Economia

Mega-Sena acumulada e Quina de São João podem pagar R$ 265 milhões

18 de jun de 2019 às 16:24 | em: Brasil,Economia

Foto: Ilustração

Nesta quarta-feira (19), a Mega-Sena, que está acumulada pela 7ª vez consecutiva, sorteia o prêmio de R$ 125 milhões, referente ao concurso 2.161. Este pode ser o segundo maior prêmio pago do ano – o maior foi pago no dia 11 de maio e uma aposta feita pela internet faturou sozinha R$ 289 milhões. Já na próxima segunda-feira (24), o concurso especial Quina de São João poderá pagar um prêmio de R$ 140 milhões para quem acertar as cinco dezenas. O prêmio não acumula e será pago a quem acertar a maior quantidade de números sorteados. Desde o último sábado (15), todas as apostas realizadas na Quina são destinadas para este concurso especial. Juntos, os prêmios das duas modalidades somam R$ 265 milhões, que renderiam aproximadamente R$ 984 mil mensais na poupança e seriam suficientes para comprar 50 apartamentos de luxo, com carro na garagem, nas melhores localidades do país, de acordo com a Caixa Econômica Federal.

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Banco abre 180 vagas com oportunidades na Bahia

18 de jun de 2019 às 09:38 | em: Bahia,Emprego

Foto: Reprodução

O banco digital Agibank está com 180 vagas de emprego abertas pelo Brasil. As oportunidades são par aos setores de tecnologia, comercial, corporativo e central de atendimento. Há ofertas de trabalho nas carreiras de analista de CRM, analista de desenvolvimento organizacional, analista de Data Science, coordenador de políticas e estratégias de arrecadação, coordenador de CRM, supervisor de vendas, consultor de vendas, analista de folha de pagamentos, assistente de cobrança, engenheiro de infraestrutura, desenvolvedor de software, analista de operações em TI, analista de segurança de informação, entre outros cargos. Os requisitos exigidos variam conforme a função pretendida. O banco também inscreve estudantes do ensino superior para ofertas de estágio nas áreas de tecnologia e corporativa. O Agibank oferece remuneração variável para a maioria das vagas abertas, além de pacote de benefícios alinhado com as práticas do mercado.

A empresa recruta novos colaboradores nas cidades de São Paulo/SP, Campinas/SP, Cruzeiro/SP, Penápolis/SP, Andradina/SP, Americana/SP, Sumaré/SP, Vinhedo/SP, Porto Alegre/RS, Rio de Janeiro/RJ, Natal/RN, Codó/MA, Quixadá/CE, Barra Mansa/RJ, Brusque/SC, Carazinho/RS, Cariacica/ES, Porto Seguro/BA, Angra dos Reis/RJ, Araruama/RJ, Bento Gonçalves/RJ, Campo Bom/RS, Caxias do Sul/RS, Farroupilha/RS, Guarapuava/PR, Linhares/ES, Nova Iguaçu/RJ, Imbituba/SC, Passo Fundo/RS, São Gabriel/RS, Macapá/AP, entre outras.

Quem quiser participar do processo seletivo deve cadastrar currículo no site .

O banco não informou uma data limite para o término das inscrições, deixando a seleção em aberto até o preenchimento dos cargos.

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Para economizar 1 trilhão, bastaria cortar privilégios do alto escalão dos três poderes, diz especialista

05 de jun de 2019 às 13:27 | em: Brasil,Economia

Foto: Reprodução

Por Frederico Rochaferreira

No fim de abril, o governo Bolsonaro anunciou o congelamento de R$ 1,7 bilhões dos gastos das universidades, um contingenciamento que afetará 63 universidades e dos 38 institutos federais de ensino, decisão que afetará sem dúvida as pesquisas em andamento no Brasil, assim como novos projetos de pesquisas. No total, cerca de 3.500 bolsas de mestrados e doutorados foram bloqueadas com a medida, gerando uma onda de protestos e paralisações em todos os Estados e Distrito Federal. Mais de 200 cidades do país registraram atos de estudantes e professores contra a medida do governo e a reação do presidente da República, Jair Bolsonaro, diante das manifestações foi chamar os estudantes brasileiros de “idiotas úteis”5, gerando uma imediata onda de reação.

Que o Brasil precisa cortar gastos, não se discute. Em 2017, o governo Temer percebeu que o buraco nas contas públicas seria maior do que os R$ 139 bilhões previstos e a solução encontrada foi aumentar os impostos sobre combustíveis e cortar investimentos em obras de infraestrutura, medidas de significado aparente, assim como o contingenciamento em Educação do governo Bolsonaro. Cortar gastos de fato seria cortar na própria carne, cortar privilégios, enxugar a máquina pública ligada diretamente aos três poderes. Mas prefere-se cortar na carne alheia.

O Legislativo brasileiro, por exemplo, tem um orçamento anual de cerca de R$ 8,1 bilhões, sendo que 74% desse total é despendido com gasto de pessoal, já que cada um dos 513 deputados pode ter até 25 assessores e os 81 senadores chegam a ter mais de 80 funcionários no gabinete. De forma similar, a folha de pagamento do Judiciário atinge cerca de 25 bilhões anuais.

Só com pagamento de auxílio-alimentação, auxílio pré-escola e auxílio-transporte dos servidores do Executivo, do Legislativo e do Judiciário o governo gasta R$ 3,8 bilhões anuais, valor que, somado aos supersalários (salários que ultrapassam o teto do funcionalismo e que deveriam ser cortados no limite do teto), representaria, se não gasto, uma economia anual de R$ 1,2 bilhão.

Do mesmo modo, cortar os gastos com o auxílio-moradia para juízes, muitos com casa própria, faria o Estado brasileiro economizar um montante em torno de R$ 4,7 bilhões, valor que poderia ser somado a mais R$ 1,15 bilhão se o período de férias da magistratura passasse de 60 para 30 dias.

Nesse rol de cortes, também poderiam estar inseridos os militares, já que um em cada três servidores do Executivo é vinculado às Forças Armadas. Por exemplo, dos 1.172.400 servidores públicos federais, 376.729 são militares. Só no Ministério da Defesa, dos 401.857 servidores, 395.667 são militares, número maior que o total de servidores do Ministério da Educação (302.938). Para se ter uma ideia do que estes números representam em termos de gastos, a folha de pagamento destes servidores militares do Ministério da Defesa custou aos cofres públicos, em 2017 , R$ 22,6 bilhões.

E isso sem entrar no mérito das “benesses” que o governo brasileiro propicia a empresas multinacionais, como no caso das petroleiras Shell, Chevron, Exxon, Repson e British Petroleum, beneficiadas com isenção de impostos na casa de R$ 1 trilhão para explorarem petróleo e gás no país.

Portanto, quaisquer medidas que visem cortar gastos sem mexer na caixa preta da máquina pública dos três poderes não podem ser consideradas medidas razoáveis, eficientes ou justas.

Frederico Rochaferreira é escritor – especialista em Reabilitação pelo Hospital Albert Einstein, membro da Oxford Philosophical Society

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Senado aprova MP que busca evitar fraudes no INSS; maiores mudanças são para trabalhador rural

04 de jun de 2019 às 16:47 | em: Brasil,Economia

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O Plenário do Senado aprovou nesta segunda-feira (3) a medida provisória que busca coibir fraudes nos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Foram 55 votos favoráveis e 12 contrários à proposição. Além de criar um programa de revisão de benefícios previdenciários, a MP exige cadastro do trabalhador rural e restringe o pagamento de auxílio-reclusão aos casos de cumprimento da pena em regime fechado.

Análise de benefícios

De acordo com o texto final da MP, o INSS terá acesso a dados da Receita Federal, do Sistema Único de Saúde (SUS), do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e de outros bancos de informações para a análise de concessão, revisão ou manutenção de benefícios. O texto proíbe o compartilhamento, com outras entidades privadas, de dados obtidos junto a entidades privadas com as quais mantenha convênio. Previstos para durar por dois anos (2019 e 2020), prorrogáveis até 2022, os programas de análise de benefícios com indícios de irregularidades e de revisão de benefícios por incapacidade pretendem continuar o pente fino realizado em anos anteriores em auxílios-doença e aposentadorias por invalidez. Médicos peritos do INSS receberão um adicional por processo analisado além do horário de trabalho, com ênfase naqueles indicados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Controladoria-Geral da União (CGU) e por outros órgãos de investigação. Nesse último caso, o órgão poderá contar com parcerias com governos estaduais e municipais. Nessa lista, o relator, deputado Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), incluiu benefícios pagos em valor superior ao teto do INSS.

Suspensão

Caso haja algum indício de irregularidade, o beneficiário será notificado para apresentar defesa em 30 dias, por meio eletrônico ou pessoalmente nas agências do INSS. Uma emenda do deputado Bohn Gass (PT-RS) aumentou de 30 dias para 60 dias esse prazo para trabalhador rural, agricultor familiar e segurado especial. Se não apresentar a defesa no prazo ou ela for considerada insuficiente, o benefício será suspenso, cabendo recurso da suspensão em 30 dias. O texto também passa a exigir prova de vida anual por meio de comparecimento na agência bancária pela qual recebe, utilizando-se de biometria ou outros meios definidos pelo órgão. Pessoas com deficiência moderada ou grave deverão receber funcionário do órgão em suas casas, conforme prevê o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146, de 2015). Idosos com mais de 60 anos terão regras especiais a serem definidas pela presidência do INSS.

Trabalhador rural

Do pequeno produtor rural, considerado segurado especial, a MP exige a comprovação do tempo de exercício de atividade rural exercida antes de 2023 por meio de autodeclaração ratificada pelo Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Pronater) de cada estado e por outros órgãos públicos, na forma de um regulamento. A partir de 1º de janeiro de 2023, somente a manutenção de cadastro junto ao Ministério da Agricultura (Cadastro Nacional de Informações Sociais – CNIS) validará o tempo de serviço em atividade rural. Antes da MP, esse segurado especial podia apresentar outros meios de prova, como bloco de notas do produtor rural, contratos de arrendamento e outros. Agora esses meios de provas, assim como a declaração de sindicato de trabalhador rural ou de colônia de pescadores atestando a atividade, não serão mais aceitos. Entretanto, uma emenda prevê ainda que, até 2025, o cadastro poderá ser realizado, atualizado e corrigido. De qualquer maneira, a comprovação do tempo de serviço somente será admitida com início de prova material que seja contemporânea ao fato.

Auxílio-reclusão

A MP restringe o pagamento do auxílio-reclusão aos dependentes de preso em regime fechado, proibindo o pagamento aos presos em regime semi-aberto. Segundo o governo, os que estão detidos sob este regime podem trabalhar, o que não justificaria o benefício. O benefício também não poderá ser pago se a pessoa já tiver direito a qualquer outro pago pelo INSS, como pensão por morte ou salário-maternidade. Quanto ao auxílio-doença, novas regras passarão a valer a partir da publicação da futura lei. O benefício não será pago àqueles reclusos em regime fechado, sendo suspenso por 60 dias se estava sendo pago no momento em que a pessoa foi recolhida à prisão e cancelado após esse prazo. Caso a pessoa seja solta, com habeas corpus por exemplo, o pagamento do auxílio-doença é restabelecido. E quando uma prisão for declarada ilegal, o segurado terá direito a receber o que não tiver sido pago no período da prisão. O PLV 11/2019 prevê ainda que o exercício de atividade remunerada pelo segurado preso em regime fechado não acarreta perda do benefício pelos dependentes e que, em caso de falecimento na prisão, o valor da pensão por morte levará em conta o tempo de contribuição adicional que porventura tenha sido paga ao INSS. Em todo caso, a família poderá optar pelo valor do auxílio-reclusão.

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Confira as vagas de emprego disponíveis nesta terça-feira (04) na Bahia

04 de jun de 2019 às 09:29 | em: Bahia,Emprego

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Emprego está difícil. Correto? Verdade. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 14 milhões de brasileiros estão desempregados. Mas há vagas sendo divulgadas na Bahia e o site A Voz do Campo lhe mostra, em parceria com o Empregabilidade Bahia e o Cine Bahia. Confira algumas logo abaixo, ou clique no link e veja outras.

Veja vagas no Empregabilidade Bahia, parceiro A Voz do Campo;

Veja as vagas de emprego e estágio do Sine Bahia no Aratu Online, parceiro A Voz do Campo;

Veja as vagas de emprego divulgadas pelo Google empregos;

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Conta de luz deixará de ter taxa extra em junho, informa Aneel

01 de jun de 2019 às 09:34 | em: Economia

Foto: Ilustração

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (31) que a conta de luz deixará de ter cobrança extra em junho. A bandeira tarifária de maio está na cor amarela e passará para a cor verde em junho, sem taxa adicional. Segundo a Aneel, as chuvas em junho devem superar as expectativas, mantendo em junho o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo da energia gerada, possibilitando à população reduzir o consumo quando a energia está mais cara. O funcionamento das bandeiras tarifárias funciona nas cores verde, amarela ou vermelha (patamares 1 e 2). A bandeira indica se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

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Confira as vagas de emprego e estágio na Bahia para enviar currículos

30 de maio de 2019 às 09:29 | em: Bahia,Emprego

Foto: Ilustração

Emprego está difícil. Correto? Verdade. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 14 milhões de brasileiros estão desempregados. Mas há vagas sendo divulgadas na Bahia e o site A Voz do Campo lhe mostra, em parceria com o Empregabilidade Bahia e o Cine Bahia. Confira algumas logo abaixo, ou clique no link e veja outras.

Veja vagas no Empregabilidade Bahia, parceiro A Voz do Campo;

Veja as vagas de emprego e estágio do Sine Bahia no Aratu Online, parceiro A Voz do Campo;

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Banco Central estuda permitir abertura de conta em dólares no Brasil

29 de maio de 2019 às 17:05 | em: Brasil,Economia

Foto: Ilustração

O Banco Central informou que a instituição planeja um processo longo e gradual de adaptação das leis que regem os processos de compra e venda de moeda estrangeira no Brasil. A informação foi anunciada pelo presidente do BC, Roberto Campos Neto, nesta quarta-feira (29). Segundo o Estadão, a expectativas é de que a chamada “conversibilidade” total do real deverá ser possível apenas em dois ou três anos. “As leis cambiais brasileiras são bastante ultrapassadas e têm muita rigidez. O sistema atual tem um alto custo para os investidores estrangeiros, principalmente nas operações de longo prazo, o que não faz sentido”, disse Roberto Campos Neto. “Buscamos universalizar o acesso aos instrumentos brasileiros. Hoje uma fintech (startup do sistema financeiro) que não atua o Brasil não tem acesso ao sistema. Se tivéssemos moeda conversível de forma simples, fintechs do exterior poderiam atuar melhor no Brasil”, defendeu ele. Para o presidente do Banco Central, a conversabilidade do câmbio conciliada com a estabilidade econômica e de juros, vai permitir ao Brasil ter uma moeda regional, com forte demanda entre os países vizinhos. Ainda conforme o Estadão, a mudança poderá, além de facilitar a entrada de investidores estrangeiros no País e os negócios de exportadores e importadores brasileiros, vai permitir a modernização da legislação sobre câmbio no longo prazo que pessoas físicas abram contas em dólar no Brasil.

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Entidades anunciam R$ 1 bilhão em investimentos para o Nordeste

28 de maio de 2019 às 19:29 | em: Economia,Nordeste

Foto: Reprodução

Entidades empresariais apresentaram hoje (28) ao presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, uma proposta de trabalho, com investimentos de R$ 1 bilhão para a recuperação econômica e o desenvolvimento de pequenas cidades do Nordeste. Os presidentes de diversas confederações foram recebidos no Palácio do Planalto e manifestaram apoio à reforma da Previdência proposta do governo federal. Segundo o presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, as confederações, pela maneira com que trabalham, podem fazer uma ação para melhorar um pouco o problema da pobreza do Nordeste, principalmente no meio rural. “O presidente [Bolsonaro] está com um projeto para cidades acima de 50 mil habitantes e nós nos propusemos a trabalhar naquelas cidades mais pobres, do homem do campo, que são 14 milhões de pessoas que vivem no meio rural do Nordeste”, disse. Entre as ações que podem ser executadas, Martins citou a capacitação de jovens e de profissionais de saúde e a modernização dos meios de trabalho, além de tornar mais competitiva a atividade de pequenos produtores e comerciantes. O presidente da CNA explicou que os recursos são adicionais aos que as entidades já investem na região. A proposta deve ser entregue em breve ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que, segundo Martins, vai alinhar os projetos das entidades ao que já foi anunciado pelo governo para o Nordeste. Na última sexta-feira (24), o presidente Bolsonaro fez sua primeira visita oficial à região e apresentou o Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste, da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), a ser implementado em quatro anos, a partir de 2020, em 41 cidades e nas nove capitais da região. O documento tem como aposta estratégica o fortalecimento das redes de cidades intermediárias com áreas de influência que possam crescer economicamente. Ele será encaminhado até agosto ao Congresso Nacional para tramitar em conjunto com o Plano Plurianual da União, que define o planejamento de longo prazo das ações do governo federal.

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Projeção de crescimento da economia em 2019 cai pela 13º vez seguida

27 de maio de 2019 às 16:38 | em: Economia

Foto: Ilustração

O mercado financeiro segue reduzindo a estimativa de crescimento da economia este ano. Pela 13ª vez seguida, caiu a projeção para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto). Desta vez, a estimativa foi reduzida de 1,24% para 1,23%. Para 2020, a projeção foi mantida em 2,50%, assim como para 2021 e 2022. As informações são da Agência Brasil. Os números são do boletim Focus, publicação semanal do Banco Central, elaborada com base em perspectivas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. A estimativa de inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), foi mantida em 4,07% este ano, em 4%, em 2020, e em 3,75%, em 2021 e 2022. A meta de inflação de 2019, definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), é de 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022. Para controlar a inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,50% ao ano até o fim de 2019. Para o fim de 2020, a projeção permanece em 7,25% ao ano. Para o fim de 2021, a previsão foi mantida em 8% ao ano e para o final de 2022, segue em 7,50% ao ano. A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia). A manutenção da Selic este ano, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação. Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,80 no fim de 2019 e de 2020. (Bahia Noticias).

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Bracell Bahia Specialty Cellulose abre diversas vagas de emprego em Alagoinhas

27 de maio de 2019 às 09:14 | em: Bahia,Emprego

Foto: Ilustração

Bracell Bahia Specialty Cellulose abre diversas vagas de emprego em Alagoinhas, oportunidades para Operador de Máquina de Colheita I, Analista de RH / DP, Analista de Planejamento Florestal PL, candidatura até dia 15/06. As operações no Brasil começaram em 2003, com a aquisição da BSC (Bahia Specialty Cellulose) e da Copener (Florestal) na Bahia. Em agosto de 2018, a atuação da empresa foi ampliada com a aquisição da Lwarcel Celulose em São Paulo. Além dessas unidades de produção, há escritórios de vendas na Ásia, Europa e Estados Unidos.

Confira detalhes para participar do processo aqui.

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Petrobras anuncia redução de 4,4% no preço da gasolina

26 de maio de 2019 às 09:14 | em: Brasil,Economia

Foto: Ilustração

A Petrobras anunciou que, a partir deste sábado (25/5), o preço da gasolina será reduzido em 4,4% nas refinarias, o que representa um corte de um corte de 0,0907 real por litro. O último reajuste foi feito no dia 30 de abril deste ano. Já o preço do diesel continua estável, segundo informou a empresa. A decisão sobre os preços dos combustíveis é feita com base em fatores como a cotação internacional do petróleo e câmbio. Uma alteração feita em setembro do ano passado prevê um espaçamento maior entre os ajustes.

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Os desafios do ministro da economia em tempos de polarização ideológica; por Robson Lopes

24 de maio de 2019 às 18:13 | em: Brasil,Economia

Foto: Correio Braziliense.

Contexto

Passados praticamente cinco meses de Paulo Guedes à frente do Ministério da Economia, é possível começar a traçar algumas tendências de indicadores econômicos, acertos e erros até aqui e as principais dificuldades previstas para os próximos meses e anos. Vale ressaltar que a proposta deste pequeno texto não é debater profundamente os temas macroeconômicos, pois isso iria requerer o uso de instrumentos econométricos (estatísticos) que não agregariam valor à leitura do público-alvo deste artigo.

Antes de iniciar realmente uma análise de conjuntura, é necessário situar como o atual ministro da pasta mais importante do Governo Federal pensa. Guedes é doutor pela Universidade de Chicago, uma das mais influentes universidades, famosa por formar economistas liberais. Por sua formação liberal, naturalmente, esperou-se  que Paulo Guedes traria uma abordagem de “quanto menor o tamanho do Estado na economia, melhor”. Esta não é uma abordagem totalmente equivocada, assim como também não é uma abordagem totalmente correta, pois é um postulado relativamente fraco. Isso ocorre porque, ao mesmo tempo em que há países que experimentaram grande evolução através de políticas econômicas liberais, há também muitos países que experimentaram o desenvolvimento a partir de políticas claramente direcionadas pelo Estado – destacam-se aqui os países escandinavos, considerados por muitos critérios, os melhores países do mundo para se viver.

Assim, compreende-se, a partir da abordagem econômica mainstream (linha de pensamento econômica mais aceita no mundo), observando as peculiaridades do desenvolvimento de cada nação, que as políticas macroeconômicas, fiscal, monetária e cambial, possuem capacidade de proporcionar resultados sustentáveis sobre a economia através do Estado, não excluindo a fundamental participação da iniciativa privada neste processo. Este nível de interferência, naturalmente, dependeria da necessidade do contexto ao qual se aplica a política.

Deste modo, podemos passar para as próximas abordagens, observando que o primeiro grande desafio de Paulo Guedes é lidar com a tradição de grande intervencionismo estatal na economia nacional, no controle inflacionário, geração de empregos, crescimento do produto, etc.

Por uma questão natural de tender à não intervenção, o sonho de qualquer liberal é assumir uma situação econômica relativamente sólida, com superávit primário, elevado PIB per capita, baixo nível de desemprego, crescente produtividade dos fatores, entre outros indicadores positivos. Porém, é muito claro que esta não é a situação da economia brasileira, diria até que nunca foi. Por isso, a não intervenção passa a ser algo realmente pouco provável, apesar da grande expectativa do mercado. É aí que começam os problemas para o atual ministro.

Durante os cinco primeiros meses de governo, o ministro se deparou com uma rápida euforia do mercado (financeiro) por conta de suas ideias. Aqui é necessário observar que o mercado financeiro, de certa forma, antecipa os aspectos da economia “real”, de modo que a expectativa de crescimento do PIB, geração de empregos, abertura comercial e outros fatores podem ser “comemorados” antes da hora, fazendo a especulação ser algo significativamente presente nas negociações destes ativos. Logo, a Bolsa de Valores acaba tornando-se uma espécie de termômetro de uma situação econômica futura e não da situação real.

Apesar da euforia inicial, a situação real começa a ser observada com mais cautela, diria até pessimismo. Ocorre que a economia brasileira vem de um período de recessão e apenas a partir de 2017 o país voltou a ter crescimento real do Produto Interno Bruto. Os indícios de retomada do crescimento eram fortes e, mesmo em um contexto sem a reforma da previdência, apresentava projeções de taxa de variação positiva do PIB para os próximos anos. É fundamental observar que essas previsões levam em consideração inúmeros fatores, não apenas o papel do governo federal na execução orçamentária e de políticas econômicas, mas também a percepção que o mercado apresenta sobre a própria economia.

Para facilitar a percepção destes fatores, imagine um trabalhador que possui um emprego com carteira assinada há apenas um ano. Este profissional, pelo pouco tempo de empresa, imagina que em uma situação onde o produto interno e o nível de empregos voltem a encolher, o seu posto de trabalho estaria significativamente ameaçado. Sua postura em relação ao consumo de bens duráveis, que são significativos nos resultados em nível nacional, seria de muita cautela para evitar um endividamento e uma possível inadimplência. Este profissional contribuiria menos para o crescimento econômico, pois estaria cauteloso quanto a comprometer sua renda futura. De mesmo modo ocorre com as empresas quando se trata de investimento. Notícias ruins no âmbito econômico, com uma frequência significativa ou até mesmo com um aumento de incidência no noticiário, leva, naturalmente, o empresário a pensar duas vezes antes de contratar ou investir no negócio.

“Winter is Coming”

O famoso título da saga Game of Thrones apresenta uma grande semelhança com a situação atual da economia brasileira. Tal situação não é culpa do atual governo, que herdou um elevado déficit primário, gasto público elevado, desemprego elevado e vários outros problemas. Porém, isso também traria consigo uma grande oportunidade de retomada de boas notícias no âmbito econômico, pois, quando se tem um elevado nível de desemprego, promover uma redução disto utilizando a capacidade produtiva já instalada seria algo “mais fácil” do que promover crescimento do nível de emprego em uma situação de pleno emprego.

Deste modo, a postura atual do governo federal apresenta-se como uma antecipação do “esfriamento” da economia, com expectativas bem abaixo daquelas que foram apresentadas há aproximadamente um ano, antes das eleições.  De certa forma, a necessidade de uma Reforma da Previdência provocou isso. A reforma é realmente muito necessária e deve ser realizada o mais breve possível. Exponho aqui também que sou a favor da reforma como proposta pelo governo atual, com pequenas ressalvas que não são o foco deste texto, e também com um grande receio em relação a possíveis “blefes”, como a retirada e ou alteração da proposta para militares e para a justiça, em parte, grandes responsáveis pelo déficit.

Assim, a insistente abordagem em torno da reforma da previdência pode estar conduzindo o governo federal para uma situação onde o mesmo se tornará refém da aprovação da mesma, podendo provocar consequências graves para os resultados da economia no curto prazo, pois a instabilidade neste período de negociações pode reverter os efeitos positivos da reforma, colocando ainda mais distante a previsão de superávit, já que a arrecadação depende do produto e com um crescimento do PIB ínfimo, a arrecadação também cresce de forma ínfima, fazendo com que o ponto de encontro entre despesas e receitas fique mais distante.

Essa instabilidade de expectativas já dá seus primeiros sinais negativos. O relatório Focus, do Banco Central, é um dos mais respeitados instrumentos para observação das expectativas do mercado, com dados de uma série histórica e a projeção para os próximos anos em relação aos principais indicadores econômicos, como IPCA, % de crescimento do PIB, Dívida Líquida, entre mais de uma dezena de fatores.

O relatório apontava em fevereiro de 2018 uma expectativa de crescimento do PIB em torno de 2,8 e 3% para 2019. Este mesmo relatório aponta hoje uma expectativa de crescimento de apenas 1,25% para 2019, e pode cair ainda mais se confirmado o PIB do primeiro trimestre de 2019 em -0,1%. O resultado do primeiro trimestre, se considerada uma média em relação ao que estava projetado, estaria 0,8% abaixo da expectativa projetada em fevereiro do ano passado. Vale ressaltar que a projeção levava em consideração um cenário sem reforma da previdência, mesmo sendo esta uma necessidade claramente apontada pelo mercado para um crescimento de longo prazo.

Para ficar mais claro, para atingir essa projeção 0,7% não seria necessário fazer muito, a própria economia por sua capacidade produtiva já instalada geraria tal resultado, já que estamos operando abaixo do nosso PIB potencial. Ou seja, o fator mais importante neste âmbito tem sido as expectativas. Se os investidores, empresários e consumidores apresentam otimismo, consomem mais, investem mais, contratam mais.

É necessário deixar claro que este resultado não é controlado pelo governo. O governo é apenas um dos agentes econômicos, mas pelo seu tamanho é reconhecidamente o mais influente agente nestes resultados. Caso a reforma da previdência já tivesse caminhado o suficiente para dar fortes sinais de aprovação, a economia provavelmente estaria apresentando resultados melhores para este primeiro trimestre, mas isso não exime o governo da responsabilidade de observar de maneira mais próxima o que tem ocorrido no âmbito real da economia, onde as empresas e cidadãos produzem diariamente.

O mundo real

Agora, podemos voltar à abordagem liberal versus intervenção estatal.  Tal abordagem prevê um dilema, pois os agentes econômicos não costumam ter grande paciência com a mão invisível do mercado, que de fato regula as relações de oferta e demanda, fazendo uma referência ao espetacular Adam Smith e toda a abordagem liberal que o sucederia. Assim, o “pai da macroeconomia”, John M. Keynes, diria que no longo prazo todos estaremos mortos, e é assim que pensa o trabalhador, o empresário de micro, pequeno e médio porte. É necessário pagar as contas hoje, vender os produtos hoje, buscar formas de produzir mais hoje. Obviamente que isso não é uma tarefa fácil, pois a própria intervenção equivocada na economia pode provocar danos graves no médio e longo prazo, conforme vislumbramos nos últimos anos do governo Dilma.

Logo, Guedes começa a enfrentar um grande dilema: intervir e quebrar as expectativas liberais em relação à sua postura enquanto ministro, conforme prometido, ou manter uma abordagem mais neutra e deixar o mercado se regular, correndo o risco de perder o controle de determinados aspectos como inflação e taxa de câmbio.

O primeiro grande choque de realidade pôde ser observado neste mês de Maio. Em meio à instabilidade quanto à aprovação de reforma da previdência, cortes nos investimentos em universidades, protestos significativos nas ruas do país, tensão externa em relação à China e Estados Unidos, e um aumento significativo da rejeição do presidente da república, a cotação do dólar chegou ao patamar de R$ 4,12. O Banco Central, então, divulgou nota anunciando a venda de aproximadamente 3,5 bilhões de dólares para desvalorizar a moeda americana em relação ao real. O efeito foi imediato, o preço do dólar desceu ao patamar de 4,05, ainda considerado alto.  A intervenção do governo, valendo-se de instrumento de política cambial, demonstra a difícil missão de se manter liberal em um país com uma economia tão instável quanto o Brasil.

Mais especificamente, no âmbito monetário mora o nosso maior fantasma, a inflação. O Brasil possui um histórico traumático em relação à inflação, devido especialmente ao patamar de elevação de preços que o país apresentou na década de 80 e início de 90, com algumas tentativas frustradas de controle da situação através de programas como o Plano Cruzado, Collor I e II.

A projeção de inflação para o ano fica em torno de 4% no último relatório Focus. Não houve alteração em relação à projeção em fevereiro de 2018, mas, pelos resultados de Março e Abril de 2019, em 0,75% e 0,57%, respectivamente, a projeção pode ser significativamente elevada. A alta do dólar pode intensificar ainda mais a tendência de alta dos preços, pois o país depende da importação de muitos insumos para a produção, além do próprio consumo de bens importados que ficariam mais caros, puxando também para cima os preços dos produtos concorrentes nacionais. Em uma abordagem simples, o aumento do dólar provoca um aumento do preço do trigo, e como somos grandes consumidores de produtos derivados do trigo (pães, macarrão, biscoitos), estes produtos tão importantes em nossa cesta também ficam mais caros.

Neste cenário, apesar de ser uma inflação mais relacionada a custos vinculados ao câmbio, não poderia ser descartado um aumentos dos juros básicos para controlar o aumento de preços. Tal situação provocaria uma redução do investimento privado, aumento do potencial de crescimento da dívida pública, redução ainda maior da expectativa de crescimento do PIB e colocaria novamente o Brasil em uma situação de risco de estagflação, um cenário de estagnação com inflação, bastante incomum, mas que apresentou indícios no país durante a crise recente.

Perspectivas

Guedes e o governo Bolsonaro têm, então, uma situação muito complicada de conduzir e, sem a habilidade política necessária, pode se tornar ainda mais complicada. A imprensa não tem colaborado, então, é fundamental que o ministro sempre tome muito cuidado com o que diz, pois uma abordagem um pouco mais radical provoca “mini crises semanais que vão afogando os pontos positivos do governo do ponto de vista do eleitor/cidadão/investidor.

Se a reforma da previdência não for aprovada o quanto antes, há uma grande possibilidade de simplesmente perder as forças para se colocar em pauta no futuro, ameaçando significativamente as expectativas para a economia. Ao mesmo tempo, o governo não pode apostar todas as suas fichas em uma reforma que precisa de aprovação no Congresso, ou seja, que não depende apenas do desejo do ministro ou do presidente.

Logo, o futuro da economia brasileira parece refém de uma reforma que tem sido mal conduzida, em meio a debates ideológicos de baixo nível, com discussões acaloradas que parecem mais debates de alunos de ensino médio e que aumentam ainda mais a tensão em torno de algo muito complexo de ser conduzido. O ministro precisará de muita habilidade política e maturidade para fazer a reforma passar. Se passar, será necessário entender que ela, por si só, não resolve praticamente nada em relação às necessidades do país, apenas “folga a corda que o governo possui no pescoço”.

Guedes, neste caso, precisaria ser menos preso ao embate ideológico, mais objetivo e mais aberto ao diálogo em torno da reforma, pois ameaçar que vai deixar o governo nada mais é do que uma promessa que muitos torcem para que se torne realidade. Muitos, inclusive, já cogitam a substituição por um ministro com mais experiência na condução de pastas importantes, para dar mais estabilidade àquilo que se espera do governo, que é executar adequadamente a política econômica, valendo-se dos instrumentos disponíveis, não apenas atacando a política fiscal e “batendo boca” no congresso.

Esperamos ansiosos por boas notícias.

Autor: Robson Lopes

Natural de Araci, ele é Mestre em Economia pela Universidade Federal de Sergipe, Graduado em Economia pela Universidade Estadual de Feira de Santana e Professor Universitário UniAGES.

Fonte: Artigo originalmente publicado em Correio do Nordeste.

O conteúdo deste artigo não representa, necessariamente, a opinião do site A Voz do Campo.

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Natura anuncia compra da Avon e se torna 4ª maior empresa do segmento de beleza

23 de maio de 2019 às 16:25 | em: Brasil,Economia

Foto: Ilustração

A Natura confirmou a aquisição da americana Avon em uma operação de troca de ações. O negócio deu origem a uma nova holding brasileira, a Natura &Co. Juntas, as duas empresas formam o quarto maior grupo exclusivo de beleza no mundo em valor de faturamento líquido, informam em comunicado. Os acionistas da Natura &Co ficarão com 76% da companhia, enquanto os acionistas da Avon terão 24%. O grupo combinado terá valor de US$ 11 bilhões (R$ 44,2 bilhões). Nesta quarta-feira (22), o jornal Financial Times informou que a transação seria de US$ 2 bilhões (mais de R$ 8 bilhões). O valor da negociação não foi divulgado. Com a operação, as companhias passam a ter faturamento anual superior a US$ 10 bilhões (R$ 40,2 bilhões), mais de 40 mil colaboradores e presença em cem países. Durante o dia, as ações das duas empresas subiram e fecharam em alta. A Avon encerrou esta quarta com valor de mercado de US$ 1,6 bilhão (R$ 6,4 bilhões). A Natura vale R$ 26,7 bilhões. A companhia brasileira espera que a associação dos negócios resulte em sinergias estimadas entre US$ 150 milhões (R$ 603 milhões) e US$ 250 milhões (R$ 1 bilhão) por ano. Os recursos serão parcialmente reinvestidos na empresa para aumentar sua participação nos canais digitais e mídias sociais, em pesquisa e desenvolvimento, iniciativas de marca e expansão da presença geográfica do grupo. O negócio confirma a intenção de expansão da Natura. Em 2018, a empresa já havia anunciado planos de expansão neste ano na América Latina. Em nota à imprensa, o presidente-executivo do conselho da Natura, Roberto Marques, disse que a aquisição significa um passo para construir um grupo global e multimarcas.

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Consumidores acreditam em inflação de 5,4% nos próximos 12 meses

22 de maio de 2019 às 09:43 | em: Brasil,Economia,Enquete,Notícias

Foto: Reprodução / Agencia Brasil

A expectativa mediana dos consumidores brasileiros para a inflação nos próximos 12 meses subiu para 5,4% na pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV), realizada em maio. A taxa é 0,1 ponto percentual superior aos 5,3% registrados na pesquisa de abril. O indicador acumula alta de 0,5 ponto percentual nos últimos três meses. A pesquisa é calculada com base em entrevistas com consumidores, que respondem à seguinte pergunta: “Na sua opinião, de quanto será a inflação brasileira nos próximos 12 meses?”. De acordo com a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt, o aumento da expectativa de inflação é resultado da percepção sobre o aumento de preços e da queda da confiança, influenciada pelo forte aumento da incerteza econômica. Apesar disso, a FGV considera que os números são bastante moderados, em termos históricos, e são compatíveis com a inflação oficial, que acumula 4,94% em 12 meses, segundo dados de abril do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Aumento: Governo aprova reajuste nos valores das bandeiras tarifárias a partir de junho

21 de maio de 2019 às 18:24 | em: Brasil,Economia

Foto: Ilustração

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou nesta 3ª feira (21.mai.2019) reajustes nos valores das bandeiras tarifárias amarela e vermelha, nos patamares 1 e 2. Os valores passam a valer a partir de 1º de junho. É o 2º reajuste dos valores do sistema de bandeiras tarifárias, criado em 2015. Em outubro de 2017, a Aneel aprovou reajuste de 42,8% no patamar 2 da bandeira vermelha –nível mais caro. A mudança no valor foi validada depois de audiência pública que recebeu 56 contribuições das quais 36% foram acatadas integralmente e 2% parcialmente. Eis os valores das bandeiras tarifárias:

Bandeira amarela: R$ 1,50

Bandeira vermelha 1: R$ 4,00

Bandeira vermelha 2: R$ 6,00

O reajuste servirá para adequar o valor do custo extra a ser cobrado dos consumidores em períodos em que a produção de energia ficar mais cara. O objetivo é que a arrecadação com as bandeiras fique o mais próximo possível do valor extra gasto com a geração de energia. Segundo o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, o reajuste evitará que a conta da bandeira tarifária fique deficitária em 2019. Em 2017, a conta da bandeira fechou com um déficit de R$ 4,4 bilhões e em 2018 o déficit foi de cerca de R$ 500 milhões. Esses déficits foram incluídos nos reajustes tarifários.

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Bolsonaro organiza primeira viagem ao Nordeste

20 de maio de 2019 às 17:08 | em: Brasil,Economia

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro decidiu fazer uma ofensiva em território quase todo comandado por governadores da oposição. Na semana seguinte aos maiores protestos de rua contra seu governo, Bolsonaro fará a primeira viagem oficial ao Nordeste, para entregar casas populares e anunciar mais verbas para obras de infraestrutura. É nessa região que o presidente registra as piores avaliações – para 40% dos nordestinos, o governo é ruim ou péssimo, conforme o Ibope. O roteiro tomará toda a sexta-feira (24). Em Petrolina (PE), Bolsonaro vai entregar um conjunto habitacional do programa Minha Casa Minha Vida. Em Recife (PE), deverá anunciar um acréscimo de R$ 2,1 bilhões ao Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste, a ser usado em obras de infraestrutura. Ao todo, o fundo passará a ter R$ 25,8 bilhões em 2019. Oficialmente, a viagem marcará o lançamento do Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE), elaborado pela primeira vez, no âmbito da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). O presidente vai se reunir, no Instituto Ricardo Brennand, complexo cultural da capital pernambucana, com 11 governadores. Todos da região confirmaram presença – Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Além deles, irão os governadores de Minas Gerais e Espírito Santo, abrangendo parte do Sudene. Parlamentares nordestinos, que cobravam a ida do presidente à região, também estão sendo convidados. Na primeira entrevista após assumir o cargo, Bolsonaro disse que os governadores nordestinos não deveriam pedir dinheiro a ele. “Não venham pedir nada para mim, porque não sou presidente. O presidente está lá em Curitiba”, disse ele, em referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato. Bolsonaro, porém, argumentou que não abriria uma guerra política para não prejudicar os eleitores. “Não posso fazer uma guerra com governador do Nordeste atrapalhando a população. O homem mais sofrido do Brasil está na Região Nordeste. Vamos mergulhar para resolver muitos problemas do Nordeste.” A viagem de Bolsonaro foi precedida de encontros com esses governadores. Em uma reunião recente em Brasília, ministros palacianos apelaram por mais apoio à reforma da Previdência. Argumentaram que, apesar das diferenças políticas, não era mais tempo de “palanque”. Os governadores disseram entender a necessidade da reforma, mas cobraram proteção aos pobres do Nordeste. A região registra a maior taxa de desemprego no País: 15,3%, acima da média nacional, de 12,7%. E vem sofrendo com o arrocho no orçamento. Nos três primeiros meses do ano, Bolsonaro enviou R$ 242 milhões aos Estados nordestinos. Sem descontar a inflação no período, foram 3,2% a menos frente a igual período do ano passado, ainda na gestão de Michel Temer. Os números referem-se aos recursos para despesas discricionárias, que o governo pode ou não fazer. Não entram nessa conta as transferências obrigatórias.

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Serrinha terá nova fábrica de calçados, que vai investir R$ 3,8 milhões e gerar 200 novos postos de trabalho

16 de maio de 2019 às 09:40 | em: Economia,Serrinha

Foto: Divulgação

A indústria de calçados Minas Bahia assinou, nesta quarta-feira (15), protocolo de intenções com o Governo do Estado para ampliar a sua unidade fabril em Serrinha, com investimentos de R$ 3,8 milhões e possibilidade de criar 200 novos empregos diretos. O ato ocorreu na Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), entre o sócio da empresa, Gil César Damaso Assunção, e o secretário em exercício e chefe de Gabinete, Luiz Gugé. “Estamos trabalhando muito para fortalecer a interiorização de investimentos. Com a ampliação, a marca terá um incremento na capacidade de produção estimada em 626.700 pares/ano, ultrapassando mais de 1,3 milhão de pares/ano”, destacou o gestor estadual. A unidade, inaugurada em julho de 2016, gera 200 empregos e já produz 726.968 pares de calçados femininos/ano, destinados ao abastecimento do mercado nacional, nas regiões Sudeste, Sul e Nordeste.

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Sistema Ascoob: Semana Nacional de Educação Financeira de 2019 iniciará nesta segunda (20)

15 de maio de 2019 às 15:43 | em: Araci,Cidades,Economia

Foto: Ilustração

De (20) a (26) de maio, será realizada a 6ª Semana ENEF (Semana Nacional de Educação Financeira), uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF), para promover a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF). A Semana vai concentrar as principais ações de educação financeira de entidades públicas e privadas.  O Sistema Ascoob, juntamente com o departamento de Educação e Formação da Ascoob Central desenvolve ações apoia e promove iniciativas voltadas para a educação Financeira, um componente importante para o desenvolvimento sustentável do país e a Semana ENEF funciona como marco desse assunto no calendário anual de ações do Sistema, sendo uma excelente iniciativa para estimular o hábito de poupar e realizar. Ano passado, foram quase 7.000 ações, de 280 instituições, alcançando mais de 4 milhões de pessoas em todo o Brasil. Participe também desta grande mobilização nacional para promover a educação financeira no país. Procure uma agência mais próxima de você!

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Bolsa Família pode parar de ser pago em setembro, diz Paulo Guedes

15 de maio de 2019 às 09:39 | em: Brasil,Economia,Notícias

Foto: Reprodução / Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que, se o Congresso Nacional não aprovar o projeto de crédito suplementar de R$ 248 bilhões, necessário para cumprir a regra de ouro, travará os pagamentos do governo. De acordo com o ministro, sem o crédito, os pagamentos de subsídios param em junho, de benefícios assistenciais em agosto e, do Bolsa Família, em setembro. “Tenho que apostar que o Congresso vai aprovar o crédito suplementar”, completou ele, durante audiência da Comissão Mista de Orçamento (CMO). Guedes reforçou a necessidade de aprovação da reforma da Previdência e disse que o crescimento desses gastos pode impedir a tentativa do governo de “salvar o País”. “Pode não dar tempo”, afirmou. Eles ponderou ainda que, como ministro da Economia, “manda muito pouco” e que não é ele quem decide onde são feitos cortes orçamentários, já que o presidente Jair Bolsonaro indica as prioridades do governo. “As pessoas acham que eu tenho muito mais poder do que eu tenho. O poder está em quem vai sancionar leis”, concluiu.

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