Cultura

Movimento de Organização Comunitária (MOC) celebrou nesta terça (17) seus 50 anos de existência

19 de out de 2017 às 10:01 | em: Cidades,Cultura,Eventos

Foto: Divulgação

O Movimento de Organização Comunitária – MOC, com espírito de quem resiste e insiste na construção de um Sertão Justo, celebrou os seus 50 anos no ano de 2017. Na manhã dessa terça-feira (17) houve a cerimônia comemorativa dos seus 50 anos de existência no semiárido baiano, recheada de canções belíssimas da orquestra Santo Antônio, de Conceição do Coité. A apresentação foi um sucesso e teve o uso de objetos característicos dos programas que compõe a instituição. Assim como a composição da mesa de saudação, a abertura contou com presenças de pessoas ilustres, entre elas: o Presidente do MOC, José Jerônimo Morais, Naidison Baptista (ASA-BA e ASA Nacional), Jacques Wagner (Secretário de Desenvolvimento Econômico (SDE)), além de outros representantes que também contribuíram com história do MOC.

Tarde

Foi aberta a “Feira de saberes, sabores e fazeres por um sertão susto” no espaço do Hangar da Universidade Estadual de Feira de Santana – UEFS, contando com uma mesa de apresentação, na qual esteve presente a coordenadora geral Célia Firmo, como também representações de entidades parceira e lideres/a dos empreendimentos da economia solidária. Na feira haviam diversos de produtos artesanais e agroecológicos, sem perder de vista a diversidade e riqueza cultural, envolvendo o público e os sujeitos que dão sentido ao trabalho e missão da instituição, como agricultores/as familiares, mulheres, jovens, crianças, comunicadores/as, educadores/as e técnicos/as.

Noite

“O presente é resultado do que realizamos”

Na noite desse dia comemorativo aconteceu um momento importante de reflexão com a palestra do convidado especial Frei Betto. Jornalista, antropólogo, filósofo e teólogo, Frei Betto é autor de mais de 60 livros e ganhador do prêmio Jabuti em 1982. Ele ressaltou sobre a “Atual conjuntura brasileira e a construção da esperança”. A noite foi fechada com apresentação Cultural de Del Feliz, que contagiou a todos/as com forró e muita alegria.

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Jornalista Ricardo Ismahel lançará seu livro em Serrinha nesta quinta-feira (5)

02 de out de 2017 às 09:22 | em: Cultura,Serrinha

Foto: Reprodução

Familiares, amigos e conterrâneos de Ricardo Ishmael, apresentador do Jornal da Manhã da Rede Bahia de Televisão, finalmente terão a oportunidade de conhecer os “segredos” de Rita Quebra-Cama. É que o primeiro livro do jornalista, O curioso destino de Rita Quebra-Cama e outros contos, vai ser lançado nesta sexta-feira (07/07/2017), em Serrinha, cidade natal de Ricardo. Será no Shopping Serrinha, a partir das 17 horas, e vai contar com a presença de alunos de escolas públicas e particulares, autoridades e artistas locais. Na ocasião, os leitores também poderão participar de um bate-papo com o autor, que falará sobre o processo de criação do livro e responderá às perguntas da plateia, e de um talk show com um cantor regional.

O evento

O evento em Serrinha acontece apenas dois meses após o lançamento oficial do livro, em maio, no Teatro Castro Alves, em Salvador. Naquela ocasião, dezenas de pessoas enfrentaram fila para prestigiar o autor, que fez questão de autografar todos os exemplares. “O lançamento em Salvador foi lindo, mas o de Serrinha será ainda mais especial. Esperei ansiosamente por esse momento. Estar em minha cidade, ao lado dos meus conterrâneos, amigos, colegas da infância e da época da escola, lançando o meu primeiro livro, será de uma emoção sem explicação” – disse o escritor.

Relembre:

Serrinhense Ricardo Ishmael lança livro no Salvador Shopping

Desfile de 7 de Setembro em Araci é marcado por apresentações que relembram a história no Brasil e no Mundo

12 de set de 2017 às 07:56 | em: Araci,Cultura

Foto: PMA

Rememorando o dia em que foi proclamada a independência do Brasil por Dom Pedro I, às margens do Ipiranga, em 1822, a cidade de Araci foi palco de mais um tradicional desfile do 7 de setembro, que aconteceu durante a tarde do último feriado, quinta-feira (07). Segundo a Prefeitura Municipal de Araci, o desfile cívico contou com a participação das bandas fanfarras de Araci, que o dividiram em alas. Na linha de frente, a Banda Fanfarra Bamuara fazendo a abertura do desfile e trazendo em seguida os alunos com faixas e bandeiras e com o grupo representando todo o desfile com tema “Recontando histórias que habitam a nossa memória”. Nesta ala, estiveram alunos do município representando a história em quadrinhos, a história do circo, a história das flores, das cores, a arca de Noé e histórias literárias infantis. A segunda Ala foi aberta pela Banda Projeto Fanfarra nas Escolas e trouxe alunos representando a história da escrita, a história dos números e fatos históricos como A Independência do Brasil, Os Grandes conflitos, o Cangaço, o Regime Militar e o tropicalismo e movimento Hippie. Fechando o desfile com chave de ouro, se apresentou a terceira ala, que foi aberta pela Banda Mais Educação. A última Ala deu continuidade à temática do desfile, que faz menção a fatos e memórias históricos. Nesta ala foram apresentados grupos que contaram a história de movimentos como as “Diretas, já! ”, personalidades que fizeram história, a história da ciência, além de grupos e representações em nosso município, como programa mais educação, PNAIC, Instituto Fazer acontecer, Maçonaria e Ordem DeMolay e Desbravadores e Os Aventureiros da Igreja Adventista, além de representantes do Boxe, Capoeira e karatê. Autoridades do executivo e do legislativo estiveram presentes no desfile cívico.

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Cultura nordestina é tema de marca de roupa criada por jovem de Euclides da Cunha

01 de set de 2017 às 09:54 | em: Cultura,Euclides da Cunha

Foto: Resenha Local

Tem aumentado cada vez mais o número de pessoas que busca expressar a sua identidade, crenças e valores que defendem através das roupas que vestem. Em Euclides da Cunha e região, a recém-criada marca Casebre de Palha tem sido responsável por colocar em movimento nas ruas muitos elementos da cultura nordestina e regional.  São camisas que destacam personagens como Antônio Conselheiro, Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Lampião e Maria Bonita e imprimem algumas características próprias, uma releitura e design assinados pela marca. Quem está por trás da ideia e deu vida à marca foi o jovem Celso Junior, amante da cultura popular nordestina.

Foto: Resenha Local

Desde os 14 anos ele tem contato com a técnica Silk Screen, também conhecida como serigrafia, um dos processos mais comuns para estampar camisetas. As influências vêm de dentro de casa: sua mãe tem uma fábrica de roupas e seu pai é artista, pintor. “Quando eu lancei as estampas foi para colocar em evidência o Nordeste, por uma questão de identidade, é uma coisa que está próxima de mim, que eu tenho uma paixão particular”, explica Junior ao Resenha Local. esmo já produzindo há algum tempo peças para consumo próprio, a ideia de lançar uma marca só surgiu mesmo depois que uma amiga o convidou para confeccionar algumas peças e expor no 9º Festival do Umbu, evento realizado em 2017 no município de Uauá, vizinho a Euclides da Cunha. Confira mais detalhes em Resenha Local.

Grupo Jovens Idealizadores de Propostas e Formadores de Opiniões realiza eventos na comunidade de Bela Vista

31 de ago de 2017 às 12:56 | em: Cultura,Entretenimento

Foto: Evento

Na final da semana passa dia 26,27/08 o projeto JIPFO – Jovens Idealizadores de Propostas e Formadores de Opiniões formou um dos maiores encontros de resgate da Cultura na comunidade de Bela Vista em Araci. No sábado ocorreu a noite cultural com vários resgates como: casamento antigo, a dança presépio, reisado, leilão, luau com voz de viola e muito mais tradições que estão deixando de existir com o passar dos anos. Já no domingo houve oficinas com a temática cultura, o que vem a ser cultura? E que forma ela está presente! Em seguida houve gincanas entre os grupos Sede, Bela Vista e Barbosa, finalizando o evento com a brincadeira do pau de fita. Esta foi mais uma atividade organizada pelo projeto JIPFO.

Segue imagens abaixo:

Galeria de fotos
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13° Encontro Cultural de Capoeira Kilombo dos Palmares será em Araci dia 16 e 16 de setembro

29 de ago de 2017 às 10:42 | em: Araci,Cultura

IV Mostra Euclidense de Teatro começa nesta quarta e terá diversos espetáculos

23 de ago de 2017 às 08:53 | em: Cultura,Euclides da Cunha

Foto: Ilustração

De 23 a 27 de agosto a Casa da Cultura de Euclides da Cunha será palco da quarta edição da Mostra Euclidense de Teatro. A programação contará com oito espetáculos de diversas modalidades e companhias teatrais, incluindo apresentação convidada. Os ingressos serão vendidos no local a R$5,00.

Resenha Local

Programação completa:

23/08 (quarta-feira)

19h
Espetáculo Álbum de Família
Farrapos Cia de Teatro

24/08 (quinta-feira)

19h
Espetáculo Fantasia Laica
Grupo de Teatro Mandacatrupe

20h
Espetáculo A Garota e o Pássaro
Cia Teatral Oxente

21h
Espetáculo Cordel do Amor sem Fim
Cia Teatral Saída de Emergência

 25/08 (sexta-feira)

19h
Espetáculo Versos e Encantos (Arrojados)
Cia Teatral da Tendinha Cultural

20h
Espetáculo Entre a Cruz e a Espada
Cia Teatral Foco

26/08 (sábado)

19h
Espetáculo O Drama de Apaixonado
Cia Teatral Jaguar

 20h
Espetáculo O Casamento de Maria Flor
Grupo Algodões em Cena

27/08 (domingo)

19h
Cerimônia de premiação e encerramento da mostra.

Fonte: Resenha Local

A História da fundação de Araci escrita por Pedro Juarez Pinheiro

19 de ago de 2017 às 16:16 | em: Araci,Cultura

Antiga Igreja Matriz. Anos 50 | Foto: Araci Raso

As terras do antigo Raso tiveram origem a partir das terras desmembradas da Casa da Ponte, morgado dos Guedes de Brito. Antes da cidade de Araci ser povoada por José Ferreira de Carvalho, em 1812, aqui já era caminho das boiadas que iam em direção a Jacobina e Piauí. A região hoje conhecida como do Sisal era antigamente identificada como o Sertão dos Tocós ou Pindá, denominada assim pelos Bandeirantes que a exploraram e aqui encontraram tribos indígenas, as quais foram aos poucos sendo dizimadas. Essas tribos eram os Tapuias, Cariris, Tocós e Beritingas. José Ferreira de Carvalho comprou através do Procurador da Casa da Ponte, Paulo Rabelo, 20 léguas de terras quadradas. Até então, aquelas terras eram pura caatinga, com diversos animais bravos e possivelmente já se estabeleciam por aqui alguns vaqueiros remanescentes do trânsito das boiadas. O fundador de Araci, antes de ocupar as terras recém adquiridas, morava na Fazenda Serra Grande, no Município de Serrinha. Era filho de Manoel Ferreira Santiago e Maria da Conceição. Nasceu no ano de 1783, e era casado com Maria do Rosário do Espírito Santo. Deste casamento, teve os seguintes filhos: Severo Fabiano de Carvalho, Ludovico Antunes de Carvalho, Rita Constantina de Oliveira, Antônia Francisca do Espírito Santo, Ângelo Fabiano de Carvalho, Francisca Rosa de Lima, Maria Fidélis de Lima , Carlota Ferreira de Lima e Antônio Martins Ferreira. Faleceu no ano de 1866. Seu corpo, assim como o de sua esposa e filhos foram sepultados dentro da Igreja Matriz, hoje demolida, dando lugar ao atual jardim da praça e fonte luminosa. Grande parte da população araciense descende do seu fundador.

Confira mais em Vila do Raso.

Autor: Pedro Juarez Pinheiro.

‘O Som do Sisal’: Grupo musical coiteense que usa sisal como instrumento faz turnê no México

02 de ago de 2017 às 08:57 | em: Conceição do Coité,Cultura

Foto: Divulgação

No interior da Bahia, mais precisamente na cidade de Conceição do Coité, é possível ouvir o som de uma planta. Pontiaguda, a planta em questão é o sisal, que cresce solitário na porção semiárida do Estado e serve de sustento para as famílias que transformam sua fibra em tapetes, cestas, cordas e agora em música. Não estranhe. O projeto “O Som do Sisal” transformou o ouro verde do semiárido baiano em cinco instrumentos, montou um repertório de forró e agora arrumou as malas para lançar o primeiro CD da banda no México, país de onde foram trazidas para o Brasil as primeiras mudas da planta. O projeto é coordenado pelo maestro Josevaldo Silva e se apresenta no país de língua espanhola até o dia 10 de agosto com shows agendadas e outros que foram surgindo desde que o projeto desembarcou em solo mexicano no final de julho. Além dos espetáculos, o grupo está realizando oficinas para construção de instrumentos a partir da planta que também é abundante na Península de Yucatan. Como em um movimento inverso, “O Som do Sisal” mostra aos mexicanos o inesperado resultado que o cultivo do sisal causou no sertão brasileiro.

Foto: Divulgação

O que o sertão brasileiro está causando no México? Ainda é muito cedo para dizer, mas o maestro Josevaldo relata que as apresentações até agora foram bem recebidas pelo público mexicano. A turnê internacional conta com o apoio do Governo da Bahia com recursos financeiros do Fundo de Cultura. No novo CD dos baianos lançado por lá estão composições autorais que retratam a cultura do povo trabalhador do sisal em São Conceição do Coité. Entre as faixas do álbum, está a música “Som do Sisal”, que simboliza um agradecimento do projeto à exportação do produto do México para o Brasil. O projeto foi criado em 2012, inspirado na violinha de buriti, encontrado no parque do Jalapão, no Tocantins. De lá pra cá, o grupo já foi reconhecido com o prêmio nacional Laureate Brasil Jovem Empreendedor Social em 2017 e o estadual Ideias Inovadoras de 2015. A violinha de sisal já passou pelas mãos do cantor Saulo Fernandes e do instrumentista Armandinho Macêdo. (Bahia Notícias).

Obrigado em forma de canção.

Música: O Som do SisalComposição: Del Feliz Som do SisalNa sua primeira viagem até o México, para devolver o sisal em forma de música, o projeto #oSomDoSisal compôs uma música em agradecimento.Imagens aéreas: Albert Nascimento.

Posted by O Som do Sisal on Monday, July 24, 2017

Espetáculo tucanense levará Mamonas Assassinas para Serrinha neste fim de semana

28 de jul de 2017 às 18:39 | em: Cultura,Serrinha,Tucano

Foto: Ilustração

O espetáculo teatral “Nem pelados nem Santos – Uma homenagem aos Mamonas Assassinas”, do Grupo Sementes (Tucano), volta ao palco nesse final de semana, 29 e 30 de julho, em Serrinha. Premiado como melhor trilha sonora (Prêmio Fátima Maria), a peça conta a história da banda Mamonas Assassinas, misturando relatos da vida dos artistas e muita música, como, evidentemente, não podia deixar de ser. O espetáculo é sempre muito bem recebido pelo público em todas as cidades em que se apresenta. Isso se deve ao fato de, mesmo 21 anos depois da tragédia que vitimou todos os integrantes do grupo em um acidente aéreo na Serra da Cantareira (SP), a banda continua sendo ouvida, venerada e influenciando artistas. A apresentação vai acontecer no Espaço Filarmônica 30 de Junho às 19h30. O ingresso custa R$10.Serviço​​

O quê: Espetáculo “Nem pelados nem Santos – Uma homenagem aos Mamonas Assassinas”
Quando: 29 e 30 de julho (sábado e domingo) às 20h​​
Onde: Espaço Filarmônica 30 de Junho (Serrinha)
Valor: R$ 10,00

Fonte: Resenha Local

Orquestra Regional do Sisal apresenta concerto inédito em Coité e Serrinha

06 de jul de 2017 às 09:11 | em: Conceição do Coité,Cultura,Serrinha

Foto: Divulgação

Após sete meses de oficinas e ensaios, a Orquestra Regional do Sisal apresenta seu concerto inédito nesta sexta-feira, 7 de julho, em Serrinha, e no sábado, dia 8, em Conceição do Coité. As apresentações são gratuitas e acontecem às 14h, na AABB – Associação Atlética do Banco do Brasil, em Serrinha, e no Teatro Santo Antônio, em Coité, às 19h.  Além do concerto da Orquestra Regional do Sisal, o público poderá conferir a apresentação do quinteto de sopros Wood Tropicales. Com os quatro naipes de uma orquestra sinfônica (madeira, corda, metal e percussão), a Orquestra do Sisal é formada por cerca de 100 crianças, adolescentes e jovens dos projetos Santo Antônio de Música, de Conceição do Coité, e da Filarmônica 30 de Junho, de Serrinha. Os músicos participaram de oficinas de técnica instrumental ministradas por multiplicadores do programa Neojiba e ensaiaram o repertório, que traz compositores de música erudita e popular, como Jacques Offenbach, Modest Mussorgsky e Tom Jobim. Entre os integrantes da Orquestra do Sisal, estão seis crianças e jovens selecionados a partir de um edital público para compor a primeira orquestra sinfônica infantil da Bahia. A ação faz parte das comemorações dos 10 anos do Neojiba, e irá reunir 100 crianças e jovens para uma residência artística e apresentações públicas em Salvador no mês de outubro. (Notícias de Santaluz).

Janot vai ao STF para derrubar leis que permitem vaquejadas na Bahia, Amapá e Paraíba

23 de jun de 2017 às 14:28 | em: Cultura

Foto: Ilustração

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou no início deste mês três ações no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar derrubar leis que autorizam a vaquejada na Bahia, no Amapá e na Paraíba. Em maio, ação semelhante foi protocolada para invalidar lei que permite a prática em Roraima. Tradicional evento cultural e esportivo no país, na vaquejada um boi é solto em uma pista e dois vaqueiros, montados em cavalos, tentam derrubar o animal pelo rabo. Em outubro do ano passado, o STF já havia derrubado lei que regulamentava a atividade no Ceará sob o argumento de que impõe sofrimento aos animais e, portanto, fere princípios constitucionais de preservação do meio ambiente e da proteção da fauna. No dia 6 de junho, o Congresso promulgou uma emenda constitucional, norma acima das demais leis do país, que viabiliza a retomada das vaquejadas em todo o território nacional, estabelecendo que “não são cruéis as práticas desportivas que utilizem animais, desde que sejam manifestações culturais”. As novas ações de Janot foram apresentadas ao STF antes da promulgação da emenda e contestam regras específicas estaduais que detalham como devem se realizar as vaquejadas. Todas visam garantir o bem estar animal e definem diretrizes de controle ambiental, higiênico e sanitário. Segundo o procurador, no entanto, mesmo assim, elas “inevitavelmente” submetem animais a tratamento violento e cruel, contrariando preceitos da Constituição que impõem ao Poder Público ações para preservar a fauna e assegurar o ambiente “ecologicamente equilibrado”. “Não é possível, a pretexto de realizar eventos culturais e esportivos, submeter espécies animais a práticas violentas e cruéis”, escreveu Janot nas ações. “Não obstante sua antiguidade e seu relevo em certas regiões do país, é incompatível com os preceitos constitucionais que obrigam a República a preservar a fauna, a assegurar ambiente equilibrado e, sobretudo, a evitar desnecessário tratamento cruel de animais”. As ações do Amapá e Paraíba foram sorteadas para relatoria de Marco Aurélio Mello, o mesmo ministro que conduziu a maioria dos membros do STF a derrubar a lei do Ceará no ano passado. Na época, votaram contra a vaquejada 6 ministros e 5 a favor. A ação da Bahia foi encaminhada para Luís Roberto Barroso e a de Roraima para Rosa Weber. Em outubro, os dois também votaram contra a vaquejada no Ceará. As ações sob relatoria de Marco Aurélio (AP e BA) já estão prontas para julgamento no plenário do pedido de liminar, tipo de decisão que suspende provisoriamente e de modo mais célere a norma contestada. As demais ainda estão sob análise de Barroso e Weber.

Site “Vila do Raso”; cultura, história e pensamento sobre Araci

16 de jun de 2017 às 16:23 | em: Araci,Cultura

Foto: Reprodução do site

Idealizado e produzido por pelo professor e artista visual Pedro Juarez Pinheiro, pelo jornalista e escritor Franklin Carvalho, pelo designer e fotógrafo Danilo Victor e pelo programador Mateus Carvalho, o site Vila do Raso já é um sucesso de visitas. O site reúne fotos antigas, imagens de eventos culturais, textos históricos e reflexões que engrandecem o conhecimento sobre a cidade de Araci. Visite o site e conheça mais sobre a história, a cultura e o pesamento gerado em Araci. Acesse AQUI. Veja abaixo uma sequência de prints screens obtidos do site:

Galeria de fotos

Vandelson; A Voz do Arrocha que embala a região sisaleira

05 de jun de 2017 às 09:48 | em: Araci,Cultura,Região Sisal,Teofilândia,Tucano

Foto: Vandelson

Vandelson Pinheiro Santana, 36 anos, conhecido como Vandelson, a voz do arrocha, é cantor desde 2003. É uma carreira de 14 anos de muita batalha e sucesso. Araciense, Vandelson começou a cantar e ensaiar com Maestro Lucemo de Oliveira. Foi a partir daí que ele começou a se identificar com a música e a cantar em karaokê com os amigos. Sua primeira apresentação foi no aniversário do empresário Manoel Nunes na Praça do Correio, onde Lucelmo era o tecladista e incentivador. Vandelson já foi cantou em um grupo musical chamado Karisma. O grupo era composto por Manoel Nunes, Maestro Lucelmo, Gilson Teles e ele. Em entrevista ao site A Voz do Campo, Vandelson contou que já teve vários momentos marcantes em shows.

Foto: Vandelson

Ele diz que a melhor coisa deste mercado é sentir frio na barriga quando entra num palco com grande público. “Sou, antes de tudo, humilde. Já acompanhei muitas bandas e cantores de referência regional e nacional. Sinto frio na barriga ao tocar em festa de Praça Pública. É sempre muito marcante pra mim”, disse ele. Vandelson sempre faz questão de agradecer a todos que sempre contribuíram para seu sucesso. Ele hoje é conhecido em toda a região do Sisal. Sua agenda para os festejos juninos já tem shows marcados em Araci, Tucano, Teofilândia e outras cidades. Vandelson finalizou sua entrevista pedindo a Deus, aos gestores e ao povo que dê cada vez mais valor aos cantores regionais porque eles merecem. “Eu e meus colegas a gente faz isso com muito amor, finalizou ele. O contato de Vandelson; A Voz do Arrocha é 75 99162-8658. Confira vídeos de Vandelson:

#DevolvaMeuSaoJoao: artistas pedem que festas juninas abandonem sertanejo e voltem à tradição do forró

05 de jun de 2017 às 08:43 | em: Cultura,Eventos

Foto: Reprodução

Um grupo de artistas de Pernambuco e Paraíba se uniu em prol das festas juninas de São João. Os músicos lançaram uma campanha pedindo que os organizadores de eventos do tipo deixem o sertanejo de lado e priorizem o forró e os estilos tradicionais do Nordeste. Conforme divulgado por uma publicação nas redes sociais, o domínio do sertanejo em confraternizações do tipo motivou a campanha, guiada pela hashtag #DevolvaMeuSaoJoao. “Nos últimos anos artistas e bandas de forró estão sendo substituídos por duplas sertanejas, descaracterizando as festas juninas no Nordeste”, afirmou.A publicação revela, ainda, que o problema se destacou em Caruaru (PE) e Campina Grande (PB), municípios com tradição em festas do tipo. “Outras cidades do interior desses Estados também deixam a desejar na programação junina”, disse. A campanha ganhou uma música, intitulada “Devolva o meu São João”, cuja autoria é de Wagner Carvalho. A letra pode ser conferida abaixo:

Devolva o meu São João
(Wagner Carvalho)

“Santo Antonio, São João e São Pedro

No meu Nordeste tinha tradição
Tinha fogueira, rojão, milho assado
Tinha palhoça, quadrilha e balão
Toda rua ficava enfeitada
Toda casa tinha Gonzagão
30 dias de chocalho tampado
São João nunca teve peão
Esqueceram do meu pé de serra
Dupla sertaneja não é São João

Olha pro céu meu amor
Peço por favor
Respeite o São João
Quero ver a sanfona tocando
Forrozeiro animando
Xote, forró e baião
Quero ver a sanfona tocando
Forrozeiro animando
Devolva o meu São João”