Filantropia

Goleiro do Internacional e PM salvam duas pessoas que se afogavam em Santa Catarina

10 de dez de 2017 às 09:07 | em: Brasil,Filantropia

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O goleiro Marcelo Lomba (do Inter) e Policial Militar do Batalhão de Choque de Santa Catarina, Victor Bomfim – que estava de folga na praia – salvaram duas vidas na tarde desta terça-feira, na Guarda do Embaú, no município da Palhoça, litoral do estado. Depois de pular na água e conseguir segurar o homem identificado como Roger Granella, o goleiro acabou levado pela correnteza às pedras, onde se agarrou em meio às fortes ondas. Roger Granella foi levado pelo mar e só não morreu porque o PM Victor Bomfim – depois de salvar primeiro a mulher, Pamela Machado Oliveira – foi atrás do homem. Victor improvisou uma boia salva-vidas com garrafas pet e um cooler, colocou dentro da mochila e encarou o mar, que estava em fúria Ele ficou lá com o banhista por duas horas e meia até a chegada de um jet ski de um morador. Nem os salva-vidas que chegaram depois conseguiram retirar a vítima da água, tamanha a agitação do mar. “A gente estava brincando na areia, o Marcelo (Lomba, goleiro do Inter) com os filhos, não o conhecia pessoalmente. Foi quando a menina começou a gritar, sugada pela correnteza. Dizia “socorro”, “eu vou morrer”. Não havia salva-vidas na praia. Não dava para ver direito, eu entrei na água no braço mesmo, consegui vencer a arrebentação e resgatá-la. Quando cheguei na areia estava muito cansado. Foi quando ela começou a gritar “meu namorado, meu namorado”.

Como aconteceu

O goleiro do Inter também entrou no mar e conseguiu chegar até Roger Granella. Ele o segurou, mas a forte correnteza os separou. Lomba agarrou as pedras, teve alguns cortes, enquanto o policial, na areia, colocava garrafas dentro de uma mochila. “Corri na mochila, tirei tudo e coloquei duas garrafas pet e um cooler. Se eu fosse pela arrebentação, não conseguiria chegar. Então decidi ir pelas pedras. O Marcelo e um amigo meu foram me orientando porque era difícil até enxergar onde estava o rapaz. Parecia que eu nadava perdido. Consegui chegar na vítima e levá-lo até as pedras, e nisso já estava nadando havia uns 30 minutos. Só que o rapaz, que tem 130 quilos, já estava sem força nenhuma. Subi para tentar puxá-lo, mas ele não aguentou e caiu de novo na água, soltando a mochila”. O policial, então, foi de novo à água. “Entrei no mar novamente, busquei a mochila e fui até a vítima. O levei para o fundo, longe da arrebentação. Depois de uns 40 minutos lá chegaram um surfista e três salva-vidas. Mas mesmo em cinco não conseguíamos tirar ele do mar. Estava vomitando e sem força nenhuma. Um dos salva-vidas começou a ter cãimbra. Outro voltou para pedir apoio. Ficamos duas horas na água e conseguiram acionar um jet ski de um morador, quando finalmente conseguimos levá-lo para a areia”. O policial, que também é mergulhador, paraquedista e escalador, usou os seus conhecimentos do mar como bodyboarder  para a maior vitória da vida. “Vitória sobre a morte é a nossa glória” escreveu em uma rede social. Marcelo Lomba, já de férias após acesso do Inter à Série A, não poupou elogios ao policial, também nas redes sociais: “Queria homenagear o capitão Bomfim… Ainda mais hoje numa sociedade com tantos casos que nos deixam tristes sobre as pessoas que servem a comunidade, pude ver a atitude heróica do capitão Bomfim, que entrou na água e conseguiu salvar as duas pessoas num mar agitado, com muita correnteza. Eu tentei participar e quase fui levado. A gente tem que engrandecer e homenagear o capitão Bomfim pela atitude heroica que ele teve”. Segundo o Corpo de Bombeiros, as vítimas foram encaminhadas ao Hospital Regional de São José e passam bem. Pâmela Machado Oliveira, moradora de Porto Alegre, agradeceu o policial em comentário postado no Instagram. “Ontem de fato será um dia que eu e meu marido @rogergranella iremos lembrar para sempre, é de coração que agradecemos ao Capitão Bonfim @caveira12 pela coragem e esperteza a qual nos socorreu sem recursos suficientes para tal ato. É sim um herói. Seremos gratos eternamente” Pâmela, que mora em Porto Alegre- RS, ainda deu alguns detalhes sobre o acontecido com ela e o namorado, natural de Sapucaia do Sul-RS. “Já aos desavisados e pessoas que tiram conclusões sem saber do acontecido. 01: Estávamos com água pelo joelho e foi em questão de segundos que estávamos bem e do nada o repuxo nos levou. 02: NÃO ESTÁVAMOS BÊBADOS E NÃO FOMOS IRRESPONSÁVEIS. Isso pode acontecer com qualquer pessoa, mas aconteceu conosco. 03: Apesar de ser gordo, sedentário e não ter preparo físico, ele aguentou muito bem 2h no mar”. Segundo nota dos bombeiros, não havia salva-vidas “pelo fato da praia ser praticamente deserta”.

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Empresa que transforma resíduos de pneus em sapatos emprega mães que vivem em situação de pobreza

10 de dez de 2017 às 08:56 | em: Filantropia

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Alejandro Malgor e dois de seus amigos, Ezequiel Gatti e Nazareno El Hom resolveram aproveitar as 100 mil toneladas de pneus eliminados todos os anos na Argentina para fabricar sapatos. E fizeram mais que isso: dar oportunidades para desempregados, em particular, mães solteiras, na cidade natal deles, Mendonza. Hoje a empresa Xinga emprega 25 mulheres de área rurais, onde grande parte da produção é feita. Malgor diz que está empenhado em trabalhar com as comunidades locais e permitir que as mães solteiras permaneçam chefes de suas famílias. Tudo isso faz parte do projeto Across Women’s Lives, da série Wear and Tear: as mulheres que fazem nossas roupas. “É gratificante que empresas que compram nossos produtos saibam que estão ajudando a capacitar mulheres e pessoas excluídas pelo sistema”, diz ele. O principal objetivo da Xinca é capacitar as mulheres que não têm acesso à educação, dando a elas o treinamento que precisam para trabalhar. Malgor diz que ele e os seus co-fundadores querem devolver às mulheres a própria dignidade, ajudando-as a se tornar independentes ao ganhar sua própria renda. “Queremos ajudar as mães solteiras porque são tão importantes para a sociedade. São mulheres fortes que desejam dar as melhores vidas aos seus filhos, mas às vezes não possuem recursos, ou ferramentas para fazer isso”, diz Malgor.

Mãe de 2 filhos

Mauricia Vargas é uma dessas mulheres. Aos 40 anos, ela é mãe de dois filhos. Antes de se juntar a Xinca em 2014, ela trabalha no campo por longas horas e ganhava pouco. A Xinca deu a ela uma chance de aprender novas habilidades e ganhar mais dinheiro para sustentar sua família. “Para mim, ter um emprego significa ajuda econômica e, ao mesmo tempo, aprender coisas que eu gosto”, explica Maurícia. “Esta oportunidade é muito boa porque você não está apenas aprendendo, está encontrando pessoas incríveis no trabalho e ganhando dinheiro ao mesmo tempo”. “As mulheres que empregamos são mulheres que querem avançar, que querem melhorar a qualidade de vida de seus filhos, mas que não sabem como fazê-lo”, diz Malgor. “Então, nós geramos oportunidades econômicas e sociais para que elas possam fazer isso por si mesmas”. Desde o lançamento em 2013, a Xinca já reciclou 20 mil quilos de pneus, que são fornecidos por uma usina de reciclagem na capital argentina, Buenos Aires. Malgor e sua equipe também não se concentram apenas na reciclagem de pneus. Para fazer o próprio sapato, eles coletam sucatas têxteis da indústria da moda e estabeleceram várias parcerias com empresas que doam o tecido para Xinca. “O processo começa na usina de reciclagem, onde separamos os metais da borracha”, explica Malgor. “Então, cortamos os sapatos diretamente dos pneus. Para a outra parte do sapato, reutilizamos tecido da indústria da moda. Temos parcerias com diferentes marcas que querem comunicar que estão cuidando de seus resíduos “. A Xinca vende seus produtos, que agora incluem mochilas e bonés, tanto on-line quanto através da gigante de roupas éticas Patagonia. A empresa espera usar o dinheiro que ganhou em uma competição de 2017, The Chivas Venture, para expandir para a Austrália, Chile e Uruguai. A Xinca atualmente faz 1.500 pares de sapatos por mês.

Doação

A lei argentina exige que as empresas ofereçam aos seus empregados novos sapatos a cada seis meses, e a Xinca assinou recentemente um contrato com o município de Quilmes para ser o fornecedor oficial. A empresa também tem uma parceria com a Boca Juniors, de modo que por cada par de sapatos vendidos, uma é doada para um menino de baixa renda. A longo prazo, a Malgor procura incentivar outras empresas a adotar um modelo sustentável de trabalho que inclua mulheres. Ele diz que sua “vida fácil com muitas oportunidades” o incentivou a dar “pelo menos uma” oportunidade a pessoas que não tiveram o mesmo começo na vida. “Queremos redefinir o que significa ser bem sucedido nos negócios. Queremos pensar no sucesso como quem ajudamos e não apenas pelo dinheiro que fazemos“.

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Taxista salva menina de pedófilo da internet

05 de dez de 2017 às 16:27 | em: Filantropia,Mundo

Foto: Reprodução

Um taxista está sendo chamado de herói e foi premiado depois evitar que uma menina de 13 anos fosse sequestrada por um pedófilo que conheceu na internet. Satbir Arora foi condecorado pela administração regional de Cherwell e South Northamptonshire, na Inglaterra, onde havia participado de um treinamento para proteção da população em dezembro do ano passado. Ele recebeu na semana passada um certificado por seu “feito excepcional em defesa da comunidade”, depois que sequestrador foi condenado também na semana passada.

História 

Tudo começou em fevereiro, quando Satbir Arora levou uma passageira adolescente de Oxfordshire, condado no sudeste da Inglaterra, para a estação de trem de Gloucester. Não havia ninguém aguardando por ela, por isso Satbir Arora suspeitou que havia algo errado. Enquanto esperava para ver se alguém aparecia, ele dividiu suas preocupações com sua mulher, que trabalha na empresa de táxi do casal. Desconfiado de que a passageira estava escondendo algo, o taxista pediu que a adolescente falasse com sua esposa no telefone. Eles descobriram então que os pais dela não estavam cientes da corrida. E resolveram chamar a polícia. “Ele (Arora) telefonou para a pessoa que a passageira disse que iria encontrar, e gravou as chamadas, que mais tarde foram usadas como evidência contra Sam Hewings (condenado por tentativa de sequestro)”, diz comunicado à imprensa emitido pela administração regional de Cherwell e South Northamptonshire.

Pedofilia

De acordo com o comunicado, registros de conversas online de Hewings, entregues à Justiça, mostraram tendência à pedofilia, além de revelar que ele havia falado sobre sequestrar, sedar e violentar uma vítima.“Quando os policiais o prenderam, em sua casa, encontraram uma mochila com facas, fita adesiva e comprimidos de codeína (um analgésico)”, acrescenta o texto. Sam Hewings, de 24 de anos, foi condenado na semana passada a cinco anos de prisão por tentativa de sequestro, distribuição e produção de imagens obscenas, noticiaram tabloides britânicos.

Treinamento

A administração regional de Cherwell exige que os taxistas participem de um treinamento obrigatório para proteção da população. “Não sei como agradecer a Arora por sua atitude zelosa e por perceber que a passageira estava em perigo. Ele a salvou de uma provação inimaginável e teve a presença de espírito de registrar suas ligações para o provável sequestrador, fornecendo evidências cruciais ao Ministério Público”, afirmou Kieron Mallon, membro da administração regional de Cherwell, que entregou o certificado ao taxista.

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Homem injeta veneno de cobra no próprio corpo para salvar vidas de outras pessoas

01 de dez de 2017 às 16:22 | em: Filantropia,Mundo

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Steve Ludwin, de 51 anos, extrai e injeta em si mesmo veneno de cobras. Ele faz isso há mais de 30 anos, e garante que sua imunidade é impecável. “Percebi que não estava mais ficando doente. Vou completar 14 ou 15 anos sem pegar um resfriado ou uma gripe”, diz. Cuidadosamente, ele segura serpentes pela cabeça para extrair o veneno usando um pote coberto por um plástico. Em seguida, usa uma seringa para coletar a substância. Ludwin lida com as mais perigosas cobras do mundo – e sabe dos riscos que corre. “É extremamente perigoso mexer com isso, obviamente, mas eu aprendi com meus erros e desenvolvi uma técnica muito boa agora”, afirma. Ele admite que já teve muitos problemas com esse hábito pouco usual – quase morreu, por exemplo. “Fui parar na UTI uma vez, há uns três anos. Os médicos me disseram que eu ia morrer, ou que eles teriam que amputar meu braço porque estava muito inchado e ficando preto”, conta. Mas Ludwin quer desenvolver um soro antiofídico que seja seguro e barato para ajudar a salvar vidas. Para isso, cientistas na Dinamarca estão estudando seus anticorpos. O soro antiofídico é produzido a partir do veneno retirado da própria cobra e da hiperimunização de animais, normalmente cavalos. Ele é usado como antídoto quando uma pessoa é picada por uma cobra – a substância neutraliza o veneno no sangue e nos tecidos dessa vítima. Existem diferentes tipos de soros, pois eles dependem do veneno de serpentes distintas. Por isso, em caso de picada, é importante saber descrever em detalhes o tipo de cobra. No Brasil, existe um antídoto polivalente, fabricado a partir do veneno de jararaca e cascavel, para quando não se sabe exatamente qual espécie atacou.

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Veterinário busca por cadela que fugiu em Araci; ajude a encontrar

01 de dez de 2017 às 15:44 | em: Araci,Filantropia

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Uma cadela da raça Shitzu está sumida em Araci. A cadela sumiu na manhã desta sexta-feira (01). O veterinário José Bonifário, popularmente conhecido como Boni, é quem está buscando pelo animal. O animal fugiu da casa dos seus proprietários, no centro da cidade. Ajude a encontrar. Viu o animal? Ligue: 75 9 9124-1704.

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Irmão doa pele e salva gêmeo que teve 95% do corpo queimados

28 de nov de 2017 às 16:49 | em: Filantropia

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Franck Dufourmantelle, de 33 anos, estava com queimaduras em 95% do corpo. Ele foi salvo graças ao transplante de pele de seu irmão gêmeo em hospital na França, uma conquista sem precedentes de acordo com médicos. “É a primeira vez que realizamos um transplante de pele entre gêmeos em 95% do corpo”, disse à AFP o médico Maurice Mimoun, diretor da unidade de cirurgia plástica no hospital Saint-Louis de Paris. Até agora, haviam sido registrados dois casos de transplante entre gêmeos de até 68% da superfície do corpo, segundo o cirurgião. De acordo com o estado de saúde de Franck, a probabilidade de sobrevivência era quase nula. A vantagem da pele transplantada ser “de família” é que nunca será rejeitada pelo corpo e, portanto, não precisa de um tratamento imunossupressor. Isso acontece porque os gêmeos idênticos têm o mesmo capital genético, segundo os médicos. Em 27 de setembro de 2016, Franck foi admitido no hospital após sofrer um acidente no trabalho. Os médicos descobriram que ele tinha um gêmeo homozigoto (do mesmo óvulo), Eric Dufourmantelle. O paciente passou por uma dezena de operações, incluindo os transplantes e intervenções para retirar a pele queimada e tóxica para o organismo, segundo Mimoun. A primeira cirurgia aconteceu sete dias depois da hospitalização. Os irmãos foram operados ao mesmo tempo, com o objetivo de realizar o transplante de forma imediata. Os médicos repetiram o procedimento no 11° e no 44° dia da internação para cobrir a totalidade da superfície queimada. Hoje, Franck que voltou a caminhar e está em casa. Ele segue um programa de reabilitação em uma clínica, de acordo com equipe médica responsável. Segundo a agência RFI, a pele do doador foi retirada na forma de “camadas finas” do crânio, que cicatriza rapidamente, em menos de uma semana. Pequenos pedaços de 5 a 10 cm de largura também foram extraídos das costas e das coxas de Eric, que demoraram dez dias para cicatrizar. No total, 45% da pele transplantada foi obtida por meio de uma máquina que ampliava os pedaços menores, num processo semelhante à fabricação de meias-calças femininas. O tecido era depois transferido para as áreas queimadas. “As pequenas feridas entre cada malha cicatrizam em 10 dias”, disse o cirurgião à RFI. Para o doador, as operações quase não deixaram marcas. “Talvez tenha uma pequena diferença de pigmentação”, afirmou o médico. Geralmente, pessoas com quase 100% do corpo queimado recebem a pele de um doador falecido, mas esta é sistematicamente rejeitada após algumas semanas e deve ser substituída.

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Natal solidário da Cipe Nordeste; doe roupas e alimentos para ajudar os mais necessitados

24 de nov de 2017 às 19:00 | em: Filantropia

Sem-teto ajuda casal que estava sem combustível com 20 dólares e ganha 200 mil em troca

23 de nov de 2017 às 16:21 | em: Filantropia

Foto: Reprodução

O bem vai e volta e não podia ser diferente com Johnny Bobbit que mora nas ruas da Filadélfia, EUA. Ele emprestou os 20 dólares, cerca de 70 reais pra Kate McClure que ficou sem combustível numa estrada no meio do nada. Depois disso Kate e o namorado dela, Mark D’Amico, fizeram uma vaquinha virtual pra que Johnny pudesse se alimentar e ter um lugar para morar após ajudá-la em um momento de dificuldade. “Eu dirigia pela Filadélfia a noite quando o meu carro ficou sem combustível. Saí do carro em direção ao posto mais próximo quando encontrei Johnny. Ele me disse pra voltar pro carro e trancar as portas. Poucos minutos depois, ele voltou com uma lata de gasolina, usando seus últimos 20 dólares pra garantir que eu chegasse em casa em segurança”, conta Kate. “Nós fomos a uma loja e compramos uma grande bolsa com comida para ele. Ele mordeu um pedaço da barra de cereais que o demos e ainda nos ofereceu outro pedaço”, afirmou Kate em entrevista ao jornal norte-americano NY Post. Johnny não me pediu um dólar, e não consegui devolver nada porque não tinha dinheiro, mas fiquei pensando nas últimas semanas. Paguei o combustível, lhe dei uma jaqueta, luvas, um chapéu e meias quentes e sempre que o via lhe dava alguns dólares. Mas, eu queria fazer mais por este homem altruísta, que saiu do seu caminho apenas pra me ajudar naquele dia. Ele é um grande homem e cada vez que o via, algo me fazia querer ajudá-lo cada vez mais”, confessou Kate.

Campanha

Tocados pela generosidade do rapaz, eles decidiram contar a história dele e iniciar uma campanha na internet para levantar dinheiro suficiente para o rapaz pagar cinco meses de aluguel e despesas com comida e energia. “Ele voltou do tempo de serviço à marinha e por algum motivo se desentendeu com a esposa. Isso o atingiu em cheio e fez ele passar por todos esses maus momentos. Hoje, ele vive viajando ao redor dos Estados Unidos”, disse Kate. A campanha foi um sucesso. “Em pouco tempo já tínhamos alcançado US$ 17 mil (cerca de R$ 55 mil) e subia US$ 200 a cada minuto”, comentou Mark. Uma das doadoras chegou a oferecer um ano de aluguel para o rapaz. Agora, a campanha já ultrapassa os 2oo mil dólares,mais de meio milhão de reais, em apenas 12 dias. Ele deve passará o dia de Ação de Graças com a família do casal e depois disso vai reorganizar a própria vida. “Ele é uma pessoa genuinamente boa, então merece tudo o que está vindo para ele”, afirmou Kate.

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Bondade muda vida de barbeiro que atendia pobres de graça

21 de nov de 2017 às 16:54 | em: Filantropia

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Um barbeiro generoso e altruísta, que atendeu pelo menos 1.000 sem-teto nas ruas, de graça, teve a vida transformada. Brennon Jones, de 29 anos, tinha uma pequena cadeira e um quadro que dizia “Haircuts 4 Homeless” – cortes de cabelos para sem-teto, em tradução livre. Impressionado com o trabalho e a caridade de Brennon, Sean Johnson, dono de uma barbearia em Ogontz, na Filadélfia, EUA, ofereceu um emprego a ele. Mesmo sendo casado e pai de quatro crianças, Brennon recusou, educadamente. A paixão dele é a missão de servir aos desabrigados e o homem não estava disposto a desistir. “Eu cortei cabelos por 11 anos, e nunca fui feliz. Eu tenho sido feliz com que tenho feito no Haircuts 4 Homeless e não ganho nada em troca “, disse Jones, que é nativo de Chester e agora mora no oeste da Filadélfia.

Surpresa

Ele acredita que é uma missão e a prova veio no mês passado, quando se encontrou novamente com Johnson, de 44 anos. O homem ofereceu a ele uma barbearia que estava parada, mas totalmente mobiliada na Old York Road. Johnson jogou as chaves da loja para o barbeiro e disse: “” Se você ama, é seu ” e então ele saiu”, lembrou Brennon Jones. O doador, que passou por uma escola de barbeiro há décadas, enquanto passou seis anos na prisão por assalto, disse que nunca esqueceu as chances que as pessoas lhe deram e que queria fazer o mesmo por Jones. “Você vê muitas coisas ruins nessa cidade – quando você vê algo de bom, você quer fazer parte disso”, disse Johnson. A história de Brennon Jones foi parar na mídia norte-americana em janeiro e o Haircuts 4 Homeless viralizou. Ele esteve no programa de Rachael Ray, na TV e participou de uma turnê de cortes solidários em 12 cidades. Os vídeos dos cortes de cabelo que ele faz em sem-teto fizeram tanto sucesso e foram vistos por tantas pessoas nas redes sociais, que uma nova surpresa aconteceu.

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Quando Brennon estava cortando o cabelo de um sem-teto, ao vivo no Facebook, ele foi reconhecido pela sobrinha. Ela acreditava que o homem estava morto há sete anos e foi buscá-lo. A inauguração da barbearia de Brennon Jones, chamada Phenomenon Perfection, foi na semana passada. No dia seguinte ele começou a atender aos clientes sem-teto. Brennon disse que vai abrir todas as segundas-feiras só para cortar os cabelos dos moradores em situação de rua e providenciar almoço e exames de saúde para eles. Ele, que não sabia muito sobre sem-teto antes de começar sua missão, disse que aprendeu que muitas pessoas “só precisam de um novo começo”. “Eu sempre digo que não é da minha conta como eles chegaram nessa situação, mas eu faço o meu negócio para ajudá-los a sair”, disse ele. “É mais do que um corte de cabelo para mim. Eles me olham como a benção, mas eu olho para eles como a benção “, concluiu.

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Comerciante salva crianças presas em carro durante enchente

08 de nov de 2017 às 15:49 | em: Filantropia

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Um comerciante corajoso salvou 2 crianças que estavam presas dentro de um carro que estava sendo levado pela enchente. O pai delas estava em cima do automóvel gritando por socorro. Quando Anderson Guimarães de Almeida viu a cena, ele entrou no meio da água – amarrado com um acorda na cintura – e foi caminhando até o veículo. Ele retirou os meninos pela janela do carro, segurou um em cada braço e saiu carregando os dois, com a água acima da cintura até chegar em terra firme. O ato de coragem e solidariedade aconteceu no último fim de semana em frente ao posto de combustíveis  Chão Doce, no Jardim Santa Cruz, na cidade de Avaré, no interior de São Paulo. “Estava trabalhando quando escutei um homem gritando pedindo ajuda. Fui ver e ele estava em cima de um carro desesperado falando que seus filhos e esposa estavam dentro do veículo.

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Eu vi o desespero dele e na hora não veio mais nada na minha mente do que ajudar. Mantive a calma e enfrentei a chuva”, disse Anderson, que é dono da loja de conveniência ao lado do posto. “Eu sou pai e me coloquei no lugar dele. Então, fiz o que tinha que fazer. Corri para resgatar as crianças”, concluiu. Anderson foi um dos que ajudaram no resgate. No posto de gasolina, onde o piso é mais alto que o nível da rua, um frentista, segurava a corda de segurança. “Fui até o carro com uma corda e um frentista do posto ficou do outro lado. No veículo estava a mãe das crianças que tentava acalmá-las. Peguei os meninos e os entreguei para o pai. Em seguida, empurramos o carro e a mãe também saiu”, relata. E este não foi o único salvamento do dia. “Sou dono da loja de conveniência do posto e estava trabalhando, quando do nada a rua ficou muito alagada. Horas antes tinha socorrido uma senhora que o carro ficou ilhado. Foi então que comecei a ouvir os gritos do motorista desesperado falando dos filhos. Foi assustador”, diz. Para o comerciante, a sensação foi de dever cumprido. “Quando entreguei a sensação foi de alívio que fiz o correto. A família estava assustada, mas tudo deu certo”.

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Família busca por cachorro desaparecido no bairro da Bombinha em Araci

08 de nov de 2017 às 15:12 | em: Araci,Filantropia

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Jessica entrou em contato com o site A Voz do Campo e pediu ajuda para que seu cachorro de estimação fosse encontrado em Araci. O animal atende pelo nome Bebê. A família reside na Rua Marechal Rondon, bairro da Bombinha, n° 96, Araci. Jéssica está em São Paulo no momento, mas Antônia é quem cuida e procura pelo animal. Eles residem na antiga casa do Galego da Sucata. Ajude! Entre em contato ao ver o animal: 75 992103226.

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Alunos acham sacola com R$ 20 mil na rua e devolvem ao dono

02 de nov de 2017 às 14:57 | em: Filantropia

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O que você faria se achasse na rua uma sacola com 20 mil reais? Quatro adolescentes honestos encontraram e…  devolveram ao dono! “É para servir de exemplo para os governantes. Não dá para pegar o que não é nosso”, disse Gabriel Dias Brandão, de 15 anos. O caso aconteceu em Faxinal, no norte do Paraná. Os amigos, com idades entre 14 e 15 anos, voltavam do colégio quando um deles resolveu chutar uma sacola que estava no chão, a duas quadras da escola. Gabriel Brandão, João Cassarotti, Gustavo Del Grande e Vitor de Jesus nem imaginavam que lá dentro estavam cerca de R$ 20 mil, que dono de uma rede de mercados havia perdido momentos antes. “Na hora eu nem pensei [no que pudesse ser], porque direto a gente sai chutando pedra. Mas o chute deu sorte. Era muito dinheiro”, disse o estudante Vitor Hugo Oliveira de Jesus, de 15 anos, ao G1. “Ficamos muito surpresos. Não é normal estar andando e encontrar esse valor”, diz João Levy Cassarotti, de 14 anos. Era tanto dinheiro na sacola que os jovens disseram que não tinha como contar. Eles guardaram a sacola em uma mochila e ligaram para os pais, pra tentar encontrar quem havia perdido a quantia.

Dono desesperado

Alí perto, o proprietário da rede de mercados, Fábio Severini, já estava desesperado com a sacola que havia perdido. “Quando cheguei na minha outra loja para fazer os pagamentos, me dei conta de que estava só com as contas, sem o dinheiro. Bateu aquela preocupação, porque quem vai devolver dinheiro nos dias de hoje, né?”, questionou.

Recompensa

No mesmo dia, 19, o dinheiro foi devolvido para o dono, mas ele encontrou os garotos pela primeira vez nesta terça-feira, 31. “Eu desejo que eles continuem sendo essas pessoas, tendo essa atitude, e que encontrem muito mais coisas na vida.” Como recompensa, ele deu um “agrado” aos adolescentes: R$ 200 para dividir. “Deu para comer um lanche”, disse Vitor Hugo, aos risos.

Honestidade

Os meninos honestos estão felizes e com a consciência tranquila. “Se a gente tivesse pegado R$ 5 mil para cada um, a gente não estaria vivendo essa alegria de estar todo mundo elogiando a gente. Ter devolvido o dinheiro foi a melhor escolha”, disse Gustavo Henrique Del Grande, de 15 anos

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Jovem de 24 anos pede ajuda para tratamento de câncer em Tucano; veja como ajudar Silvana

02 de nov de 2017 às 09:50 | em: Filantropia,Tucano

Foto: Divulgação

A jovem Silvana Passos Góes tem 24 anos e já é uma lutadora e tanto. Há 03 meses diagnosticada com câncer de garganta, ela enfrente sessões de radioterapia e todas as consequências da batalha pelo restabelecimento da sua saúde. Nas últimas semanas ela entrou em contato com a rádio Tucano FM e vem recebendo todo o apoio na busca por contribuições. “Peço ajuda para comprar minha alimentação porque ela é muito cara. Também preciso de ajuda para o combustível nas viagens para Feira de Santana. Meus remédios são caros por causa da doença. Quem puder ajudar, que me ajude. Que Deus abençoe a todos“, disse ela.

Como ajudar?

Faça contato com a rádio Tucano FM: (75) 3272-2179

Sorteio de um Carneiro na Churrascaria Avenida, em Tucano, neste sábado (04) às 19 horas. A cartela custa R$ 5,00. Você pode adquirir com o radialista Jackson Sena. Contato: 75 9 9801-8861.

Confira o vídeo divulgado por ela:

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Ex-miss ajuda carentes com dinheiro que ganhou na loteria

01 de nov de 2017 às 14:38 | em: Filantropia

Foto: Reprodução

Uma ex-miss e dona de agência de modelos trocou as passarelas pelo trabalho voluntário. A canadense Rachel Lapierre usa o dinheiro que ganhou na loteria para ajudar pessoas carentes. O sonho dela era seguir os passos de sua ídola, a Madre Teresa de Calcutá, e se dedicar integralmente às pessoas carente. Em 2013 Rachel ganhou o prêmio da loteria “Gagnant à vie”, ou “vencedor para a vida”, de Montreal: um “salário” vitalício de 4 mil dólares canadenses por mês (52 mil ao ano, o que dá o equivalente a R$ 11 mil por mês). Ela conta que havia feito uma promessa: “Eu havia feito uma promessa ao universo e estava disposta a cumpri-la. Eu queria fazer alguma coisa que eu amasse para o resto da vida. Queria ajudar aos outros.” Levou dois meses para que Rachel largasse seu emprego e lançasse sua própria organização de caridade, a Le Book Humanitaire. A entidade, localizada em Saint-Jerome, a 60 km e Montreal, usa as mídias sociais para conectar pessoas que precisam de ajuda com aquelas que podem ajudá-las. Na sua página do Facebook, que tem 22 mil seguidores, as pessoas em dificuldade relatam suas necessidades; quem deseja ajudar pode informar as coisas ou serviços que podem doar. “Vamos dizer que você tenha roupas para doar. A gente coloca você em contato com a família que precisa dessas roupas e deixamos que você dê a eles você mesmo”, explica Rachel. “Não é apenas sobre coisas materiais. Você pode acabar levando um paciente com câncer a uma consulta.”

História

No início dos anos 1980, ela entrou para uma agência de modelos onde foi encorajada a disputar o concurso de beleza Miss Quebec. Para sua surpresa, ela, então com 21 anos, ganhou a disputa. No ano seguinte Rachel conseguiu viajar pelo Canadá como Miss Quebec e até conseguiu conhecer o primeiro-ministro da província de Quebec na época, Rene Levesque. Isso a inspirou a criar sua própria escola de modelos em 1984, com dez pessoas trabalhando, para ensinar jovens mulheres a construir suas carreiras na indústria. Ela fechou o negócio no fim dos anos 1980 para se dedicar aos quatro filhos e ao trabalho voluntário.

Caridade

Foi essa paixão que a fez criar a Le Book Humanitaire há quatro anos. Neste ano, a entidade promoveu mais de 15 mil ações diretas no Quebec, de mobiliar um apartamento para uma família de refugiados sírios a achar uma casa para uma sem-teto com dois recém-nascidos. Rachel fundou sozinha a organização, que hoje conta com 10 voluntários em período integral e um conselho, investindo 70 mil dólares canadenses (cerca de R$ 179 mil). “Esse dinheiro semanal de 1 mil dólares canadenses (cerca de R$ 2560) que ganhei da loteira me permitiu não ter que ir mais trabalhar e financiar minha organização”, conta Rachel. “Pago o aluguel do escritório e outros custos administrativos.” Mesmo assim há limitações no orçamento. Após ela ter dado uma entrevista para uma emissora canadense, o número de seguidores da Le Book Humanitaire saltou de 4 mil para 22 mil seguidores. Com isso, também aumentaram as solicitações de ajuda, assim como a de doações, e a organização sofreu para se manter. Foi preciso mais espaço para guardar as doações, e a ex-modelo não podia bancar isso sozinha. “Estamos contando com alguns municípios para nos emprestarem escritórios e fazerem doações. Sempre tem um jeito de fazer as coisas acontecerem”, conta. Apesar dos desafios, Rachel não desiste. Ela diz: este trabalho “alimenta minha alma.”

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Serrinhense está em situção de rua em Salvador; ajude a encontrar a família

01 de nov de 2017 às 08:44 | em: Filantropia,Serrinha

Foto: Reprodução | Facebook

Waldirene Mendes de Santos, 46 anos, é natural da cidade de Serrinha e está há cerca de um ano em situação de rua na Praça da Inglaterra, no bairro do Comércio em Salvador. Segundo Adermes Júnior, que divulgou as imagens e a informação nas redes sociais, Waldirene foi assaltada e perdeu todos os documentos quando foi para um consulta em Salvador. Ela não podia deixar a cidade sem provar que era mãe do pequeno Rafinha, quem ela deixa sob a guarda de uma baiana de acarajé para não perder a tutela do filho. Desde então, sobrevive com a ajuda de transeuntes. Ela é viúva de Rafael Cardoso Santana. De acordo com ela, sua mãe, Carmelita Mendes de Santana, mora em Santa Catarina, mas ainda residem em Serrinha os seguintes familiares:

Rosa de Santana (avó)
Carmélia Santana Matos (tia)
Vivaldo Santana Matos (marido da tia Carmélia)
Atanázia Bispo Santos (tia)

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Fila gigante é formada para cadastro de medula a menina que ‘não aguenta mais quimio’

31 de out de 2017 às 14:52 | em: Filantropia

Foto: Reprodução

Mais de 1,6 mil pessoas formaram uma fila para se cadastrar como doador de medula óssea para ajudar a moradora de Tatuí (SP), Júlia Abrame de Oliveira, de apenas 6 anos, que foi diagnosticada com leucemia há quatro anos, disse ao G1 a mãe da menina, Adriana Cristina Delalori Abrame de Oliveira. O mutirão foi organizado neste sábado (28) no Centro Médico de Especialidades Médicas (Cemem) por uma amiga de Adriana, que é enfermeira, e se sensibilizou pela história da menina, que busca um doador após os médicos informarem que nem a irmã é compatível para o transplante. Porém, segundo Adriana, o número de cadastro ultrapassou as expectativas. “Estou emocionada com tanto amor e carinho das pessoas que se mobilizaram para ajudar uma criança, muitos nem a conhecem, mas deixaram de lado seus afazeres e enfrentaram uma fila para se cadastrar. Além dessas pessoas, recebi mensagem de outros estados e até da Argentina e Dubai, dizendo que fizeram o cadastro para ajudar a Júlia. Eu só tenho que agradecer”, conta emocionada. Ainda segundo Adriana, além das pessoas que se cadastraram, cerca de 400 pessoas foram dispensadas, pois havia acabado os kits para coleta de sangue. “A campanha estava prevista para acabar às 17h, mas soubemos que antes desse horário já havia acabado os kits e então tiveram que dispensar as pessoas que estavam na fila. Por conta disto, uma nova campanha será organizada, porém ainda não temos uma data marcada”, explica. Com o cadastro realizado, o sangue coletado vai para um laboratório que fará os procedimentos necessários para inserir os voluntários no cadastro nacional de doadores. “Acredito que na próxima semana já temos os resultados, mas sei que vai dar tudo certo, não sei quais os planos de Deus, mas já está tudo planejado. A campanha foi para a Júlia, mas sei que isso vai ajudar também outras pessoas que aguardam por um doador compatível”, conclui. Eloisa Maria Soares, de 47 anos, ficou sabendo da campanha pelas redes sociais e ,comovida com a história da criança, decidiu se cadastrar. “A cidade inteira está comovida, foram espalhados cartazes por toda cidade. Eu fiquei sabendo do mutirão pelas redes sociais e decidi fazer o cadastro”, conta. Júlia foi diagnosticada com leucemia quando tinha apenas 2 anos, desde então começou a fazer o tratamento, e agora precisa do transplante de medula óssea para continuar com as sessões de quimioterapia e radioterapia. “Ao longo dos anos, com a quimioterapia e radioterapia, a medula da Júlia passou a não aguentar mais, tanto que ela não tem conseguido mais recuperar o funcionamento da medula no pós-quimioterapia. Quando ela recomeçou a fazer o tratamento ficou internada com a medula totalmente zerada nas funções. Nos informaram, então, sobre a necessidade do transplante e soubemos que a irmã mais nova, que tinha grandes chances de ser a doadora, não era totalmente compatível. Foi aí que começamos a incentivar o cadastro de doador de medula para achar alguém”, conta a mãe da menina. Segundo a oncologista Luíza Milare, que acompanha o tratamento da garota no Hospital do Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil (Gpaci), em Sorocaba (SP), a chance de encontrar um doador fora da família é de 1 em 100 mil . Por isso, a importância de incentivar o cadastro de doadores de medula. “Sempre quando apontamos o transplante, procuramos saber a compatibilidade nos irmãos. Há 25% de chance do irmão ser 100% compatível, 50% de chance de ser metade e 25% de não ser. No caso da Júlia, a irmã dela, de 4 anos, é metade compatível. Já a chance fora da família é uma em 100 mil. Ela precisa do transplante para continuar com o tratamento, já que não responde mais com as sessões de quimio”, explica a oncologista.

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Honestidade transforma vida de desempregado que devolveu R$ 2 mil

27 de out de 2017 às 14:21 | em: Filantropia

Foto: Reprodução

Honestidade. Pra quem ainda não acredita que o bem feito a alguém retorna pra sua vida, a história de Juliano Moraes prova que as boas ações vão e voltam. O jovem de 27 anos, que estava desempregado e tem problemas de obesidade, encontrou e devolveu uma carteira com 2 mil reais que achou na rua, na cidade de Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul. Dentro da carteira, além do dinheiro, tinha um cartão de visita de um corretor de seguros. E foi então que, mesmo contra os princípios, Juliano usou 20 reais do total para colocar crédito no celular e ligar para o dono. “Eu aprendi com a minha mãe que eu nunca deveria pegar algo de alguém, não importa o valor ou a minha necessidade. Tenho esse princípio comigo. Porém, eu não tinha nenhum dinheiro, então eu peguei R$ 20 para colocar créditos no celular. Daí, pude ligar para o contato e perguntei pra pessoa se conhecia o tal de Adair, que tinha os documentos na carteira. Ele disse que sim, então passei o meu número e pedi para ele avisar que eu encontrei a carteira dele, com os documentos e o dinheiro”, disse Juliano ao Correio de Gravataí. O proprietário da carteira, Adair Souza, sequer tinha dado falta da carteira e só foi pegar o recado no outro dia. Ele ligou para Juliano e combinou a entrega. “Saí na esperança de pegar os documentos, o que já era grande coisa. Quando o encontrei e peguei a carteira, [estava] com todo o dinheiro que eu iria usar para pagar um pedreiro que estava trabalhando para mim. Ele ainda me avisou que usou 20 pilas para colocar créditos no celular. Fiquei impressionado com a honestidade dele e lhe dei R$ 100”, contou Adair.

A recompensa

Adair, contou a história para o sócio, André Alves e foi então que a vida de Juliano começou a mudar. Eles queriam ajudar o jovem, mas, queriam encontrar uma função que não comprometesse o trabalho, já que a empresa deles é de manutenção de torres de telecomunicações. “Acabamos de assinar um bom contrato e já preenchemos mais de 100 vagas. Eu disse ao André que deveríamos criar uma vaga pra ele, que fosse pra cuidar do almoxarifado, dos equipamentos e ferramentas, pois tínhamos problemas de confiança com alguns colaboradores. O que foi decisivo pra mim, foi o fato dele ter cuidado do meu dinheiro, então por que ele não poderia cuidar dos materiais da empresa?”, explicou Adair. Adair ligou pra Juliano e deu a notícia que ele esperava há um ano. “Tu estás contratado! Vem trabalhar com a gente , te apresenta ao André que tu já vais começar”, comunicou Adair. Juliano já estava desacreditado, mas cursava o EJA – ensino de jovens e adultos – para concluir o Ensino Fundamental e tentar um oportunidade de trabalho. O sócio André comemorou: “É um ser humano fantástico, muito atencioso e prestativo. Ele é exemplo para quem tem preparo físico, mas não tem interesse e compromisso com o trabalho.” Juliano comemorou mais ainda: “Eu não esperava nada disso. Fiquei feliz só de devolver a carteira, porque era o certo a ser feito. Agora só agradeço ao Seu Adair e ao Seu André. Quero que eles contem comigo, pois agora somos uma equipe.”

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Idoso de 89 anos cata latinhas para ajudar famílias carentes

26 de out de 2017 às 16:59 | em: Filantropia

Foto: Reprodução

Um idoso que precisava caminhar, por ordem médica, decidiu usar seus passeios para ajudar a ele próprio e também a quem precisa. Seu José Calixto, de 89 anos, passou a recolher latinhas nas ruas, vendê-las e reverter o dinheiro em cestas básicas para famílias carentes de Vila Velha, no Espírito Santo. A ideia surgiu há 5 anos, quando ele foi ao médico, pela falta de mobilidade, e o doutor pediu que o idoso se exercitasse para fortalecer a musculatura. Do contrário acabaria numa cadeira de rodas. Seu José começou então a sair todas às noites de casa pra recolher latinhas, enquanto caminhava no entorno de sua casa. “Em seguida eu estava com um tanto delas em casa, e tive que achar uma forma de dar um fim àquilo”, disse ao G1, se referindo à ideia que teve de vendê-las. “Ai eu pensei que se eu as vendesse, conseguiria dinheiro e poderia transformar esse valor em uma boa ação. Então, comecei a comprar arroz, feijão, e dava para quem eu sabia que precisava”, relembra. Hoje, Calixto confessa que a recompensa é ver o sorriso, principalmente das crianças, no rosto de quem recebe as doações. “É impagável. E é muito triste saber que tem gente passando fome. Poder mudar um pouco essa realidade é transformador para mim”, detalha. Seu Calixto, como é chamado, mora com uma filha, que também o ajuda com as tarefas diárias. “Ela cuida de mim, e acha muito legal o trabalho que faço. Ela só fica preocupada com algo que possa acontecer comigo, já que eu só saio para recolher as latinhas à noite. Eu não saio de casa sem fazer minhas orações”, diz. Quando vai recolher as latinhas, seu Calixto passa por mais de 40 lugares diferentes, em Vila Velha, com um carrinho parecido com aqueles de supermercado. Ele usa o carrinho para se apoiar durante a caminhada. “Não consigo andar por muito tempo, minhas pernas já não respondem mais como antes. Mas eu não vou parar”, avisa, entusiasmado. Seu Calixto já chegou a juntar meia tonelada de latinhas. Ele conta que hoje vende o montante de dois em dois meses. “Eu não consigo um volume bom todo mês, então chamo a empresa responsável dando um intervalo de uns 60 dias e consigo tirar cerca de R$ 600 a R$ 700”, complementa. Com o dinheiro, ele compra cestas básicas. Das cestas que consegue adquirir, duas ele dá à igreja que frequenta, em Itapuã, bairro de Vila Velha. As outras, ele divide entre famílias que realmente sabe que precisam de comida. “Antes de dar as doações eu faço questão de conhecer quem é que vai ter as cestas”, esclarece. E nessa crise financeira que o país atravessa, não são apenas moradores de rua que ele ajuda. “E olha, não é só família miserável e maltrapilha que eu ajudo. Já ajudei gente que já teve carro, que tem profissão. Mas você sabe, né? Todo mundo passa por situações complicadas de vez em quando, e todo mundo merece uma ajuda para se reerguer”, destaca.

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Homem acha carteira com mais de R$ 1 mil na saída de banco e encontra dono pelo Facebook

25 de out de 2017 às 14:43 | em: Filantropia

Foto: Reprodução

O analista Milton Boese, de 36 anos, encontrou o dono de uma carteira cheia de documentos, cartões e com mais de R$ 1 mil através de um post no Facebook. O caso aconteceu nesta terça-feira (24), em Curitiba. A honestidade de Boese chamou a atenção dos usuários das redes sociais, que fizeram vários compartilhamentos até que o dono da carteira fosse encontrado. “Eu fui até a minha agência bancária, que fica no bairro Pinheirinho, para negociar o limite da minha conta com o gerente. Quando estava saindo, encontrei a carteira. Eu até dei uma olhada para ver se encontrava o dono por perto, mas ele não apareceu”, contou Milton. Boese disse ainda que quando chegou no trabalho fez o post com a imagem do dinheiro e ficou impressionado com o tamanho da repercussão. “Foram mais de 400 curtidas e 200 compartilhamentos. Em menos de uma hora apareceu uma amiga minha em comum que conhecia o dono da carteira. Foi então que eu liguei pra ele e conseguimos nos comunicar”, comemorou. “Ele estava emocionado e disse que só percebeu que tinha perdido a carteira quando foi até um posto de gasolina para abastecer o carro. Coitado, até reteram o celular dele no posto porque não tinha dinheiro para pagar o combustível”, contou Milton. O dono da carteira é o operador de máquina Leandro César Avelino, de 27 anos. Ao G1, ele contou que foi a um banco que fica próximo ao que Milton foi e que não percebeu quando a carteira caiu do bolso. “Eu tinha ido até a agência para fazer um depósito e ia usar o dinheiro para pagar as contas do mês da minha casa. Eu fiquei desesperado, foi por Deus que o Milton encontrou a minha carteira e teve a ideia de tentar me achar pelas redes sociais”, disse.

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Médico usa frascos de xampu e salva 600 bebês com pneumonia

17 de out de 2017 às 16:44 | em: Filantropia,Mundo

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A criatividade que salva. Um médico criou uma engenhoca barata, feita com embalagem de xampu, para salvar bebês com pneumonia. Pelo menos 920 mil crianças morrem anualmente da doença, que faz com que seus pulmões parem de absorver oxigênio. O médico Mohammod Jobayer Chisti, de Bangladesh, na Ásia Meridional, inventou um equipamento que usa apenas frascos de xampu e tubos de plástico, para ajudar essas crianças a respirar. É um ventilador mecânico de R$ 4, infinitamente mais barato que convencional, que custa cerca de R$ 47 mil. E o melhor: testes feitos em Bagladesh mostram que ele é capaz de reduzir mortes em até 75%.

Como

O equipamento de baixo custo armazena as bolhas que se formam na água e faz aumentar a absorção de oxigênio pelos bebês. Dessa forma ele aumenta as chances de sobrevivência em casos de pneumonia aguda. O aparelho de Jobayer Christi já ajudou mais de 600 crianças. O médico espera que o equipamento salve outras milhares de vidas. A criação foi mostrada na série Innovators, da BBC, produzida com financiamento da Bill and Melinda Gates Foundation.

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Neymar realiza sonho de menina com doença rara

10 de out de 2017 às 15:34 | em: Filantropia

Foto: Reprodução

A menina de 8 anos, que tem uma doença rara e fez sucesso na internet por gravar um vídeo onde falou do desejo de encontrar o craque Neymar, agora é só sorrisos. Neymar, que está em São Paulo para o jogo da Seleção Brasileira contra o Chile, finalmente pôde dar um abraço na menina, depois da promessa feita por ele pelas redes sociais. Ana Clara ainda vai ver o jogo Brasil x Chile, nesta terça-feira, 10 de outubro, às 20h30, no Allianz Parque, São Paulo Pelo Instagram, o jogador postou o encontro com a frase: “Sonhe o quanto puder, realize sempre. Desistir jamais”, Ana clara. E ele ainda fez uma “Live”, pelo Insta no stories. Ana Clara, que é de Comercinho, Minas Gerais, conseguiu emocionar a todos e a história viralizou nas redes sociais. O vídeo, feito por ela mesma, foi compartilhado milhares de vezes. A campanha ganhou força e chegou até o atacante. Na gravação Ana se identifica, conta a sua história e fala sobre a doença, a Progeria também conhecida com síndrome de Hutchinson-Gilford – uma desordem genética progressiva e extremamente rara e que não tem cura.

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Hospital manda pele para queimados da creche de Minas Gerais

09 de out de 2017 às 16:35 | em: Filantropia

Foto: Reprodução

Solidariedade no caso da creche na cidade de Janaúba, em Minas Gerais. O Hospital da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, vai enviar estoques de pele para ajudar no tratamento de queimadura das crianças vítimas do incêndio criminoso da última quinta-feira (05). O crime deixou nove pessoas mortas, incluindo o homem que incendiou o local, o segurança Damião Soares dos Santos, de 50 anos. Entre as vítimas estão sete crianças de 4 anos. 39 alunos e adultos estão internados em hospitais de Janaúba, Belo Horizonte e Montes Claros. O Coordenador do Banco de Peles da Santa Casa de Porto Alegre, o médico Eduardo Chem, disse que foi procurado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica para ajudar. “A gente encaminha os tecidos [peles] para doação, via Central de Transplantes, e como o Hospital João XXIII, lá de Belo Horizonte, é parceiro nosso, não temos grandes problemas. Existe uma relação muito boa entre nossos hospitais”, explicou o médico cirurgião ao UOL. O banco tem disponível cerca de 7.500 cm² de pele, quantidade suficiente para atender a até dez crianças.

Como

Ele explica que, depois de doadas, as peles serão utilizadas nos pacientes como um “curativo biológico”, de forma temporária. “A queimadura do paciente é retirada num procedimento cirúrgico e coberta com esta fina camada de pele. Este curativo fica em média três semanas e depois vai caindo”, diz o médico. Quanto a uma possível rejeição do organismo durante o tratamento, o cirurgião afirma que a chance é mínima, pois o “curativo biológico” se integra bem às queimaduras. Doze crianças seguem internadas e passam por tratamento nas cidades de Belo Horizonte e Montes Claros. O Banco de Peles de Porto Alegre é um dos mais antigos do país. Da unidade saem cerca de 70% dos transplantes de pele feitos no Brasil. O processo de transplante de pele é feito pelo SUS, depois de solicitado o material pelo hospital. A pele pode doada da mesma forma que outros órgãos e tecidos, após a morte e autorização da família.

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Cães terapeutas confortam sobreviventes do massacre em Las Vegas

08 de out de 2017 às 08:06 | em: Filantropia,Mundo

Foto: Reprodução

Cachorros terapeutas foram levados pela Igreja Luterana para confortar sobreviventes do atentado em Las Vegas, nos EUA. Os cães tem visitado escolas, pessoas internadas no Sunrise Hospital and Medical Center e feito vigílias em homenagem aos mortos. São 19 golden retriever que estão lá para ajudar as famílias a suportarem esse momento difícil. “Os cães tem um ótimo senso para perceber quando as pessoas estão feridas”, afirmou Tim Hetzner, o criador do projeto. “Eles simplesmente chegam e se deitam no colo das pessoas.” Desde então, a internet não resistiu ao carinho e à atenção dos cachorros terapeutas. Foi a forma que a igreja encontrou para ajudar as vítimas do massacre a lidar com o stress pós-traumático.

Foto: Reprodução

O ataque em Las Vegas foi no último domingo. 58 pessoas e 500 ficaram feridas depois que o atirador Stephen Paddock abriu fogo durante um festival de música. Os cachorros agora visitarão os serviços de emergências para ajudar a aliviar o estresse de funcionários. Segundo Hetzner, a organização começou o trabalho em agosto de 2008 com quatro cachorros. Agora, tem mais de 130 em 23 estados, que já estiveram em tragédias como a da escola Sandy Hook, Orlando e o furacão Harvey.

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Araci: Encomende sua feijoada com Prof. Joelma; ajude no tratamento de Laurinha

06 de out de 2017 às 19:14 | em: Araci,Filantropia

Foto: Ilustração

Neste domingo (08), a professora Joelma estará entregando feijoada na casa das pessoas que fizerem sua encomenda. “Quem quiser contribuir pra ajudar minha filha a recuperar a saúde, ajude-nos comprando uma quentinha de feijoada, custa apenas R$ 10 reais. Estou precisando conseguir o dinheiro para fazer a ressonância magnética de Laurinha. Ficarei grata a todos!“, disse ela. Façam seu pedidos via whatsapp: (75) 998613911.

Foto: Prof. Joelma e Laurinha

Relembre o caso

Toda a cidade de Araci ficou sabendo do acidente que ocorreu com a filha da professora Joelma no dia 07/07/2017. Ela levou uma queda na escada de casa e foi submetida a uma craniotomia de alto risco. “Com as graças de Deus e as orações de todos vocês minha filha sobreviveu, mas, estamos passando por muitas dificuldades financeiras, devido ao preço dos medicamentos que ela toma para curar as sequelas, e quando saímos do hospital nada mais é pelo SUS tudo é pago, consultas com neuro, exames de imagem (tomografias, ressonâncias) todos caros”, disse a professora.

Feijoada em apoio à menina Laurinha é sucesso em Araci

Araci: Feijoada beneficente da Laurinha será domingo (17); Prof. Joelma agradece

 

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Jovem de Araci lança projeto “Doe brinquedo e faça uma criança feliz”; contribua

06 de out de 2017 às 09:53 | em: Araci,Filantropia

Foto: Reprodução

O jovem Michel Carvalho, 19 anos, estudante do CEIC em Araci, iniciou uma campanha para arrecadação de brinquedos em Araci. “Você pode doar um brinquedo para ajudar crianças carentes do dia das crianças? Entre em contato comigo que vou buscar em sua casa“, disse ele ao site A Voz do Campo. O contato de Michel é: 75 9 9203-7022. Os brinquedos serão doados na zona rural de Araci no dia 12 deste mês. Contribua.

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Araci: Menina Micaelly tem leucemia e precisa de doação de sangue tipo O Positivo ou Negativo; ajude

03 de out de 2017 às 09:17 | em: Araci,Filantropia

Foto: Divulgação

A menina Micaelly, que é araciense, tem leucemia e precisa de doação de sangue tipo O Positivo ou Negativo no Hospital Clériston Andrade, em Feira de Santana. Viviane Moura, tia da menina, entrou em contato com o site A Voz do Campo e pediu que o site compartilhasse a história desta pequena lutadora com a população. Micaelly tem 5 anos e neste mês de Setembro de 2017 descobriu que tem leucemia. Ela é filha de Gideane e Michel. A menina é neta do conhecido mecânico e eletricista Zoinho da Oficina.

Foto: Divulgação

A família pede ajuda a todos que residirem em Feira de Santana para que façam a doação no Hospital. Para quem mora em Araci, Viviane informa que haverá um carro saindo da cidade. Façam contato pelo celular ou whatsapp: 75 9 9164-9680 ou 9 91344081. “Pedimos que ajudem com doações de sangue e também com orações. Que Deus dê em dobro a todos vocês“, disse a tia.

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Empresário se comove e dá aparelho médico para ex-ator Gerson Brenner

28 de set de 2017 às 16:38 | em: Filantropia

Foto: Reprodução

Solidariedade. Um empresário comovido doou o equipamento médico que o ex-ator Gerson Brenner, de 57 anos, precisava para facilitar sua locomoção. O homem, que preferiu não se identificar, fez a doação depois do apelo que a mulher de Brenner, a psicóloga Marta Mendonça, fez no programa “Balanço Geral”, da TV Record. Brenner tem dificuldade na fala e na locomoção desde que foi vítima da violência urbana em São Paulo, em 1998. Ele foi baleado na cabeça em um assalto na Rodovia Ayrton Senna, aos 38 anos de idade, poucas horas antes da gravação de sua última cena na novela “Corpo Dourado”, da TV Globo. Ele interpretava o personagem Jorginho. A bala atravessou o lado esquerdo do cérebro e ficou alojada na altura da nuca. O suspeito de atirar contra Brenner foi preso somente 11 anos e meio depois.

“Um anjo”

A mulher dele, Martha agradeceu pela doação do equipamento e afirmou ao UOL: “graças a Deus apareceu um anjo”. “Foi tudo muito rápido, em 24 horas ele [o empresário] entrou em contato [para fazer a entrega]”, disse ela, que está casada há 18 anos com o ex-ator. O aparelho é nomeado como “elevador para remoção de pacientes” (com até 150 quilos) e o seu preço varia entre R$ 3.890 mil e R$ 5 mil. Questionada se os amigos da época em que o marido trabalhava na televisão dão apoio ou ligam para saber como Brenner está, Marta resumiu em uma única frase. “A maioria some, infelizmente, porque faria um bem enorme ao Gerson”, disse.

História

O grande papel do ator na TV foi o de Gerson, um dos três filhinhos de Dona Armênia (Aracy Balabanian) em “Rainha da Sucata” (1990). Ele atuou ainda em “Lua Cheia de Amor” (1990). “Perigosas Peruas” (1992), “Vira Lata” (1996), dentre outras novelas e minisséries.

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Estudantes arrecadam lacres de latas e compram cadeira de rodas para idosa

25 de set de 2017 às 16:40 | em: Filantropia

Foto: Reprodução

Alunos de uma escola de Santa Catarina, se uniram e conseguiram comprar uma cadeira de rodas para uma aposentada que teve um AVC e perdeu parte dos movimentos do corpo. O ato de solidariedade dos estudantes da Escola Adventista de Joinville – unidade Bom Retiro – arrecadou cerca 300 mil lacres de latas de alumínio. Com o dinheiro da venda do material, eles compraram a cadeira de rodas. A aposentada Maria de Lourdes (foto abaixo) recebeu a doação no último dia 17 de setembro. O nome dela estava na lista de espera da Associação de Deficientes Físicos de Joinville (ADEJ), que conta com a ajuda de doadores. Durante a entrega da cadeira, Dona Maria de Lourdes agradeceu muito e mandou beijos para as crianças que a ajudaram e aos pais dos alunos que acompanhavam o momento.

História

Esse é o segundo ano consecutivo que a instituição promove a campanha com as crianças. A iniciativa ocorre em conjunto com a Coleta Lacre, uma iniciativa de divulgação de campanhas de coleta desses materiais recicláveis e que incentiva os coletores a fazer a troca por cadeira de rodas. Segundo a Coleta Lacre, uma campanha sozinha pode demorar de três a seis meses para conseguir uma cadeira de rodas, porém, com a divulgação dos voluntários, em 30 dias eles conseguem arrecadar 140 quilos – cerca de 465 mil lacres –, o equivalente a 1,6 cadeiras de rodas. Os equipamentos são doados para associações de deficientes físicos. A entrega foi durante a 2º Feira do Empreendedor Solidário, promovida pela Escola Adventista do Bom Retiro.

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Homem que mora no Espírito Santo procura familiares em Barrocas

20 de set de 2017 às 09:36 | em: Barrocas,Filantropia

Foto: Reprodução

O senhor José Avelino da Silva Filho, de 59 anos, conhecido por Coco mora na cidade de Santa Leopoldina no Espírito Santo e está procurando por seus familiares na região sisaleira da Bahia. Segundo as informações de seu filho, chamado Júnior da Silva repassadas ao site Cival Anjos, que é pai da garotinha Helena Schaeffer da Silva, de 3 anos, que está no braço do senhor José Avelino (foto tirada há 2 anos), seu pai tem cerca de 29 anos que foi embora da Bahia para solo capixaba. O nome do pai é José Avelino da Silva, conhecido por Zé da Onça, já falecido. Mãe Regina Apolônio da Silva. E de acordo com informações, moravam na região de Santa Rosa, em Barrocas-Ba. Nome dos irmãos de Coco: Domingos Avelino da Silva, José Raimundo Avelino da Silva, Lúcio Avelino da Silva e José Carlos Avelino da Silva. Júnior também informou  ao site Cival Anjos que seu pai é primo de Dermeval Ventura, que trabalha em uma rádio na Bahia. Podendo se tratar do técnico da rádio Continental AM de Serrinha. Telefone e WhatsApp de Júnior, para contato com seu pai: (27) 99716-3779 (Operadora Vivo).

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Aos 8 anos menino já salvou 5 pessoas no mar

19 de set de 2017 às 14:12 | em: Filantropia

Foto: Reprodução

Este menino é mais que lindo. É um herói. Steffan Williams, de apenas 8 anos de idade, já salvou 5 pessoas no mar, mais do que a maioria das pessoas consegue salvar durante a vida inteira. E todos os salvamentos foram no final das férias do garoto, de New Quay, na Inglaterra. Os banhistas foram surpreendidos com a alta da maré e ficaram em rochas perto da estação de salva-vidas em New Quay, Ceredigion. O primeiro resgate ocorreu no fim do mês passado, quando Steffan viu as pessoas de pé sobre as pedras. Ele passou com seu caiaque e ajudou a transportá-las com segurança até a praia. O segundo resgate foi no início deste mês quando a maré subiu e deixou meninos em perigo, também nas rochas, pedindo por socorro. Steffan viu os jovens e remou em seu caiaque para ajudá-los. Eles disseram que estavam presos, com frio, fome e seus celulares ficaram sem bateria. Steffan voltou para a praia e acionou o alarme da guarda costeira. O barco salva-vidas costeiro de New Quay chegou a tempo e levou os meninos em segurança.

Filho de peixe

Steffan tem um grande interesse pela segurança marítima. Ele é membro do Crannog Surf Life Saving Club e seu pai, Huw, está na tripulação do barco salva-vidas. Steffan disse: “Eu simplesmente ajudei quando pudesse “.

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