riscos aos pacientes ali internados, pois este tipo de ambiente não deve sofrer interferências externas, já que algumas bactérias podem estar presentes no ar, além da possibilidade do contato dos pacientes com: moscas, mosquitos, e insetos de outras espécies. O caso é gravíssimo, e precisa ser resolvido com urgência. Ainda segundo relatos publicados pelo site, o uso de aparelhos de ar condicionado já é considerado um erro, porém esta medida estava sendo utilizada há aproximadamente dois anos, período em que a Central de Ar apresentou defeito, que diga-se de passagem nunca foi corrigido. No caso atual, o motor do ar condicionado teria queimado, sendo este substituído, porém não voltou a funcionar  por falta do gás, o que a Fundação José Silveira teria alegado que só poderia enviar na próxima sexta-feira, 08, versão não confirmada oficialmente.  A pior notícia da noite de segunda-feira (04) é que um dos pacientes (identidade não revelada) que estava internado na UTI, teve o seu óbito confirmado. Ainda é cedo para relacionar o óbito às condições da Unidade, porém o caso precisa ser investigado.Outra notícia preocupante da noite é o fato dos médicos da Unidade Hospitalar anunciarem mais uma vez que estão com os serviços paralisados, inclusive alguns pacientes de urgência tiveram o atendimento negado.

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Anvisa: Pessoas que nunca tiveram dengue não devem tomar vacina por risco de casos graves

30 de nov de 2017 às 16:51 | em: Saúde

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirmou nesta quarta-feira (29) que a vacina contra dengue não é recomendada para pessoas que nunca tiveram contato com o vírus. De acordo com nota divulgada nesta quarta-feira (29), o laboratório Sanofi-Aventis, responsável pela fabricação do imunizante, apresentou informações preliminares que apontam que indivíduos podem desenvolver formas mais graves de dengue caso sejam imunizados sem contato prévio com o vírus. Ainda sem resultados conclusivos quanto à suspeita, que será avaliada pela Anvisa. Inicialmente, a bula da vacina será atualizada. “Neste momento, e até que a avaliação seja concluída, a recomendação é que a vacina não seja tomada por pessoas soronegativas, ou seja, pessoas que nunca tiveram contato com o vírus da dengue. Esclarecemos que este risco não havia sido identificado nos estudos apresentados para o registro da vacina na população para a qual a vacina foi aprovada”, diz a Anvisa em nota. Nomeado Dengvaxia, o imunizante foi aprovado no Brasil em 28 de dezembro de 2015 e não é oferecido pelo Programa Nacional de Imunizações. Antes do registro, a vacina foi estudada em mais de 40 mil pessoas em todo o mundo. Atualmente, essa é a única vacina contra dengue aprovada no Brasil.

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Mais da metade dos brasileiros está infectada com HPV; Salvador é capital com maior índice

28 de nov de 2017 às 16:14 | em: Salvador,Saúde

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Mais de metade da população brasileira está infectada pelo vírus HPV, apontou estudo divulgado nesta segunda-feira (27) pelo Ministério da Saúde. Desenvolvida em parceria com o Hospital Moinhos de Vento de Porto Alegre (RS), a pesquisa foi realizada em 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal, com 2.669 pessoas analisadas para tipagem do vírus. Das pessoas testadas, a prevalência estimada de HPV foi de 54,6%, sendo que 38,4% destes participantes apresentaram HPV de alto risco para o desenvolvimento de câncer. “Até então, não havia estudos de prevalência nacional do HPV que possam medir o impacto da vacina no futuro. O sucesso da vacinação deve ser monitorado, não somente em termos de cobertura, mas principalmente em termos de efetividade na redução da infeção pelo HPV”, afirmou a diretora do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Adele Benzaken. Entre as capitais, Salvador tem o maior índice de infectados (71,9%), seguido por Palmas (61,8%) e Cuiabá (61,5%). O estudo indica ainda que 16,1% dos jovens têm uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) prévia ou apresentaram resultado positivo no teste rápido para HIV ou sífilis. Os dados finais deste projeto serão disponibilizados em relatório que será apresentado ao Ministério da Saúde em abril de 2018.

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Cientistas comprovam: Comer chocolate todo dia pode reduzir risco de doenças cardíacas

24 de nov de 2017 às 16:22 | em: Saúde

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Boa notícia para os chocólatras de plantão. Comer chocolate todo dia faz bem para o coração, comprovam cientistas. Um estudo feito por pesquisadores europeus – incluindo holandeses e ingleses de várias universidades – concluiu que ingerir chocolate diariamente pode reduzir o risco de doenças cardíacas. A pesquisa se baseou em entrevistados de meia-idade que informaram comer uma quantidade maior de chocolate por semana e que acabaram apresentando um menor risco de problemas cardiovasculares. O estudo publicado no BMJ journal usou uma enorme amostra de 20.951 homens e mulheres que preencheram questionários detalhados com seus hábitos alimentares. Os resultados foram registrados e a saúde do entrevistado foi rastreada ao longo do tempo.

Resultados

De acordo com a Harvard Health, o estudo descobriu surpreendentemente que os consumidores de chocolate tendiam a ter menos sobrepeso e apresentavam taxas mais baixas de inflamação prejudicial à artéria. Você pode ter ouvido que o  consumo moderado de chocolate escuro tem alguns benefícios para a saúde, mas este estudo não discrimina tipos de chocolate. O chocolate com leite mostrou os mesmos efeitos benéficos na pesquisa. Os cientistas especulam que os responsáveis podem ser os flavonóides, antioxidantes encontrados nos grãos de cacau – matéria prima do chocolate. Então, se você quer uma desculpa para incorporar mais chocolate à sua dieta, a Harvard Health informa que a quantidade consumida pelos entrevistados era o equivalente 100 gramas de chocolate por dia (1 tablete pequeno).

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Saúde sem Fronteiras oferece mamografias gratuitas em Tucano, Biritinga, Santaluz e outros municípios do Sisal

24 de nov de 2017 às 08:18 | em: Biritinga,Cansanção,Santaluz,Saúde,Tucano

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O Saúde sem Fronteiras Rastreamento do Câncer de Mama chega nesta semana a cinco municípios do Território do Sisal: Biritinga, Santa Luz, Tucano, Cansanção e São Domingos, na Região de Serrinha. Serão oferecidos exames de mamografia para mulheres com idade entre 50 e 69 anos. O atendimento acontece das 7h às 18h, em unidades móveis. Interessadas devem portar documento de identidade, cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) e comprovante de residência. Para as mulheres com diagnóstico positivo, o tratamento cirúrgico, quimioterápico ou radioterápico, será realizado em unidades de alta complexidade em oncologia.

Em Biritinga, o atendimento acontece de 25 a 30 de novembro, no Ginásio de Esportes João Severo Filho, na Rua Palmeiras, número 216. No município de Santa Luz, a unidade móvel ficará de 25 de novembro a 9 de dezembro na rua Santa Maria, em frente à Prefeitura Municipal.

Em Tucano, os exames serão realizados de 25 de novembro a 12 de dezembro, no Posto de Saúde Osvaldo Assunção, na Praça Osvaldo Assunção.

Já em Cansanção, a unidade móvel ficará de 25 de novembro a 8 de dezembro, na rua Luís Gomes Buraqueira, na Unidade Básica de Saúde (UBS) Senhora Santana.

Em São Domingos, o atendimento acontece de 25 de novembro até 1º de dezembro, na Praça Isac Pinheiro, em frente à Prefeitura.

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Em um ano, falhas em hospitais causaram a morte de 3 brasileiros a cada 5 minutos, diz estudo

22 de nov de 2017 às 14:58 | em: Mundo,Saúde

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Um levantamento do IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) divulgado nesta quarta-feira (22) mostra que 829 brasileiros morrem por dia em decorrência de situações que poderiam ter sido evitadas — estimativa que aponta para 3 (2,87) mortes a cada 5 minutos. Em 2016, 302.610 morreram em hospitais públicos e privados em decorrência dessas “falhas”. Erro de dosagem em medicamentos, uso incorreto de equipamentos e infecção hospitalar estão entre as causas evitáveis. Segundo a pesquisa, dos 19,1 milhões de brasileiros internados em hospitais ao longo de 2016, 1,4 milhão passou por pelo menos um evento que poderia ter sido prevenido. Dentre as maiores vítimas, estão bebês com menos de 28 dias e idosos com mais de 60 anos. Nesse grupo, quedas no hospital, infecções localizadas da cirurgia, trombose venosa e embolia pulmonar estão entre as causas evitáveis mais frequentes. Ainda, infecções associadas ao uso de sonda e a de cateter venoso central são causas comuns que poderiam ter sido evitadas, aponta o levantamento. A pesquisa acompanhou 240.128 pacientes que tiveram alta hospitalar entre o início de julho de 2016 e final de junho de 2017. O estudo teve como um dos responsáveis o médico Renato Couto, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais.

Qualidade dos hospitais no país

O trabalho cita um trabalho de 2009 (“Desempenho hospitalar no Brasil”, de La Gorgia e Couttolenc) para situar a qualidade dos hospitais no páis. Segundo esse estudo, o hospital brasileiro típico tem pequeno porte e tem apenas 34% da eficiência se comparado aos melhores hospitais do país. Os hospitais brasileiros também possuem modelos de gestão inadequados e pagamento com base na produção. Ainda, 60% dos hospitais têm até 50 leitos, contra um porte mínimo recomendado de 200 leitos. Na conclusão, os autores do levantamento apontam ser necessário qualificar a rede hospitalar brasileira, incluindo a gestão baseada em normas certificáveis. Uma melhor padronização, afirmam, melhora o resultado de redes assistenciais.

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Pesquisadores brasileiros testam vacina contra a cocaína

21 de nov de 2017 às 09:12 | em: Brasil,Saúde

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Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) testam uma vacina que tem se mostrado capaz de criar anticorpos contra a cocaína e bloquear os efeitos da droga. O principal objetivo é auxiliar no tratamento de dependentes químicos. Os pesquisadores desenvolveram em laboratório uma molécula que se liga à droga, tornando-a identificável pelo sistema imunológico. A vacina anticocaína passou por testes em roedores e está liberada para estudos em macacos. Esta fase vai sinalizar a possibilidade de experimentar em pessoas. “É um modelo que se aproxima muito mais de seres humanos para ver se a vacina não causa nenhum mal nestes animais ou se poderia causar algum mal para seres humanos”, disse. Com os resultados em mãos, ainda será preciso autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). “A gente acredita que até junho do ano que vem já consiga começar a pesquisa em seres humanos. Isso levaria dois a três anos até a comercialização”, fala sobre o futuro.

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Unidade oferece diagnóstico de tuberculose a populações em situação de rua e carcerária na Bahia

14 de nov de 2017 às 09:38 | em: Bahia,Saúde

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A Bahia ganhou, nesta segunda-feira (13), sua primeira unidade de saúde destinada exclusivamente ao diagnóstico de tuberculose das populações em situação de rua e privada de liberdade. Chamado Saúde Móvel, o equipamento foi cedido pelo Rotary Club da Bahia ao Istituto Brasileiro para Investigação da Tuberculose (Ibiti), unidade da Fundação José Silveis (FJS), durante solenidade. “Com essa iniciativa, reafirmamos a parceria da Fundação com o Rotary Clube da Bahia, que perdura há oitenta anos, reforçando o combate à tuberculose e o legado do Professor José Silveira”, afirmou o presidente da FJS, Geraldo Leite. “O Rotary está de mãos dadas com a Fundação nesse projeto para combater essa doença silenciosa, que ainda hoje causa milhões de mortes”, acrescentou o governador do Distrito 4550 do Rotary Internacional, Henrique Trindade. A unidade móvel conta com aparelho de raio-X e estrutura de coleta de material para realização do teste rápido. Durante a cerimônia, a superintendente da FJS, Leila Brito, apresentou a estratégia de controle da tuberculose que será executada com o Saúde Móvel. Também participaram da solenidade lideranças do Rotary e autoridades como o secretário estadual de Administração Penitenciária e Ressocialização do Estado, Nestor Duarte, a promotora de Justiça e coordenadora do Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos do Ministério Público, Márcia Teixeira, além de associações representativas dos cidadãos em condição de exclusão social.

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Pele criada de células-tronco salva garoto com doença grave

10 de nov de 2017 às 16:29 | em: Saúde

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Médicos e cientistas europeus usaram células-tronco pra reconstituir a pele de um garoto sírio, de sete anos, com uma doença genética grave. O garoto tinha feridas em 80 por cento do corpo, por causa de uma epidermólise bolhosa. A  doença causa bolhas e feridas frequentes e a principal consequência, em casos mais graves, é que a epiderme se descola do corpo, expondo as vítimas a infecções graves. Foi o que aconteceu com o garoto. Ele deu entrada no hospital pediátrico da Universidade de Ruhr, na Alemanha, em junho de 2015, com 60% da superfície do corpo exposta e infeccionada. A equipe médica convidou um grupo de cientistas italianos, da Universidade de Modena, para testar o método de regeneração por meio de células-tronco.

Como

O método utiliza células-tronco de pele intacta, de uma área do corpo do paciente que ainda não foi afetada, e introduz um vírus especial para infectá-la – de forma que ele corrija a mutação no gene LAMB3, o responsável pela doença. Essa célula, depois de curada, se multiplica e dá origem a grandes pedaços de pele saudável, que então são implantadas no corpo do paciente para “cobri-lo” novamente. O implante foi um sucesso, e ao longo de 21 meses de acompanhamento, a pele nova – com a aparência de uma colcha de retalhos – se aderiu definitivamente às extensas feridas no corpo do paciente. O menino foi liberado em fevereiro de 2016, e nunca mais teve problemas com bolhas ou descolamento. O feito é um marco histórico para a medicina regenerativa, uma área experimental que surgiu na década de 1990 e que só agora está saindo do laboratório e ganhando aplicações práticas nas salas de cirurgia. “Uma vez que a epiderme tenha sido regenerada, as células tronco [naturalmente presentes na pele] continuam renovando o tecido como ocorre em uma pessoa normal”, explicou Michele de Luca, chefe da equipe italiana. “Todas as informações que nós temos indicam que a situação do paciente se manterá estável.” Segundo o artigo científico, o garoto já se cortou algumas vezes desde que voltou para casa, e os ferimentos se cicatrizaram como os de uma pessoa saudável. O sucesso do procedimento é uma grande esperança para as pessoas que sofrem de EBJ – epidermólise bolhosa – e que, além de lidar com a doença em si, precisam superar o preconceito com a aparência.

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Projeto que obriga SUS a fazer cirurgia reparadora de câncer de mama é aprovado

09 de nov de 2017 às 16:23 | em: Saúde

Foto: Ilustração

Os senadores aprovaram, na noite desta quarta-feira (8), projeto que obriga as redes pública e privada de saúde a promover cirurgia plástica reparadora da mama nos dois seios das mulheres vítimas de câncer. Caso vire lei, será criada a chamada simetrização, que prevê a reconstrução mamária em ambos os seios, mesmo que a doença se manifeste em apenas um dos lados. Aprovada no Senado, a proposta precisa ser analisada pelos deputados antes de seguir para sanção presidencial. De acordo com o texto, as mutilações decorrentes de tratamento de câncer poderão ser reconstruídas assim que forem alcançadas as “condições clínicas requeridas”. A relatora do projeto, senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), ampliou o direito às mulheres que usam planos de saúde, já que antes a obrigação se estendia apenas a cirurgias gratuitas do Sistema Único de Saúde (SUS). “Os procedimentos de simetrização da mama contralateral e de reconstrução do complexo aréolo-mamilar integram a cirurgia plástica reconstrutiva”, diz o projeto que pretende alterar a legislação sobre o assunto.

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Ministério da Saúde incorpora medicamento para Alzheimer no SUS

09 de nov de 2017 às 16:02 | em: Saúde

Foto: Reprodução/Memantina age em neurotransmissor e impede morte de neurônios

Após avaliação, o Ministério da Saúde incluiu o medicamento memantina para casos de Alzheimer moderados e graves no SUS. A inclusão foi oficalizada nesta quinta-feira (9) em publicação no Diário Oficial. O medicamento já é aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A memantina age impedindo a ação do excesso do glutamato nos neurônios. Altos níveis do composto facilitam a entrada do cálcio nas células neuronais, levando-os à morte. O medicamento foi indicado para casos moderados e graves. Não há indicação para casos leves. Para os casos graves, o composto deve ser combinado com medicamento inibidor de colinesterase, substância que inibe a ação de enzimas que destroem a acetilcolina, neurotransmissor atuante na memória. Já nos casos leves, a memantina pode ser usada isoladamente. A recomendação da incorporação no SUS foi feita por comissão de avaliação em julho desse ano. O relatório concluiu que “apesar do tamanho do efeito ser pequeno, ele é significativo e influencia favoravelmente a qualidade de vida dos doentes e cuidadores”, diz. O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que acomete 33% dos indivíduos com mais de 85 anos e compromete de mais de 35 milhões de pessoas no mundo. A condição leva ao declínio de habilidades cognitivas, como a memória e orientação no tempo e no espaço. Há também mudanças na personalidade e no comportamento, bem como prejuízos na habilidade de realizar funções diárias.

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Espaço de Estética Coisa Linda tem drenagem linfática, limpeza de pele e muito mais

08 de nov de 2017 às 14:54 | em: Araci,Saúde

Foto: Kathianny Bittencourt

Cuidar da saúde e da beleza, é uma das maiores preocupações da atualidade. E sem dúvidas, um dos momentos de maior prazer e relaxamento que nos é proporcionado. Pensando com carinho a respeito dessa necessidade dos nossos clientes, o espaço de Estética Coisa Linda, conta com tratamentos de primeira linha, em busca dos melhores resultados e maior satisfação. Disponibilizamos de protocolos que associam os melhores dermocosméticos do mercado, à técnicas promissoras, eficientes e inovadoras, como:

Drenagem linfática: técnica de terapia corporal, que auxilia, otimiza e facilita a circulação da linfa e a expulsão desta, junto com microorganismos e substâncias não necessárias ao corpo. A drenagem linfática traz inúmeros benefícios a pacientes que portam diversas doenças relacionadas ao sistema cardiovascular.

Limpeza de pele: a limpeza de pele é um procedimento estético, realizado em consultórios ou clínicas de estética, que tem como objetivo remover cravos e impurezas da pele. A limpeza de peletambém remove o milium, que são pequenos cistos salientes causados pelo acúmulo de óleo e pele nos poros.

A Coisa Linda fica localizada no Calçadão 21 de abril, no centro de Araci, ao lado da Ação Social, em Araci.

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Câncer de próstata diagnosticado no início pode ter 90% de chance de cura

06 de nov de 2017 às 16:21 | em: Saúde

Foto: Ilustração

Um em cada sete homens no Brasil terá câncer de próstata. Essa é a doença mais comum entre os homens que já passaram dos 50 anos e mata um brasileiro a cada meia hora. Por isso, é muito importante fazer os exames periódicos. Segundo o oncologista Fernando Maluf, quem faz o exame tem de 80% a 90% de chance de cura. O urologista Miguel Srougi explicou no Bem Estar desta segunda-feira (6) qual o melhor método para diagnosticar um tumor (PSA ou toque retal) e falou sobre reposição hormonal. O câncer de próstata é o segundo que mais mata os homens, ficando atrás somente do câncer de pulmão. Nas fases iniciais, ele não dá sintomas, mas com o tempo o tumor cresce e pode provocar sangramento, obstrução do jato urinário e dor pélvica. O PSA (Antígeno Prostático Específico) é uma proteína produzida pelo tecido prostático normal ou pelo tumor. Ele é medido através de exame de sangue, que deve ser feito anualmente por homens a partir dos 50 anos, pois é um marcador importante para o diagnóstico de câncer de próstata. No entanto, ele deve ser feito sempre em conjunto com o exame físico (toque retal), porque ele não é 100%. O PSA não elimina exame de toque retal. Homens que pensam em fazer reposição hormonal precisam fazer o exame de PSA e toque retal para descartar a possibilidade de câncer. O urologista lembra que a testosterona não causa o câncer, mas acelera o crescimento de quem já tem um câncer. Os homens devem começar a monitorar a próstata a partir dos 50 anos. Pessoas com histórico familiar ou homens negros devem começar a partir dos 45 anos. Quem faz exames periódicos tem de 80% a 90% de chance de cura e quando a descoberta vem tarde, as chances caem para 30%.

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Meta do Brasil é erradicar hepatite C até 2030, afirma ministro da Saúde

02 de nov de 2017 às 14:47 | em: Saúde

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Para seguir a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil tem como meta erradicar a hepatite C até 2030. A declaração foi feita pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, na Cúpula Mundial de Hepatites 2017, nesta quarta-feira (1º). Como ainda não existe vacina que evite a doença, que atinge 155 mil brasileiro, essa eliminação só poderá ser feita por meio de tratamento. Segundo informações da Agência Brasil, para isso, o governo vai tratar não apenas os pacientes com comprometimento no fígado, mas também os doentes em estágios iniciais. “Vamos distribuir 12 milhões de testes no próximo ano, 200 milhões de pessoas serão testados até 2030”, afirmou o ministro. Outra novidade é que a pasta ministerial vai alterar a modalidade de compra do tratamento. Assim, passa a ser responsabilidade do laboratório fazer o acompanhamento do paciente. De acordo com a publicação, o custo do tratamento foi estimado em US$ 3 mil por pessoa.

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Testes de ONG mostram que 36% dos alimentos têm agrotóxicos acima do limite ou proibidos

31 de out de 2017 às 14:58 | em: Saúde

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Testes feitos em 12 alimentos comuns da dieta do brasileiro, entre eles o arroz e o feijão, mostraram que 36% apresentavam algum tipo de irregularidade em relação a agrotóxicos. Ou apresentavam pesticidas totalmente proibidos no Brasil para qualquer alimento, ou continham níveis de produtos proibidos para aquela cultura específica, ou contavam com resíduos acima do limite permitido por lei. Ainda, 60% das amostras tinham pelo menos algum tipo de resíduo de pesticida. A pesquisa, divulgada nesta terça-feira (31), foi feita pela ONG Greenpeace. A organização coletou amostras de centros de distribuição de São Paulo e Distrito Federal em setembro. Os testes foram realizados pelo Laboratório de Resíduos de Pesticidas (LRP) do Instituto Biológico de São Paulo, ligado ao governo do Estado. O Greenpeace testou o arroz branco e integral, o feijão preto e carioca, o mamão formosa, o tomate, a couve, o pimentão verde, a laranja, a banana nanica, a banana prata e o café. Ao todo, a ONG testou 113 kg de alimentos. Parte dos alimentos foi escolhida por serem representativas na dieta do brasileiro, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e a outra parte por apresentarem altos índices de agrotóxico (como couve, pimentão e tomate). “A nossa amostra é pequena e o objetivo do estudo não foi o monitoramento, que deve ser feito pelo governo, mas de mostrar que estamos colocando agrotóxico todos os dias na mesa”, diz Marina Lacôrte, especialista do Greenpeace em Agricultura e Alimentação. “Desafiamos qualquer centro a realizar o teste. Vai encontrar agrotóxico”, comenta. Os resultados são consistentes com pesquisa feita pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) com amostras coletadas entre 2014 e 2015; na ocasião, a agência mostrou que 58% dos alimentos tinham algum resíduo de agrotóxico. Também testes realizados pela Proteste em 2016 mostrou que mais de um terço dos alimentos tinha agrotóxicos ilegais. A entidade testou amostras de oito tipos alimentos.

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Jovem italiana ‘sua sangue’ devido a condição rara

25 de out de 2017 às 14:52 | em: Saúde

Foto: Reprodução

O caso de uma jovem italiana deixou os médicos da Universidade de Florença perplexos. Ela foi admitida na emergência do hospital universitário com um histórico de três anos de sangramentos aparentemente inexplicáveis, no rosto e nas palmas das mãos, dada a ausência de lesões na pele. O caso foi relatado esta semana no periódico “Canadian Medical Association Journal“. Sem uma explicação aparente para a condição, a equipe médica buscou detalhes. Segundo o relato da jovem, os sangramentos poderiam acontecer durante atividades físicas, mas também quando estava dormindo. Os episódios duravam entre um e cinco minutos, e eram mais intensos durante períodos de estresse emocional. Por causa dos sangramentos inexplicáveis, a paciente se tornou cada vez mais isolada por causa da vergonha, e demonstrou sintomas consistentes com depressão e síndrome do pânico. Inicialmente, os médicos suspeitaram de um transtorno factício, quando os próprios pacientes provocam danos a si mesmos para chamar atenção, mas a hipótese foi descartada. A jovem foi tratada para a depressão e desordens de ansiedade, mas os sangramentos continuaram. Uma análise na secreção detectou a presença de hemácias, direcionando o diagnóstico para a hematidrose, uma rara condição que faz a pessoa “suar sangue”. Na literatura, não existe uma explicação definitiva para a origem do sangramento. Uma hipótese é que ele seria causado pelo rompimento de finas veias que passam por glândulas sudoríparas, mas existem relatos de sangramentos em regiões do corpo que não possuem essas glândulas. A jovem italiana foi tratada com propranolol, droga para o controle da hipertensão, amenizando o sintoma, mas não curando totalmente. Num comentário que acompanhou a descrição do caso, Jacalyn Duffin, historiador da medicina e hematologista na Universidade Queen, em Kingston, Ontário, relatou ter sido cético em relação à existência da hematidrose, mas após uma revisão na literatura encontrou 28 casos nos últimos 13 anos, o que reverteu sua posição. As descrições sobre “suar sangue” aparecem em escritos de Aristóteles, no terceiro século a.C., e no período medieval algumas referências à condição foram feitas relacionando a crucificação de Cristo com a condição. Desde 1880 Duffin encontrou 42 casos relatados na literatura médica, sendo 18 nos últimos cinco anos.

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Outubro Rosa; o cuidado deve ser constante e o Ascoob apoia essa causa

16 de out de 2017 às 08:20 | em: Araci,Saúde

Foto: Divulgação

O cuidado deve ser constante! Um mês dedicado à prevenção e ao cuidado contínuo, nós apoiamos essa causa! Faça sua cotação em um dos nossos pontos de atendimentos. Esse tipo de seguro cobre até danos a terceiros, ou seja, se mulher estiver em um veículo e o mesmo quebrar ou parar, a segurada pode acionar o guincho pela apólice dela, em um raio de até 50 km do CEP de referência, que foi contratado o seguro! Adquira já o seu nos posto de atendimento.

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SUS distribuirá novo tipo de insulina para crianças com diabete tipo um

12 de out de 2017 às 13:37 | em: Saúde

Foto: Reprodução

A partir de 2018 o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a distribuir para crianças com diabete tipo 1 a insulina análoga, medicamento que pode reduzir o risco de complicações da doença. A expectativa é de que 100 mil crianças passem a usar o medicamento, hoje obtido por meio de decisões na Justiça. A insulina análoga é preparada a partir da biotecnologia. De acordo com o Ministério da Saúde, ela permite maior controle dos níveis de açúcar, uma vez que sua ação é imediata. O novo medicamento também tem uma aplicação mais fácil. Em vez das seringas, é usada uma caneta, que permite o reúso. “Ela traz maior conforto”, afirma o diretor do departamento de assistência farmacêutica, Renato Alves Teixeira. O valor investido é de R$ 135 milhões anuais. O produto será ofertado prioritariamente a crianças e adolescentes. Mas a previsão é de que o produto seja usado também para adultos. O processo de licitação para a compra já começou a ser realizado. Ele prevê doses suficientes para atender 250 mil pessoas, por um ano. “Toda a demanda de crianças e adolescentes será atendida”, disse Teixeira. Além do novo medicamento, a previsão é de que no próximo ano o Ministério da Saúde passe a comprar canetas para aplicação de insulina regular. A previsão é de que a licitação seja feita no primeiro trimestre e a entrega, no segundo semestre. A insulina regular é distribuída de forma gratuita nas unidades do Farmácia Popular. Como o jornal O Estado de S. Paulo adiantou, no entanto, tal distribuição poderá ser suspensa, caso não haja uma redução dos preços pagos pelo Ministério da Saúde. Para abastecer unidades básicas de saúde, a pasta desembolsa o equivalente a R$ 10. No caso da Farmácia Popular, o ministério faz o reembolso, no valor de R$ 27. “Se não houver entendimento com as farmácias, ela passará a ser distribuída na rede própria, como outros medicamentos”, afirmou.

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Justiça do DF autoriza família a plantar maconha em casa para tratar filha

11 de out de 2017 às 16:31 | em: Brasil,Saúde

Foto: Reprodução

Dois casais de pais de Brasília, que já conseguiram o direito de usar canabidiol para tratarem seus filhos, se reuniram neste fim de semana na capital federal para comemorar uma decisão inédita do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios. O TJDFT autorizou, na última quinta-feira, dia 5, a família da adolescente Júlia, de 16 anos, a plantar maconha medicinal na casa deles no Lago Norte, em Brasília, para tratar a jovem. A garota tem a rara síndrome de Silver-Russel (SSR) — que afeta o seu desenvolvimento desde o útero — e teve um edema cerebral aos 3 anos, após tomar um anti-inflamatório. O edema provocou uma paralisia do lado direito e a menina começou a ter convulsões e dor crônica. A família conta que Júlia chegou a ter 80 convulsões diárias, e uma das crises foi tão forte que ela chegou a quebrar um dos dedos da mão. Em entrevista coletiva neste domingo, o fotógrafo Renan Hackradt Rego, padrasto da menina, chamou de absurda a discussão sobre a regularização e autorização para plantio. “São milhares de pessoas que estão usando no Brasil o importado, a produção em casa, uma produção coletiva, e estão vendo seus entes queridos melhorando. Isso não tem preço. A sociedade precisa debater, discutir e parar com o preconceito, porque quando a gente fala de amor, de ajuda ao próximo, não pode ser uma coisa que envolva preconceito”, disse.

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Cinco cidades baianas receberão R$7,2 milhões para aperfeiçoar atendimento em UPAs

05 de out de 2017 às 16:34 | em: Saúde

Foto: Reprodução

Cinco Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) baianas receberão R$7,2 milhões em recursos para aperfeiçoar ou ampliar o atendimento. Os municípios de de Feira de Santana, Ipirá, Itaberaba, Livramento de Nossa Senhora e Porto Seguro serão beneficiados. O anúncio do repasse de recursos foi anunciado pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, nesta quinta-feira (5). Em todo o Brasil 46 UPAs serão beneficiadas. “A partir de agora, esses municípios poderão contar com o apoio do governo federal para continuar oferecendo atendimento de qualidade à população”, disse o ministro da Saúde.

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Governo da Bahia disponibiliza 20 mil mamografias no Outubro Rosa

04 de out de 2017 às 10:18 | em: Bahia,Saúde

Foto: Ilustração

O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesab), promove atividades de prevenção e rastreamento do câncer de mama durante todo o mês de outubro. O Mutirão de Mamografia tem a meta de realizar 20 mil exames gratuitos na capital e no interior do estado, em mulheres de 50 a 69 anos.  Através das unidades móveis do programa Saúde sem Fronteiras. Em qualquer uma dessas unidades, a paciente que esteja entre a faixa etária de 50 e 69 anos, munida de original e cópia de RG, CPF, cartão do SUS e comprovante de residência, recebe a senha e faz o exame. A mamografia é o exame para rastrear a presença de nódulos.O objetivo da mamografia é detectar muito cedo o câncer de mama. É importante identificar a doença na fase inicial para um tratamento com cirurgia mais conservadora.

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Educador ambiental diz que consumo diário de água mineral não é recomendável

02 de out de 2017 às 09:18 | em: Saúde

Foto: Reprodução

A água mineral não deve ser consumida diariamente, por ser “extremamente ácida”. Quem afirma é o educador do Departamento de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Semmam), João Dias. Ele palestrou sobre o tema “Os Recursos Hídricos de Feira de Santana” durante seminário sobre Meio Ambiente e Saneamento Básico para moradores do bairro Aviário. De acordo com Dias, a melhor água para ser consumida é a da Embasa, cujo PH é corrigido. O evento, realizado na praça do CEU do conjunto Paulo Souto, no bairro Aviário, quinta e sexta-feira, (dias 28 e 29), foi promovido através de parceria entre o Centro de Referência em Assistência Social (CRAS), órgão da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, e a Embasa. O objetivo do seminário, conforme os organizadores, é despertar a comunidade para a importância de preservar o meio ambiente, como forma de garantir melhor qualidade de vida e os benefícios da acessibilidade ao saneamento básico. A assistente social Ana Emília Lima de Santana, que esteve representando a Embasa, ressaltou a importância do seminário para uma “conscientização das mudanças de hábitos na população”. A coordenadora do CRAS, Cibele Alves, ao afirmar que “os participantes do seminário aprendem a amar o meio ambiente, preservando a natureza, e a amar ao próximo, não descartando resíduos em vias públicas”.

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