Religião

Irmã Dulce é canonizada no Vaticano e vira Santa Dulce dos Pobres

13 de out de 2019 às 09:24 | em: Bahia,Religião

Foto: Reprodução

A missa de canonização de Irmã Dulce aconteceu na manhã deste domingo (13) no Vaticano, na Itália.

Foto: Reprodução

O papa Francisco celebrou a missa, iniciada por volta das 5h. Com a conclusão do rito, a freira conhecida como o “anjo bom da Bahia” agora será mundialmente reconhecida como “Santa Dulce dos Pobres”, a primeira do Brasil. Autoridades baianas, como o governador Rui Costa (PT) e o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), acompanham o rito.

Foto: Reprodução

Além deles, milhares de fiéis viajaram para assistir de perto à missa de canonização. Do Bahia Notícias, a repórter Linda Gomes registra o momento histórico.

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Vídeo da TV A Voz do Campo registra os melhores momentos da Festa de Boiadeiro em Araci

10 de out de 2019 às 08:41 | em: Araci,Cultura,Religião

Foto: Edson Jr.

A tradicional festa e samba do Caboclo Boiadeiro Catimboré da Selvagem reúne mais de 2 mil pessoas na Fazenda Aporá, ligada ao terreiro Ilê Axé Jitolobi, na cidade de Araci. O evento religioso e cultural do Candomblé ocorreu neste domingo (29/09/19) e foi liderado pelo Babalorixá Geovane Silva, conhecido como Pai Geo.

Foto: Edson Jr.

Haviam adeptos de toda a Bahia, do Brasil e até de outros países. A festa acontece há cerca de 30 anos em Araci. Antes, ocorria apenas dentro do Jitolobí, no bairro do Coqueiro, e hoje em dia também ocorre na fazenda Aporá, um local mais afastado do centro da cidade. Além de adeptos, haviam simpatizantes e amigos da religião e do Babalorixá.

Foto: Edson Jr.

“Começamos às 10 da manhã. Tivemos uma Cavalgada saindo do Ilê Axé Jitolobi até o barracão da roça. Tiremos a presença dos tradicionais Reisados da cidade de Araci, com boi de janeiro durante todo o evento. Muitos conferiram a festa, agraciados pelo Axé de Boiadeiro e encantados pelo espírito de amor e união. Foi uma festa cultural e religiosa feita com muito amor e para o amor”, disse Pai Geo.

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Cultura: Tradicional Festa de Boiadeiro será realizada neste domingo (29) e receberá centenas de pessoas em Araci

27 de set de 2019 às 08:59 | em: Araci,Cultura,Religião

Foto: Divulgação

A tradicional festa e samba do Caboclo Boiadeiro Catimboré da Selvagem reúne mais de 2 mil pessoas na Fazenda Aporá, ligada ao terreiro Ilê Axé Jitolobi, na cidade de Araci. O evento religioso e cultural do Candomblé é liderado pelo Babalorixá Geovane Silva, conhecido como Pai Geo, e atrai fiéis de toda a Bahia e do Brasil.A festa acontece há cerca de 25 anos em Araci. Antes, ocorria apenas dentro do Jitolobí, no bairro do Coqueiro, e hoje em dia também ocorre na fazenda Aporá, um local mais afastado do centro da cidade. São esperados adeptos, simpatizantes e amigos da religião e do Babalorixá.

Foto: Divulgação

“Começaremos as 10 da manhã. Teremos uma Cavalgada saindo da cancela da roça até o barracão da roça. Teremos a presença dos tradicionais Reisados da cidade de Araci, com boi de janeiro durante todo o evento. Todo o evento começa às 10 da manhã e se estende ate início da noite do domingo (29). Venham conferir essa festa cultural e religiosa feita com muito amor e para o amor”, disse Pai Geo.

Relembre a festa de 2018

Cultura: Festa do Caboclo Boiadeiro reúne mais de 2 mil pessoas em Araci

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Dia do Evangélico é comemorado com público recorde e com muito louvor em Tucano

26 de set de 2019 às 10:07 | em: Religião,Tucano

Foto: Divulgação

Na ultima segunda-feira (23), a comunidade evangélica de Tucano lotou as ruas da cidade para celebrar a vid  e a 16ª Festa do Evangélico, com o tema bem mais que oportuno “Juntos em favor da vida”, escolhido em alusão ao Setembro Amarelo, mês dedicado a campanha nacional de conscientização e prevenção ao suicídio. Segundo a organização do evento, essa edição foi umas das que houve mais adesão do publico. Com a presença de um publico expressivo, a festa iniciou as 17h Hs na área de um Posto de Combustíveis, com muito louvor.

Foto: Divulgação

A comunidade evangélica de Tucano seguiu em marcha pelas ruas da cidade, puxada por um trio e a banda Ministério Santidade, de Caldas do Jorro. O evento culminou na Praça da Matriz, onde no palco principal se apresentaram as bandas: Ultimo Elo, da comunidade da Mandaçaia, a Banda Reino, da Segunda Igreja Batista de Tucano, e a grande atração da noite, o cantor Gerson Rufino.

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“O Amor Nunca Acaba”: Valente sediará congressos de Testemunhas de Jeová

26 de ago de 2019 às 18:30 | em: Religião,Valente

Evento em Camaçari | Foto: Reprodução

Desde maio de 2019, as Testemunhas de Jeová realizam uma série mundial de congressos com o tema “O Amor Nunca Acaba”. Essa série de congressos internacionais ocorre em seis continentes, com mais de 200 países. Segundo o Calila Notícias, dois desses congressos serão em Valente, entre 06 a 08 e de 13 a 15 de setembro de 2019.

Foto: Reprodução

Espera-se um público de 3200 pessoas nos dois congressos, que serão realizados no Ginásio de Esportes Arnaldo Santos. Todos estarão reunidos em uma programação que envolve adoração e interação religiosa. Os congresso das Testemunhas de Jeová têm entrada gratuita. Veja a programação completa e assista ao vídeo sobre os congressos das Testemunhas de Jeová.

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Ojodun Yabas; festa às orixás femininos movimenta o Terreiro Ilê Axé Jitolobí em Araci

26 de ago de 2019 às 18:08 | em: Araci,Cultura,Religião

Foto: Divulgação

O calendário festivo do Ilê Axé Jitolobí continua a ser comemorado aos sábados, em Araci. Neste último sábado (24), Ojodun Yabas foi uma festa às orixás femininos no Candomblé e movimentou o Terreiro araciense. Yabás é o termo usado no Candomblé para definir os Orixás femininos como: Oxum, Oyá, Obá, Yewá, Iemanjá, Nanã e outras.

Foto: Divulgação

Nas religiões de matriz africana, as Yabás (Mães Rainhas), por visão de fé, são mães muito especiais, pois elas amparam, defendem e proporcionam disposição para que os devotos vençam os obstáculos diários. O Babalorixá Geovane da Silva, popular “Pai Geo”, recebeu sua família de Axé, membros de Religiões de Matriz Africana, amigos, autoridades, simpatizantes e a imprensa em seu terreiro.

Foto: Divulgação

Neste domingo (01), os membros do Terreiro Ilê Axé Jitolobí irão a Salvador para entregar o presente a Yemanjá, no mar da capital baiana. A próxima festa acontecerá dia 29 de Setembro, com a comemoração para o Caboclo Boiadeiro. O evento atrai milhares de turistas para Araci.

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Membros de religiões afro buscam driblar preconceito por tradição

24 de ago de 2019 às 10:47 | em: Religião

Foto: Rerpodução / Opinião e Notícia

Seria mais um dia comum para o empreendedor Ney Santos, 37, morador de Vila Curuçá, na zona leste de São Paulo. Ele buscaria o filho na escola e depois voltariam para casa. No entanto, as vestes que usava na ocasião, características de sua religião, foram motivo para que os colegas do garoto o olhassem de forma diferente nos dias seguintes. “Tenho um filho de sete anos. Na escola, ele sofria preconceito, pois eu já fui buscá-lo com roupa de santo e por conta disso sofreu bullying”, afirma Ney, que depois do ocorrido evitou os trajes para ir encontrar o filho. Há 12 anos, Santos se tornou babalorixá, nome dado aos sacerdotes do Candomblé, religião de matriz africana. Ele é adepto há 25 anos e mantém um terreiro na região de Itaquera, também na zona leste da capital. Na página do Facebook do terreiro, já chegaram mensagens como “esses macumbeiros têm que morrer”, “só Jesus salva”. “Estou com três processos abertos por conta de intolerância religiosa”, lamenta. Para tentar aumentar a consciência sobre a religião, ele mantém o projeto “Herdeiros do Axé”, que ensina sobre cidadania e a criação do mundo de acordo com o Candomblé para crianças e adolescentes das periferias. “O objetivo é ensinar o que a religião afro traz de bom e ouvir os alunos”, explica Ney. O projeto é aberto para os frequentadores do terreiro, mas Ney afirma que o plano é expandi-lo para o público. O babalorixá é a favor de uma educação religiosa plural. Ele conta que o filho participou de um evento religioso na escola que não era da crença da família. “Eu questionei que não há problema, mas que deveria haver um dia para o Candomblé também”, comenta. O pedido não foi atendido.

PRECONCEITO

Ser vítima de atos preconceituosos é uma situação vivenciada por mais da metade dos praticantes de religiões de matriz africana no Brasil. De acordo com a pesquisa realizada pelo Datafolha, 68% dos adeptos afirmam já terem sofrido algum tipo de preconceito religioso. Alguns eventos também têm buscado debater o tema. No começo deste ano, Cidade Tiradentes recebeu a ação “Um axé pela vida”, que reuniu frequentadores de religiões de matriz africana e empreendedores. A ação teve apoio da subprefeitura e foi organizado por terreiros da região. Uma das participantes foi a programadora de produção Márcia Teixeira, 54, moradora de Diadema, na região metropolitana de São Paulo, e também é adepta do candomblé. Ela vende peças de artesanatos ligados à religião e faz parte do Coletivo de Afroempreendedorismo de Diadema. O projeto organiza eventos e feiras na região com foco na cultura afro. Apesar do espaço, conta que já foi hostilizada nas ruas do bairro em que mora, enquanto estava no ritual de passagem de sua religião. “Quando eu raspei a cabeça algumas pessoas me chamaram de macumbeira e gritavam que a vaca estava vindo”, lamenta. O pesquisador Miguel Farias faz doutorado em psicologia na universidade de Oxford, na Inglaterra, e visitou 15 centros de cultos no país, sendo nove destes dentro de regiões periféricas. Ele afirma que a sociedade tem dificuldades em aceitar situações de “transe” ou de “possessões” de outra personalidade. “Creio que esse aparente preconceito é na verdade motivado por um medo profundo de verdadeiramente não sabermos quem somos e vermos que no mundo existem pessoas que deixam de ser quem são para terem no corpo uma outra entidade”, comenta. Contudo, ele aponta que em outras religiões esse tipo de prática também acontece e não desperta a mesma reação comparada às religiões de matrizes africanas.

RELAÇÃO ENTRE RELIGIÕES

A operadora de telemarketing Andresa Tomaz, 28, moradora do distrito de Cidade Tiradentes, também na zona leste, conheceu o culto após o convite de uma amiga e se tornou uma praticante da Umbanda há seis anos. Por quase toda vida, Andresa frequentou religiões pentecostais e afirma que sentia medo ao ver pessoas andando vestidas de branco na rua do bairro em que mora. “Eu era preconceituosa, conheci a religião por meio de uma amiga que ia no terreiro. A primeira vez que fui percebi que não era um bicho de sete cabeças”, lembra ela. Andresa também conheceu sua mediunidade e é responsável pela incorporação dentro dos rituais do culto. “No começo meu esposo não aceitou que eu fosse, por conta das incorporações”, revela. O motorista Cleyton Tomaz Silva, 33, companheiro de Andressa, teve o primeiro contato com as religiões de origem africana quando ainda era criança. Havia um terreiro que pertencia a mãe de um amigo dele. “Ele tinha medo e acabava deixando toda nossa turma com medo também. Até imaginávamos barulhos na casa vazia”, diz. Cleyton também relembra como os canais de televisão com conteúdo religioso acabavam reforçando o temor. “Existem muitos canais de igreja na televisão que falam sobre o que é certo e errado e por não conhecer na época ficava com muito medo”, explica. Há cerca de três anos, Cleyton passou a frequentar a Umbanda com a esposa. Do outro lado, ele passou a conhecer um preconceito que já era enfrentado por ela como praticante da religião. “Já ouvi de um colega de trabalho que ele iria tirar o capeta que estava em mim. Em uma procissão que fizemos em Cidade Tiradentes ouvimos quando passávamos comentários como ‘Deus é mais’ e que ‘isso não era de Deus”, recorda. “Andando aqui [dentro do bairro Cidade Tiradentes] vemos um monte de igrejas. E terreiros, você já viu? Nós nos escondemos nos fundos das comunidades com medo. Temos medo de nos mostrarmos de sair assim. As pessoas olham torto quando estou vestida de branco”, comenta Andresa. Por outro lado, há exemplos de que a pluralidade é possível. É o que indica Alvina do Carmo Bertani, 70, conhecida como Mãe Vina. Ela tem um terreiro há 33 anos em Cidade Tiradentes e comenta ter uma convivência harmoniosa com outras religiões dentro do bairro. “Tem uma igreja evangélica em frente ao terreiro e nós nunca tivemos atrito. Eles sempre nos respeitaram. Nossa missão é levar o bem e ajudar a comunidade com nossa religião”, afirma.

Fonte: Giacomo Vicenzo | Folhapress

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Araci: Festa para Xangô dá sequência ao calendário religioso no Ilê Axé Jitolobí

19 de ago de 2019 às 10:06 | em: Araci,Religião

Foto: Divulgação

O calendário festivo do Ilê Axé Jitolobí continua a ser comemorado aos sábados em Araci. Neste último sábado (17), Xangô foi o Orixá da comemoração no respeitado Terreiro de Camdomblé. Nesta religião, Xangô é o Deus da justiça, dos raios, dos trovões e do fogo, além de ser conhecido como protetor dos intelectuais.

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O Babalorixá Geovane da Silva, popular “Pai Geo”, recebeu sua família de Axé, membros de Religiões de Matriz Africana, amigos, autoridades, simpatizantes e a imprensa em seu terreiro. A próxima festa acontecerá no próximo sábado (24), com os festejos dedicados a Ajodun Yabás.

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O terreiro em questão é um dos mais respeitados do interior da Bahia. Os festejos culminam na comemoração para o Caboclo Boiadeiro, que ocorre em 29 de setembro, e atrai milhares de turistas para Araci.

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Teofilândia recebe milhares de pessoas na XI Festa da Família da Diocese de Serrinha

19 de ago de 2019 às 09:59 | em: Religião,Teofilândia

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Neste Domingo (18), foi realizada a XI Festa da Família da Diocese de Serrinha na Paróquia Santo Antônio em Teofilândia.

Foto: Divulgação

O foi organizado pela Coordenação da Pastoral Familiar, pelo Padre Enivaldo Barbosa, com o apoio de todas as Pastorais e Movimentos da Paróquia Santo Antônio. Participaram da Festa, milhares de visitantes de várias paróquias.

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Obrigado a todos patrocinadores e apoiadores deste belíssimo evento um marco na história da nossa comunidade! Parabéns a Paróquia de Teofilândia“, disse Felipe Mateus, que fez parte da organização.

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Olubajé em Araci; O banquete do Rei é realizado em mais um ano de cultura e religiosidade no Ilê Axé Jitolobí

12 de ago de 2019 às 19:16 | em: Araci,Cultura,Religião

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Olubajé, “O banquete do Rei”, é uma festa dedicada ao Orixá Omolu/Obaluaiye. Acontece sempre no mês de agosto. Várias comidas são servidas aos convidados, como uma forma de agradecimento a fartura em grãos recebida durante o ano.

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É um evento carregado de cultura e religiosidade dentro do Candomblé. Nesta sábado (10), a festa foi celebrada no Terreiro Ilê Axé Jitolobí, em Araci. Centenas de pessoas, de Araci e outros municípios, acompanharam a celebração, que foi liderada pelo Babalorixá Geovane da Silva, popular “Pai Geo”.

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O terreiro do líder religioso encontra-se em festa nestes finais de semana. A próxima festa acontecerá no próximo sábado (17), com os festejos para Ajodun Xangô.

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Ilê Axé Jitolobí dá sequência ao seu calendário festivo com festas em Araci

05 de ago de 2019 às 10:43 | em: Araci,Cultura,Religião

Foto: Divulgação

O calendário festivo do Ilê Axé Jitolobí continua a ser comemorado aos sábados em Araci. Neste último sábado (03), Ogum, Oxossi e Ossain foram os Orixás da comemoração.

Foto: Divulgação

O Babalorixá Geovane da Silva, popular “Pai Geo”, recebeu sua família de Axé, membros de Religiões de Matriz Africana, amigos, autoridades, simpatizantes e a imprensa em seu terreiro.A próxima festa acontecerá no próximo sábado (10), com os festejos dedicados a Omolú, Oxumarê e Nanã, onde acontecerá o Olubajé, o banquete dedicado ao Orixá Omolú.

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Babalorixá de Araci recebe homenagem na Câmara de Vereadores em Muritiba

01 de ago de 2019 às 18:42 | em: Araci,Cultura,Religião

Foto: Reprodução/Redes sociais

Nessa quinta-feira (01), o Babalorixá Geovane Silva, popular “Pai Geo”, foi homenageado na Câmara Municipal de Vereadores de Muritiba.  Ele recebeu a homenagem através da Ialorixá e vereadora Mara Tessunne.

Foto: Reprodução/Redes sociais

Ele recebeu o troféu que faz referência à Grande Tereza de Benguela, uma quilombola que viveu em uma comunidade e lutou pelo povo negro e pela liberdade dos escravos no século XVIII. Nas redes sociais, Pai Geo agradeceu à vereadora Mara, pelo carinho e atenção dedicada a ele e seus filhos.

Foto: Reprodução/Redes sociais

“Agradeço ao povo de Muritiba, ao prefeito, aos secretários, autoridades da região do recôncavo e, principalmente a todos os membros de religião de matriz africana presentes: Yawos, Ekegys, Ogãs, Ialorixás e Babalorixás, Ogã Nadinho e ao meu povo do Jitolibí”, disse ele. 

Relembre

Babalorixá Pai Gel recebe título de cidadão pela Câmara Municipal de Araci

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Quem foi Nossa Senhora Sant’Ana, padroeira de Tucano

26 de jul de 2019 às 08:46 | em: Religião,Tucano

Foto: Reprodução

Em Tucano é feriado todo dia 26 de julho, em homenagem à padroeira da cidade, Nossa Senhora Sant’Ana. Como ocorre em muitas circunstâncias, muitos de nós aproveitamos o feriado, mas nem sempre sabemos o sentido do evento. Por isso resolvemos esclarecer algumas dúvidas sobre Nossa Senhora Sant’Ana, (ou Santa Ana, ou ainda Sant’Anna – em latim). Ana, na tradição Católica, foi a mãe da Virgem Maria e avó de Jesus Cristo. De acordo com a Paróquia de Sant’Ana, da Arquidiocese de São Paulo, os dados biográficos que sabemos sobre os pais de Maria nos foram legados pelo Proto-Evangelho de Tiago, obra citada em diversos estudos dos padres da Igreja Oriental, como Epifânio e Gregório de Nissa. Sant’Ana, cujo nome em hebraico significa graça, pertencia à família do sacerdote Aarão. Seu marido, São Joaquim, pertencia à família real de Davi. Conta-se que Joaquim foi censurado pelo sacerdote Rúben por não ter filhos, qundo Sant’Ana já era idosa e estéril. Confiando no poder divino, São Joaquim retirou-se ao deserto para rezar e fazer penitência, e ali um anjo lhe apareceu, dizendo que Deus havia ouvido suas preces. Tendo voltado ao lar, algum tempo depois, Sant’Ana ficou grávida de Maria.

Foto: Reprodução

Ana e Joaquim residiam em Jerusalém, ao lado da piscina de Betesaida, onde hoje se ergue a Basílica de Santana, e aí, num sábado, 8 de setembro do ano 20 a.C., nasceu-lhes uma filha que recebeu o nome de Miriam que em hebraico significa Senhora da Luz, traduzido para o latim como Maria. Maria foi oferecida ao Templo de Jerusalém aos três anos, tendo lá permanecido até os doze anos. A devoção aos pais de Nossa Senhora é muito antiga no Oriente, onde foram cultuados desde os primeiros séculos de nossa era, atingindo sua plenitude no século VI. Já no Ocidente, o culto de Santana remonta ao século VIII, quando, no ano de 710 suas relíquias foram levadas da Terra Santa para Constantinopla, onde foram distribuídas para muitas igrejas do Ocidente, estando a maior delas na igreja de Sant’Ana, em Düren, Renânia, Alemanha. Seu culto foi tornando-se muito popular na Idade Média, especialmente na Alemanha. Em 1378, o Papa Urbano IV oficializou seu culto . Em 1584, o Papa Gregório XIII fixou a data da festa de Sant’Ana em 26 de Julho, e o Papa Leão XIII a estendeu para toda a Igreja, em 1879. Na França, o culto da mãe de Maria teve um impulso extraordinário depois das aparições da santa em Auray, em 1623. Tendo sido São Joaquim comemorado, inicialmente, em dia diverso ao de Sant’Ana, o Papa Paulo VI associou num único dia, 26 de julho, a celebração dos pais de Maria Santíssima.

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Mulher empurra Padre Marcelo Rossi de altar durante missa em Cachoeira Paulista; veja vídeo

15 de jul de 2019 às 14:50 | em: Religião

Mulher empurrou padre durante missa na Canção Nova — Foto: Reprodução

Uma mulher invadiu o altar e empurrou o padre Marcelo Rossi durante uma missa em Cachoeira Paulista neste domingo (14). A mulher furou a segurança, invadiu o palco durante a celebração que acontecia na Canção Nova e empurrou o padre de cima da estrutura. Apesar da queda, ele não ficou ferido e a mulher foi contida pela Polícia Militar. O padre estava no local para a missa de encerramento do acampamento ‘Por Hoje Não’ (PHN). Por volta das 14h50 a mulher, que participava do evento, conseguiu furar a segurança, invadiu o palco por trás e empurrou o padre, que caiu da estrutura. No momento, pelo menos 50 mil pessoas participavam da celebração. Apesar da queda, o padre voltou ao palco minutos depois e continuou a celebração. De acordo com a Polícia Militar, a mulher foi encaminhada para a delegacia de Lorena e prestou depoimento. A PM informou que a ocorrência foi feita pela Canção Nova porque o Padre Marcelo Rossi decidiu não registrar a agressão. A polícia informou que a mulher tem 32 anos e que fazia parte de um grupo que veio do Rio de Janeiro para o evento. Os acompanhantes informaram à PM que ela sofre de transtornos mentais. Em nota a Canção Nova informou que lamenta o incidente ocorrido com o padre Marcelo Rossi durante a missa e informou que ele foi atendido pela equipe médica do evento e, após ser liberado, seguiu com a celebração até o fim.

Vídeo

Em um vídeo divulgado após a agressão, o Padre Marcelo Rossi diz que ‘Maria passou na frente e pisou na cabeça da serpente’. A imagem foi divulgada pela Canção Nova, ao final da celebração. “Maria passou na frente, pisou na cabeça da serpente, estou ótimo”, disse. “Fiquem tranquilos, só umas dorzinhas, não quebrou nada”, acrescentou.

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Canonização de Irmã Dulce deve ampliar turismo religioso na Bahia

04 de jul de 2019 às 10:14 | em: Bahia,Religião

Foto: Reprodução/Site da Osid

A canonização de Irmã Dulce anunciada, nesta segunda-feira (01), para 13 de outubro, pelo arcebispo metropolitano de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, representa importante etapa dos trabalhos realizados pela Igreja Católica, além de coincidir com o período comemorativo dos 60 anos das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID) e incrementar o turismo religioso na Bahia. A cerimônia que tornará a beata oficialmente a primeira santa nascida no Brasil ocorrerá às 7h de 13 de outubro, no Vaticano. Conforme anunciado por Dom Murillo, o nome de santa de Irmã Dulce será Santa Dulce dos Pobres. O processo torna universal a vida e obra da religiosa baiana. O subsecretário do Turismo, Benedito Braga, destaca que o governo estadual quer potencializar os atrativos do turismo religioso, em sintonia com a Arquidiocese de Salvador. “O turismo movido pela fé leva o visitante a outros atrativos, beneficiando o entorno do atrativo principal. Por esta razão, a Setur aposta em vertentes como a de capacitação profissional, a fim de contribuir para a excelência dos serviços no segmento”. De acordo com estimativa da Igreja Católica, a Bahia movimenta cerca de 5 milhões de pessoas/ano com o turismo religioso, o que incrementa a procura por hospedagem, alimentação e artesanato. “É expressiva expansão da atividade turística neste segmento. Estamos nos preparando para oferecer serviços de qualidade aos visitantes”, acrescenta Benedito Braga.

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Cerimônia de canonização de Irmã Dulce será realizada em outubro no Vaticano

01 de jul de 2019 às 09:05 | em: Bahia,Religião

Foto: Reprodução/Site da Osid

Irmã Dulce, a primeira mulher nascida no Brasil que se tornará santa, será canonizada no dia 13 de outubro de 2019, em uma celebração presidida pelo Papa Francisco, no Vaticano, em Roma. A informação foi divulgada na manhã desta segunda-feira (01), em uma coletiva de imprensa que ocorreu simultaneamente em Roma, no Vaticano, e no Santuário Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, no Largo de Roma, em Salvador. Além de Irmã Dulce, no mesmo dia serão canonizados outros quatro santos, segundo o Vaticano. Entre eles, está o cardeal inglês John Henry Newman, um dos principais intelectuais cristãos do século 19. Nascido em 1801, em Londres, Newman foi pastor anglicano, mas, ao longo de seus estudos, acabou se convertendo ao catolicismo. Tornou-se padre e um teólogo reconhecido internacionalmente. Sua obra foi amplamente citada no Concílio Vaticano II. Entre as principais estão “Ensaio sobre o Desenvolvimento da Doutrina Cristã”. Ele foi beatificado em setembro de 2010, pelo Papa Bento XVI.

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Igreja Adventista homenageia seus pioneiros no município de Araci

23 de maio de 2019 às 20:24 | em: Araci,Religião

Foto: Portal Folha/Gidalti Moura

A história dos sabatistas e dos adventistas em Araci remonta o ano de 1910. Nesse ano, aos 19 anos de idade, sai do povoado do Caldeirão um jovem tabaréu chamado Amaro Oliveira Lima e vai para Pojuca, município da região metropolitana de Salvador, em busca de trabalho. Sem muito sucesso, decide com a cara e coragem, aventurar a vida mais longe e foi parar no Rio de Janeiro. Laura, sua prima, contava e seu primo João, chamado Crente, confirma que Amaro saia todos os dias pelo bucólico subúrbio carioca de Ricardo de Albuquerque à procura de trabalho. Numa dessas caminhadas, ele se aproxima de um salão onde algumas pessoas estavam reunidas em forma de culto evangélico. Sou baiano e estou em busca de um trabalho, disse ao ser cumprimentado por uma delas, que o convenceu a esperar o fim do culto.

Joselito e Sofia | Foto: Portal Folha/Gidalti Moura

Depois, o baiano retirante foi apresentado a uma jovem senhora que lhe submeteu a uma entrevista rápida e disse: “Tenho uma chácara e você pode trabalhar lá para ganhar o suficiente que espera receber, além de moradia como caseiro”, disse. Logo na primeira noite de seu primeiro domingo na chácara, a patroa saiu de casa à noite e foi para o salão de culto. Amaro a acompanhou. Na quarta-feira, no mesmo horário, o mesmo compromisso e ele a acompanhou. Na tardinha de sexta-feira, a patroa disse a Amaro: “Hoje no por do sol encerramos todas as nossas atividades e amanhã cedo vamos para o salão de culto”, disse. E assim Amaro mais uma vez a acompanhou.

Maria José dos Santos e Robson Reis | Foto: Portal Folha/Gidalti Moura

Era inevitável o diálogo e a vontade de saber por que o comportamento da patroa e que religião era aquela que guardava o 7º dia da semana desde o por do sol do sexto dia. Amaro estudou sobre isso com sua patroa Chrispina, por quem foi incentivado a tornar-se um adventista do sétimo dia. Depois de sua decisão, Chrispina e Amaro se uniram pelo casamento. Agora, marido e mulher, iniciaram uma prole abençoada com os filhos Silas, Silênio, Syntyche, Selemias, Siloé e Silenir. A família de membros era apelidados de “bíblias e sabatistas” por todos os moradores daquele território carioca, impregnado pelo preconceito religioso.

Miguel Moreira | Foto: Portal Folha/Gidalti Moura

A história salta para Araci no ano de 1934, quando Laura, recém-casada com João Moura, desembarcaram de um “ITA”, no Rio. O casal João e Laura foram morar perto de Amaro e acabaram tornando-se adventistas por influencia do primo. Laura foi evangelizada, mas só decidiu se batizar no ano de 1946, quando regressou à Bahia com o esposo e os filhos Pavel, Arôvel e Grênivel. Em 1947, o Moura também se batizou, iniciando com dupla pioneira a história da Igreja Adventista em Araci. A residência dos Mouras era também um lugar de culto. Laura, João Moura e seus filhos, Pável Moura, Arôvel Moura e o bebê Grênivel, cultuavam sozinhos, até que Deus lhes acrescentou mais filhos: Hezir, Gidalti, Jabes, Hezenir, Helenir e Hildenir.

João Oliveira | Foto: Portal Folha/Gidalti Moura

O movimento cresceu com a adesão de mais irmãos na fé. Instalou-se em uma casa na Rua Barão de Jeremoabo. Tempos depois foi transferida para Praça José Ferreira, numa casa alugada, que depois foi comprada. Em seu lugar se construiu o primeiro templo da igreja.

Hezir e Jefinho Pinheiro | Foto: Portal Folha/Gidalti Moura

Do ano de sua fundação até o ano de 1988, quando a igreja se emancipou como Igreja Organizada oficialmente, foram continuadores do trabalho de Laura e João Moura os pioneiros: Dionizio Oliveira Carvalho, Jepthe Oliveira Pinheiro,  Hezir Moura Pinheiro,  José Pastor de Oliveira,  João Ferreira de Oliveira,  José Pastor de Oliveira Irmão,  Sofia Maria Oliveira, Maria José dos Santos,  Miguel Moreira,  Raimundo Silva Dias e Robson dos Reis.

Maria Carvalho | Foto: Portal Folha/Gidalti Moura

As homenagens se materializaram com a outorga de Medalha de Honra e reconhecimento do Mérito de Pioneiros, acompanhada de um Certificado com registro do feito para as futuras gerações. Os pastores Melquisedeque, Carlos Ferreira e José Edson procederam a outorga de medalhas e entrega dos diplomas aos Pioneiros.

Fonte: Portal Folha/Gidalti Moura

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Segundo milagre atribuído a Irmã Dulce é reconhecido e ela será proclamada santa, diz Vaticano

14 de maio de 2019 às 21:06 | em: Religião

Foto: Reprodução

Um segundo milagre atribuído à Irmã Dulce, conhecida como “O Anjo bom da Bahia”, foi reconhecido por meio de decreto e, com isso, ela será proclamada Santa, informou, na manhã desta terça-feira (14), o site “Vatican News”, canal oficial de comunicação do Vaticano. “Com o Decreto autorizado pelo Santo Padre reconhecendo o milagre atribuído à intercessão de Irmã Dulce, a Baeta será proximamente proclamada santa em solene celebração de canonizações”, informa o site. De acordo com a publicação, o Papa Francisco recebeu em audiência, na segunda-feira (13), o prefeito do Congregação das Causas dos Santos, cardeal Angelo Becciu, o qual autorizou o Dicastério vaticano a promulgar o decreto. Entre outros decretos promulgados, houve destaque também para o que reconhece as virtudes heroicas do Servo de Deus Salvador Pinzetta, Frade Menor Capuchinho nascido em Casca, no Rio Grande do Sul, em 1911 e falecido em 1972. Três graças alcançadas por devotos, após orações a Irmã Dulce, estavam sendo analisadas pelo Vaticano, com vista no processo de canonização da religiosa. Esses três casos foram enviados ao Vaticano pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), em 2014, após análise de profissionais da própria instituição. O segundo milagre que foi reconhecido agora, no entanto, ainda não foi divulgado.

Fonte: G1/BA

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Araci: Grupo mantém tradição e sobe no Monte de Pedra Alta na sexta-feira santa

23 de abr de 2019 às 11:41 | em: Araci,Região Sisal,Religião
Foto: Reprodução

Um grupo do distrito de Pedra Alta, na zona rural de Araci segue a tradição da sexta-feira da paixão na semana santa subindo ao monte a 16 anos. Intitulado de ‘Grupo pôr do Sol’ os pedraltenses iniciam a caminhada por volta das 4h da madrugada. No monte eles bate-papo e concentram um momento de religiosidade no local.

O que é a Semana Santa?

É uma tradição religiosa católica que celebra a Paixão, a Morte e a ressurreição de Jesus Cristo. Ela se inicia no Domingo de Ramos, que relembra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém e termina com a ressurreição de Jesus, que ocorre no domingo de Páscoa.

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Menino com Síndrome de Down conforta Jesus durante Via Sacra

21 de abr de 2019 às 09:35 | em: Religião
Foto: Reprodução

Isso foi muito emocionante! Em um vídeo que viralizou ao redor do mundo (você poderá assisti-lo abaixo), um menino com síndrome de down vai ao encontro de um ator que interpretava Jesus durante uma Via Sacra no México para confortá-lo. A procissão ocorreu na sexta-feira santa deste ano em Monclova, no México, e o nome do menino é Juan Pablo. “O que uma criança com uma camisa de futebol verde faz no local de uma via sacra em Monclova?”, diz a descrição do vídeo em espanhol no Facebook. “Lembre-nos do amor mais sublime, o de cuidar dos outros com misericórdia! Sua inocência, seu amor transbordante e sua síndrome de down nos desafiam hoje. Juan Pablo é seu nome, que deve ser sinônimo de boa esperança. Vamos ensinar nossos filhos a serem mais compassivos”. Até o momento o vídeo tem mais de 3,3 Mi de visualizações, 36 mil reações e 78 mil compartilhamentos. Posicionar-se em defesa de pessoas com Síndrome de Down tornou-se um dos focos do movimento Pró-Vida nos últimos anos, uma vez que em muitos lugares, 90% das crianças diagnosticada com síndrome de down são abortadas antes de nascer. A Igreja ensina que todos os seres humanos são feitos à imagem de Deus, têm valor inerente e, portanto, devem ser protegidos, amados e cuidados.

Plan C, una Esperanza llamada Juan Pablo

¿Qué hace un niño con una playera verde de soccer en la escena de un Viacrucis en Monclova?¡Recordándonos el amor más sublime, el de cuidar al otro con misericordia!Su inocencia, su amor desbordante y su Síndrome de Down, trastocan hoy nuestro ser.Juan Pablo es su nombre, que debería ser sinónimo de buena esperanza.Enseñemos a nuestros críos a comulgar más con la compasión.Agradezco a Claudia Fuentes que me compartiera este instante, en Plan C siempre divulgamos las buenas historias que tanta falta le hacen a nuestro mundo.

Posted by Soy Plan C on Sunday, April 1, 2018

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