Cultura

Cultura: Estudantes apresentam projetos de arte e cultura em Serrinha

21 de nov de 2018 às 18:06 | em: Cultura,Educação,Serrinha

Fotos: Divulgação

As diferentes criações estudantis desenvolvidas durante o ano letivo nas escolas estaduais estão sendo apresentadas nas etapas territoriais dos projetos de arte e cultura, que são realizados pela Secretaria da Educação do Estado com o objetivo de dinamizar o ambiente escolar e promover o protagonismo estudantil. No Núcleo Territorial de Educação de Teixeira de Freitas (NTE 07), a territorial começou nesta quarta-feira (21) e segue até amanhã (22), no Cenarium Eventos. Em Paulo Afonso (NTE 24), a ação acontece, no mesmo período, no clube de Paulo Afonso. Nesta quinta-feira (22), as apresentações serão realizadas em  Serrinha (NTE 07), às 9h, no Shopping de Serrinha, e a partir das 16h, em Eunápolis (NTE 27), no salão de eventos do Hotel Portal.

Fotos: Divulgação

Os estudantes, que foram selecionados nas etapas escolares, protagonizam a etapa territorial dos projetos: Tempo de Artes Literárias (TAL), Festival Estudantil de Teatro (FESTE), Mostra de Dança Estudantil (DANCE), Artes Visuais Estudantis (AVE), Educação Patrimonial e Artística (EPA), Produções Visuais Estudantis (PROVE), Festival Anual da Canção Estudantil (FACE) e o Canto Coral Estudantil (ENCANTE). A estudante Lara Silva, 17 anos, do Colégio Estadual Luís Eduardo Magalhães, em Itamaraju, disse que a oportunidade de participar do EPA proporcionou conhecer mais a história do seu município. “Fizemos um projeto voltado para a Lagoa do Jacaré que e se encontra abandonada. Um local histórico para a nossa cidade que foi esquecido, porém com esse produto cultural buscamos resgatar a história e mostrar a importância para os moradores.

Fotos: Divulgação

E tudo isso acontece por meio do incentivo e orientação dos professores na escola, o que nos dá mais estrutura para desenvolver o projeto”, ressaltou. Para as estudantes Cristyele Oliveira e Joyce Gomes, ambas com 17 anos, do Colégio Estadual Machado de Assis, em Teixeira de Freitas, o FESTE foi o espaço encontrado para debater assuntos de interesse dos jovens. “Na peça ‘A vida não pode parar’, queremos apresentar uma discussão voltada para o problema da depressão e ansiedade que se tornou muito comum entre os adolescentes”, explicou Cristyele. Joyce Gomes completa: “Os projetos culturais são uma forma mais atrativa de apresentar esses temas aos estudantes devido ao formato lúdico. Com certeza há uma absorção maior do conhecimento”, afirmou.

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Cultura: Teatro amador de Quijingue brilha com peça “Bolsa Amarela”

05 de nov de 2018 às 11:17 | em: Cultura,Quijingue

Foto: Divulgação | PMQ

Quijingue, rica em diversidade cultural, se destaca principalmente pelos prêmios conquistados a nível estadual na categoria Teatro Amador, mérito dos artistas quijinguenses que já foram considerados os melhores do Estado da Bahia. O Governo Municipal de Quijingue continua a incentivar a descoberta de novos talentos através da promoção de espetáculos inovadores com temas atuais e de importância para sociedade.

Foto: Divulgação | PMQ

Aconteceu nos dias 02, 03 e 04 no auditório Luar do Sertão do Colégio CEAQ, o emocionante espetáculo “A Bolsa Amarela” com a direção é de Alfredo Junior, uma criação do Grupo Malagueta de Teatro que faz parte do Projeto Casa de Farinha. A apresentação foi um incentivo exclusivo da Secretaria de Ação e Assistência Social. A proposta de governo de apoiar iniciativas culturais relacionadas ao teatro vai se expandir no ano de 2019 com seleção de novos atores nas escolas da Rede Municipal de Ensino. Os diretores anunciarão a abertura do edital.

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Cultura: Festa do Caboclo Boiadeiro reúne mais de 2 mil pessoas em Araci

30 de set de 2018 às 19:14 | em: Araci,Cultura,Religião

Foto: Divulgação

A tradicional festa do Caboclo Boiadeiro reuniu mais de 2 mil pessoas no terreiro Ilê Axé Jitolobi, na cidade de Araci. O evento religioso e cultural do Candomblé teve inicio no ultimo sábado (29) e finaliza neste domingo (30). A festa do Caboclo Boiadeiro já é tradição há mais de 20 anos. Gelvane da Silva, popularmente conhecido como “Pai Gel”, é o líder religioso no município e atrai fiéis de toda a Bahia e do Brasil.

Foto: Divulgação

“Pai Gel” é líder espiritual com influência e respeitabilidade entre músicos e atores da Bahia e do Brasil. “O Ilê Axé Jitolobi em Araci está em festa, tudo maravilhoso em Louvor ao Caboclo Boiadeiro Catimboré da Selvagem (…). Agradecemos a todos que com muita fé e amor vieram, agradecemos também aos que ainda estão para chegar, pois nossa festa não acabou”, disse Geovane.

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“Cultura brasileira e o Brasil estão de luto”, diz MinC sobre incêndio no Museu Nacional

03 de set de 2018 às 17:16 | em: Brasil,Cultura

Foto: Reprodução

O Ministério da Cultura (MinC) emitiu uma nota oficial sobre o incêndio que atingiu o acervo e as instalações do Museu Nacional, no Rio de Janeiro. No documento, a pasta lamentou “profundamente” o incidente e disse considerar que “as causas e responsabilidades devem ser rigorosamente apuradas”. Destacando a importância do museu, que este ano completou 200 anos, o MinC  afirmou que vinha desde 2017 apoiando a direção do Museu Nacional na elaboração de projetos e na busca por recursos para financiar o plano de revitalização e requalificação. “Um total de R$ 21,7 milhões foi conseguido junto ao BNDES, que financiaria grande parte do projeto. Outras ações foram realizadas pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), com o objetivo de apoiar a gestão do Museu Nacional na busca de soluções. Infelizmente não houve tempo”, diz a nota, acrescentando que o incidente “trata-se de uma perda irreparável para o país” e que “a cultura brasileira e o Brasil estão de luto”. O Ministério da Cultura afirma ainda que é necessária uma mobilização nacional para a reconstrução do museu e que a pasta “fará todo o esforço para apoiar este processo, olhando também para os demais museus do País, com o intuito de evitar que tragédias como essa se repitam e causem mais prejuízo ao patrimônio cultural brasileiro”. O ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão afirmou que nesta segunda-feira (03) irão começar a fazer o projeto de reconstrução. “Também ordenei um levantamento completo das condições de proteção contra incêndio em todos os museus federais, para verificar que medidas devem ser tomadas de modo a evitar outra tragédia”, afirmou Sá Leitão. (Bahia Noticias).

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História do Território do Sisal também perdeu com o incêndio no Museu Nacional

03 de set de 2018 às 09:21 | em: Bahia,Cultura,Região Sisal

Foto: Ilustração

Um incêndio de grandes proporções destruiu o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio. O fogo começou por volta das 19h30 deste domingo (2) e foi controlado no fim da madrugada desta segunda-feira (3). Mas pequenos focos de fogo seguiam queimando partes das instalações da instituição que completou 200 anos em 2018 e já foi residência de um rei e dois imperadores. A maior parte do acervo, de cerca de 20 milhões de itens, foi totalmente destruída. Fósseis, múmias, registros históricos e obras de arte viraram cinzas. Pedaços de documentos queimados foram parar em vários bairros da cidade. Destes itens, encontram-se peças arqueológicas, acervos etnográficos e fósseis paleontológicos de todo o Brasil, o que inclui, também, peças do território do sisal.

Fóssil da Preguiça Gigante de Jacobina

Foto: Reprodução

O fogo pode ter destruído um achado de Jacobina, município baiano do Piemonte da Diamantina. A Preguiça Gigante de Jacobina, como é conhecida, é um dos cerca de 3 milhões de itens abrigados no local. O Museu Nacional é a instituição científica mais antiga do Brasil e com maior acervo da América Latina. O fóssil da Preguiça Gigante foi descoberto entre os anos 1960 e 1970. Segundo o Blog Geografia do Piemonte da Diamantina, a Eremotherium [nome científico da Preguiça] foi encontrada na Gruta da Onça, no Distrito de Caatinga do Moura, em Jacobina. A estimativa é que quando viva, a Preguiça teria comprimento de cerca de 6 metros do focinho à extremidade da cauda, com 4 metros de altura e 4 e 5 toneladas de peso.

Meteorito do Bendegó

Foto: Reprodução

O meteorito do Bendegó foi encontrado em 1784 pelo menino Domingos da Motta Botelho, que pastoreava o gado em uma fazenda próxima à atual cidade de Canudos. É o maior meteorito já encontrado em solo brasileiro. No momento do seu achado, tratava-se do segundo maior meteorito do mundo. Atualmente ocupa o 16.º lugar, em tamanho. A julgar pela camada de 435 centímetros de oxidação sobre a qual ele repousava, e a parte perdida de sua porção inferior, calcula-se que estava no local há milhares de anos. A notícia do achado correu o mundo, chegando aos ouvidos do governador D. Rodrigues Menezes, que em 1785 ordenou o seu transporte até Salvador, pelo capitão-mor da vila de Itapicuru, Bernardo Carvalho da Cunha.

Foto: Reprodução

Devido ao peso de mais de cinco toneladas, mesmo com doze juntas de bois não foi possível transportá-lo, e a pedra acabou despencando ladeira abaixo e caindo no leito seco do riacho Bendegó, a 180 metros do local original. Ali ficou por mais de 100 anos.Em 1820, os naturalistas alemães Spix e Martius foram conhecer o meteorito, encontrado ainda sobre os restos da carreta com a qual tinha despencado ladeira abaixo em 1785. Depois de atearem fogo à pedra por mais de 24 horas, conseguiram retirar alguns fragmentos que foram levados à Europa, o maior deles sendo doado ao Museu de Munique. Em 1886 o imperador Pedro II tomou conhecimento da existência do meteorito ao visitar a Academia de Ciências de Paris, e decidiu providenciar sua remoção da caatinga. Criou-se uma comissão de engenheiros sob liderança do oficial aposentado José Carlos de Carvalho. O meteorito e todo o acervo textual relacionado a ele estavam no Museu Nacional.

Acervo da Guerra de Canudos

Foto: Reprodução

A chamada Guerra de Canudos, revolução de Canudos ou insurreição de Canudos, foi o confronto entre um movimento popular de fundo sócio-religioso e o Exército da República, que durou de 1896 a 1897, na então comunidade de Canudos. Grande parte dos soldados do Exército Brasilieiro que exterminaram Canudos, viviam no Rio de Janeiro. Parte do armamento, da documentação e das peças de roupa desta famigerada guerra estavam no Museu Nacional.

Acervo etnológico de Curt NimuendajúCurt Nimuendajú, nascido Curt Unckel, foi um etnólogo de origem alemã que percorreu o Brasil em meio aos índios por mais de quarenta anos. Quando jovem, foi aprendiz na fábrica de lentes Zeiss na Alemanha. Ele produziu o O Mapa Etno-Histórico de Curt Nimuendajú. Toda a documentação deste mapa encontra-se no Museu Nacional e também tráz detalhes das ocupações indígenas na região sisaleira. Nimuendajú percorreu todo o Brasil, inclusive o Território do Sisa, para conhecer e descrever as histórias dos indígenas e das comunidades que habitavam cada região. Ele descreveu, em seu mapa, por exemplo, sobre os grupos indígenas na região de Santaluz, Canudos, Ribeira do Pombal e Nova Soure.

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Araci: Vídeo registra o ofício secular em Casa de Farinha no Povoado Caldeirão

22 de ago de 2018 às 09:39 | em: Araci,Cultura

Foto: Reprodução

A casa de farinha permanece sendo um dos principais componentes econômicos e culturais na região sisaleira. Um vídeo publicado na página Araci Bahia Brasil resgata essa tradição e expõe o ofício do processamento da mandioca no Povoado Caldeirão, zona rural de Araci. É possível notar a implementação de componentes faris no ofício, bem como a atuação comunitária do trabalho. A produção, apesar da incorporação de elementos técnicos mais recentes, remonta ao passado secular do ofício de “fazer farinha”, tão comum no Nordeste do Brasil.

Entenda mais

A matéria prima para se fazer a farinha de mandioca (jatropha manihot), é uma planta da família das Eufrobiáceas, um tubérculo conhecido, cultivado e convenientemente aproveitado pelos índios em produtos alimentícios, como puderam constatar os portugueses quando chegaram ao Brasil. Os índios chamavam as suas plantações, ou roças de mandioca, demandiotuba. A mandioca amolecida, fermentada ou apodrecida para o fabrico de farinha ou extração da goma, de mandiopuba, e a farinha misturada com água, o pirão, de uypeba. Na Bahia, existiam várias espécies de mandioca: branquinha, cruvela, caravela ou mamão, engana-ladrão, fria ou da mata, landim, manipeba, vermelha, entre outras, além da mandioca brava, muito venenosa. A casa de farinha é o local onde se transforma a mandioca em farinha, ingrediente usado na fabricação de vários alimentos, entre os quais o beiju, conhecido pelos índios como mbyú, muito apreciado na região Nordeste do BrasilEm 1551o padre jesuíta Manoel da Nóbrega quando escreveu sobre sua visita a Pernambuco, já fala sobre o beiju e as farinhas fabricados pelos indígenas.
No período colonial, a farinha de mandioca era usada para a alimentação dos escravos, dos criados das fazendas e engenhos, além de servir também como suprimento de viagem para os portugueses(farnel de viajantes). Em algumas regiões, objetivando tornar o alimento menos perecível, misturava-se a farinha de mandioca com a farinha de peixe seco, socada em pilão. O processo de produção da farinha de mandioca começa no plantio das manivas. Depois da colheita da raiz (tubérculo), a mandioca é levada direto da roça para a casa de farinha, onde é descascada e colocada na água para amolecer e fermentar ou pubar. Em seguida, é triturada ou ralada em pilão ou no ralador ou caititu. A mandioca ralada vai caindo em um cocho, sendo depois prensada no tipiti (tipi = espremer e ti = líquido, na língua tupi) para retirar um líquido venenoso chamado manipueira (ácido anídrico). Depois de peneirada e torrada, a farinha está pronta para o consumo. O líquido que sobra da pubagem tem um alto teor alcoólico. No Pará, esse líquido, depois de ser submetido à ação do sol ou do fogo para retirar sua toxidade, é usado no preparo do tucupi, espécie de molho muito apreciado na cozinha amazônica como o famoso pato no tucupi.
A massa da mandioca, que decanta durante a pubagem, é utilizada como goma para engomar roupa ou para a fabricação de alimentos como mingau, papa, sequilho, bolo, tapioca. Na casa de farinha as tarefas são divididas: alguns homens são responsáveis pelo processo de arrancar a mandioca da roça e transportá-la para a casa de farinha. As mulheres e crianças raspam os tubérculos e extraem o amido ou polvilho. O trabalho se estende pela noite, quando acontecem as chamadas farinhadas. Aparecem os sanfoneiros, violeiros, dançadores e  entre goles de cachaça, café com beiju e muita alegria, o trabalho continua a noite inteira. A farinha de mandioca é mais usada para se fazer vários tipos de farofa, pirão, beiju e em uma grande quantidade de receitas da culinária brasileiraA casa de farinha ajudou a fixar o homem à terra, transformando a mandioca num importante alimento, responsável pela diminuição da fome em algumas regiões brasileiras.

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Conheça o premiado músico, compositor e poeta que reside em Araci

02 de ago de 2018 às 11:30 | em: Araci,Cultura

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Daniel Gomes dos Santos, tem 58 anos e nasceu na cidade de Umburanas. Músico, compositor e poeta, ele atualmente reside em Araci. Ao site A Voz do campo, ele informou que está no município há 02 anos. Ele acompanha sua esposa, que trabalha como médica no programa Mais Médicos, no PSF de Rufino. Como compositor, Daniel  tem participação em vários Festivais de música nacional. Como Poeta, têm Poemas publicados nas coletâneas; Além da Terra Além do Céu, Antologia de Poesia Brasileira Contemporânea, pela Chiado Editora e Sarau Brasil 2017, Concurso Nacional Novos Poetas, Antologia Poética pela Vivara Editora. Seu poema “Clarear” foi classificado em 3° Lugar no Concurso Literário Augusto dos Anjos de Monte Santo. “A solenidade de entrega de prêmios aos classificados será 11 de agosto“, disse ele. O poema “O Andarilho” foi classificado em 1° Lugar Concurso Literário Clube dos Funcionários, Volta Redonda/RJ. Daniel já é conhecido por intelectuais e amantes da cultura em Araci, que apresentaram seu trabalho ao site. “Fiz amigos em Araci e estou satisfeitíssimo com a receptividade no município”, finalizou. A apresentadora Ádila Santana destacou que a música de Daniel é um alento aos ouvidos de todos. “Ouço todas as noites. Fiquei muito feliz em conhecer o trabalho de Daniel e em saber que ele reside em Araci“, afirmou ela. Conheça o trabalho de Daniel

Baixe:

Poemas de Daniel Gomes dos Santos

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Alex da Piatã ingressa projeto de Lei para a criação do Dia Estadual do Vaqueiro

20 de jul de 2018 às 12:35 | em: Brasil,Cultura

Foto: Reprodução

Nesta quinta-feira (19), foi o Dia do Vaqueiro Nordestino, por este motivo, o deputado Alex da Piatã recentemente ingressou na Assembleia Legislativa da Bahia, um projeto de Lei para a criação do Dia Estadual do Vaqueiro (último domingo de agosto de cada ano), que até então, já passou pela Comissão de Constituição e Justiça. “A ideia é valorizar a figura histórica, tradicional e cultural do vaqueiro, visto que várias cidades do interior baiano realizam festas de vaquejadas, cavalgadas ou similares. Esperamos que a vaqueirama tenha mais uma data comemorativa, em breve. Parabéns, vaqueiros”, disse Alex da Piatã.

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Conheça a história e a importância do dia 2 de julho para a Bahia

02 de jul de 2018 às 10:52 | em: Cultura,Educação

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A maioria dos baianos sabe que o dia 2 de julho é feriado no estado. Mas e quanto à importância histórica dessa data? A história da Independência começa a ganhar força no início de 1822, com o desejo da Bahia de romper com a coroa, quando o rei de Portugal, D. João VI, tira o brasileiro Manoel Guimarães do comando de Salvador, colocando o general português Madeira de Melo no cargo. Com isso, ele queria reforçar o poder da Coroa sobre os baianos, mas a população não aceita pacificamente. Os baianos vão às ruas para protestar e entram em confronto com os soldados portugueses. Na busca pelos rebelados, que teriam se escondido no Convento da Lapa, os portugueses matam a freira Joana Angélica. Os brasileiros que queriam a independência não se acovardaram. Meses depois, em 12 de junho, a Câmara de Salvador tenta romper com a coroa portuguesa. O general Madeira de Melo coloca as tropas nas ruas e impede a sessão. Dois dias depois, em Santo Amaro, os vereadores declaram D. Pedro o defensor perpétuo do Brasil independente, o que significa não obedecer mais ao rei de Portugal. No dia 25 de junho é a vez da Vila de Cachoeira romper com a Coroa portuguesa. Outras vilas seguem o exemplo. Cachoeira se torna quartel general das tropas libertadoras. Voluntários surgem de várias partes. Os vaqueiros da cidade de Pedrão, comandados pelo padre Brayner, ficaram conhecidos pela bravura – armas de caça da Caatinga se transformaram em arma de guerra. Entre os voluntários, se destaca Maria Quitéria, que se vestiu de homem e lutou como soldado contra o domínio português. Na ilha de Itaparica, a defesa foi feita por pescadores armados de facões e garruchas. Em São Paulo, D. Pedro declara independência em 7 de setembro, mas na Bahia os portugueses resistem. Canhões de Fortes da Baía de Todos os Santos são roubados para armar a improvisada frota de saveiros, que enfrentaram a esquadra de Portugal. D. Pedro I envia tropas comandadas pelo general Labatut e naus comandadas por Lo Cotrem, mas é o exército de voluntários que luta em batalhas secretas. A pior delas: a de Pirajá. Cercados por terra e mar, os portugueses ficam acuados em Salvador. Decidem então abandonar a cidade e fogem por mar, na madrugada do dia 2 de julho de 1823. Pela manhã, o exército brasileiro entra vitorioso na cidade.

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Equipe A voz do Campo faz Cobertura do encerramento da Tradicional Trezena de Santo Antônio em Teofilândia

13 de jun de 2018 às 22:17 | em: Cultura,Felipe Mateus,Religião,Teofilândia

A Equipe A voz do Campo faz Cobertura da Tradicional Trezena de Santo Antônio de Teofilândia, em breve será publicado no site a matéria especial sobre a festa religiosa e cultural da cidade de Teofilândia, organizada pela Paróquia de Santo Antônio. Com entrevista do público, organizadores, autoridades, além de imagens exclusivas do grande evento que durante 13 dias movimentou a região do sisal.

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Aracienses prestigiaram a Orquestra Sisaleira na Câmara de Vereadores

08 de jun de 2018 às 12:46 | em: Araci,Cultura

Foto: A Voz do Campo

O projeto Orquestra Sisaleira se iniciou com a construção de violões, rabecas, cavaquinhos, ukulelês e violinhas com a madeira do sisal em Conceição do Coité. O reaproveitamento dos resíduos da cadeia produtiva do sisal já é uma realidade no projeto “O Som do Sisal”, que já criou sua primeira orquestra. Este projeto esteve em Araci nesta quinta-feira (07), no auditório da Câmara de Vereadores. Centenas de pessoas compareceram ao evento, que foi tido como um sucesso. Foram diversas apresentações culturais, em conjunto com uma exposição de obras de arte. Ao site A Voz do Campo, todos os presentes elogiaram a qualidade da música e a harmonia do ambiente.

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Orquestra Sisalera estará em Araci nesta quinta-feira (07) na Câmara de Vereadores

07 de jun de 2018 às 11:27 | em: Araci,Cultura

Foto: Divulgação

O projeto Orquestra Sisaleira se iniciou com a construção de violões, rabecas, cavaquinhos, ukulelês e violinhas com a madeira do sisal em Conceição do Coité. O reaproveitamento dos resíduos da cadeia produtiva do sisal já é uma realidade no projeto “O Som do Sisal”, que já criou sua primeira orquestra. Este projeto estará em Araci nesta quinta-feira (07), no auditório da Câmara de Vereadores, às 19h.

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A Orquestra

O Som do Sisal é um laboratório de investigação técnica e sonora da cultura sisaleira criado em pleno sertão baiano. Tudo começou em 2012, quando o coordenador artístico da Orquestra Santo Antônio, Josevaldo Nim, convidou o estudante de luteria, Webson Santana, para construir instrumentos musicais com sisal, inspirados na violinha de Buriti que é encontrada do povoado de Mumbuca, Jalapão/TO. Eles já se apresentaram no Brasil e em outros países.

 

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Entidade do movimento negro processa a Globo por racismo em novela na Bahia

11 de maio de 2018 às 08:58 | em: Bahia,Cultura

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A União de Negros pela Igualdade (Unegro Brasil), presidida por Ângela Guimarães, protocolou nesta quinta-feira, 10, ação civil pública contra a Rede Globo por práticas discriminatórias e racistas; segundo a ação, a novela “Segundo Sol”, que estreará na próxima segunda-feira (14), não expressa em seu elenco a realidade da sociedade soteropolitana e baiana, já que a imensa maioria dos atores e atrizes é formada por brancos, enquanto que Salvador, onde a novela é ambientada, é composta por 85% de negros e negras. A União de Negros pela Igualdade (Unegro Brasil), com sede em Salvador, protocolou nesta quinta-feira, 10, ação civil pública contra a Rede Globo por práticas discriminatórias e racistas. Segundo a ação, a novela “Segundo Sol”, que estreará na próxima segunda-feira, dia 14, não expressa em seu elenco a realidade da sociedade soteropolitana e baiana, já que a imensa maioria dos atores e atrizes é formada por brancos, enquanto que Salvador, onde a novela é ambientada, é composta por 85% de negros e negras.

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Entenda por que 19 de abril foi escolhido Dia do Índio

19 de abr de 2018 às 08:19 | em: Brasil,Cultura

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Dezenove de abril, Dia do Índio. A data traz para discussão a realidade indígena no país, questões como a demarcação de terras, saúde e educação, além da reflexão sobre os valores e a preservação cultural. Mas você sabe por que o Dia do Índio é comemorado nesta data? A ideia surgiu durante um Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México, em 1940. A princípio, as lideranças indígenas questionaram a realização do evento. Elas temiam que as reivindicações não fossem atendidas pelos homens brancos. Então, para instrumentalizar a luta por direitos foi criado o Instituto Indigenista Interamericano. Alguns países aderiram de imediato ao instituto, inclusive o Brasil. Três anos depois, o então presidente Getúlio Vargas assinou o decreto lei que criava o Dia do Índio. O Brasil é um dos países com maior diversidade sociocultural do planeta. De acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há cerca de 900 mil índios que se dividem entre 305 etnias e falam ao menos 274 línguas. A maioria, cerca de 37,4%, está na Região Norte. O Nordeste abriga 25,5%; o Centro Oeste 16%; o Sudeste 12% e a Região Sul, 9,2%. Entre 2000 e 2010, caiu o percentual de indígenas que moram em áreas urbanas, movimento contrário ao do restante da população nacional. Hoje, cinquenta e sete vírgula sete por cento dos índios brasileiros vivem em terras indígenas.

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Fotos: Bloco do Mofo 2018 arrasta centenas de pessoas pelas ruas de Araci

02 de abr de 2018 às 10:47 | em: Araci,Cultura,Eventos

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O bloco do Mofo é uma tradição de mais 11 anos em Araci. A edição 2018 arrastou centenas de pessoas pelas ruas da sede do município e alegrou crianças, jovens, adultos e idosos. O  bloco sempre desfila no domingo de Páscoa e foi idealizado radialista Zé Socorro. O desfile foi organizado pela Prefeitura Municipal de Araci e pela Rádio Comunitária Cultura FM de Araci.

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TV Globo Bahia exibirá programa especial sobre a Semana Santa em Monte Santo

23 de mar de 2018 às 09:02 | em: Cultura,Monte Santo

Foto: Divulgação | Globo

O Programa Conexão Bahia deste sábado, 24, exibe um especial em Monte Santo, cidade do sertão baiano que abriga a quinta maior romaria do Brasil e a única que acontece na montanha. Os apresentadores Renata Menezese Aldri Anunciação percorrem os 4 km de subida da serra para contar a história da peregrinação religiosa até o Santuário Santa Cruz, tradição que existe há mais de 200 anos.

Foto: Divulgação | Globo

A cidade, que está a cerca de 350 km de Salvador, respira religião desde a sua fundação. Tem papel importante na história e na nossa cultura, por ter sido palco da Guerra de Canudos e cenário do filme “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber Rocha, e da minissérie da Globo, “O Pagador de Promessas”, de Dias Gomes.

Foto: Divulgação | Globo

Os apresentadores batem um papo com pessoas importantes da região, como o padre Enoque Oliveira, que trabalha ativamente na recuperação da memória da Guerra de Canudos, e o artista plástico e poeta Seu Dedega, que foi personagem do filme de Glauber Rocha. Ele rememora histórias da época da gravação e conta quais figuras ilustres, do Brasil e do mundo, já encontrou por lá.

Foto: Divulgação | Globo

O programa conta ainda com um passeio pela história do Museu do Sertão, que guarda a memória da região, e o Vumbora vai até o quilombo Lage do Antônio, que preserva a nossa cultura ancestral. É sábado, dia 24, às 8 horas da manhã.

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Menininha: Artesã da zona rural de Araci faz panelas como índios faziam

13 de mar de 2018 às 13:14 | em: Araci,Cultura

Foto: Nany Costa e Daniel VL

A agricultora e artesã Maria Auréa, conhecida como Menininha, é uma talentosa e criativa artesã que tivemos o prazer de conhece-la em uma localidade entre o os povoados de Pedra Alta e Dionísio, zona rural do município de Araci (BA). Menininha confecciona panelas, vasos,pratos, potes, recipientes e uma variedade de outros utensílios de barro há pelo menos 40 anos. Diz ter aprendido essa arte com a sua mãe, que consequentemente, aprendeu com a sua avó. A convite de Menininha, acompanhamos e registramos em vídeo e fotografia todo o processo de construção de um utensílio de barro feito por ela em sua casa.

Foto: Nany Costa e Daniel VL

Inicialmente, Menininha nos levou até o local onde captura o barro, a matéria prima essencial para a criação dos objetos das mais variadas utilidades. O barro é conseguido praticamente no quintal de sua propriedade rural. Segundo, ela, o barro utilizado tem uma coloração escura e possui uma liga natural que é própria para a confecção dos utensílios. Após coletar o barro, ele é acomodado em um recipiente e umedecido com água. Em, um outro momento, Menininha quebra alguns pedaços de telhas velhas e os transforma em pó através do manuseio de um pilão caseiro em que a telha é batida e peneirada até se transformar em um pó bem fininho.

Foto: Nany Costa e Daniel VL

Feito isso, o pó da telha é misturado junto ao barro molhado. A mistura do pó de telha com o barro é fundamental para se evitar que o objeto se estoure. A próxima etapa do processo de construção do recipiente é fazer bolas circulares nas mãos e colocá-las sobre uma mesa e ir modelando e dando forma ao objeto que se pretende fazer. Menininha utiliza alguns materiais naturais para ir dando acabamento ao material confeccionado. Para ir alisando a superfície do recipiente, é muito comum ela se utilizar da semente de Mucunã ou de alguma pedra lisa extraída de beira de rio para ir retirando refugos do interior dos recipientes.

Foto: Nany Costa e Daniel VL

A folha do Incó, uma arvore típica do bioma de catinga, é, também, utilizada como uma ferramenta para ir dando forma e acabamento a peça. A etapa final é quando os utensílios são levados ao fogo. As peças produzidas por Menininha, geralmente, são confeccionada atraves de pedidos de encomendas feitas por outras pessoas. Os valores das peças variam entre R$ 5,00 e R$ 25,00. Portanto, Menininha é uma das poucas artesãs que realizam esta arte da confecção de objetos em barro pela região. Essa pratica milenar esta cada vez mais escassa nos dias atuais.

Dezembro de 2017.
Povoado pedra Alta, Araci (BA)
Autores do artigo: Nany Costa e Daniel VL

Comentário A Voz do Campo – Felipe S. Sales | Arqueólogo

A técnica de produção cerâmica que dona Minininha aplica é definida pela ciência arqueológica como cerâmica acordelada. Essa era a principal técnica de produção cerâmica utilizada pelas culturas indígenas do Brasil antes da colonização européia. As culturas tapuias, guaranis e tupis tinham essa técnica como o principal modo de fazer seus utensílios domésticos.

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O Cariru em uma comunidade negra rural de Araci; artigo do Projeto Pedalada Visual

27 de fev de 2018 às 08:04 | em: Araci,Cultura

Foto: Nany Costa e Daniel VL

O Cariru é uma festa afro-descendente realizada em homenagem as pessoas que nascem gêmeas e, é, dada sempre na data dos seus respectivos aniversários . O texto aqui produzido, procura descrever o ritual da festa que aconteceu no dia 4 de fevereiro de 2018 na Comunidade negra rural dos Bró, localizado no município de Araci. A Comunidade dos Bró é formada basicamente por famílias negras que se estabeleceram nesse lugar há mais de 60 anos. O lugar é constituído por algumas dezenas de casas e as famílias se mantem economicamente com a criação de ovelhas, o trabalho no “motor” na retirada da fibra do sisal; e outras frentes de trabalho, como a colheita do feijão na região de Euclides da Cunha e a colheita do café no estado de Minas Gerais. A festa do Cariru tem inicio, já no dia anterior com o varrer dos terreiros, feito pelas mulheres da comunidade com as vassouras de ramos de alecrim do campo. No dia seguinte, ocorre a matança dos animais, galinhas e carneiros, que serão servidos durante a festa.

Foto: Nany Costa e Daniel VL

Geralmente, no Cariru existe uma casa especifica, chamada casa de santo ou Seção ,onde é cuidadosamente ordenada e enfeitada com fitas coloridas feitas de papel crepom. Outro aspecto dos preparativos para a festa é a produção de coroas para as setes crianças, entre meninas e meninos, que irão utilizá-las durante o jantar , além de uma outra coroa para os aniversariantes da festa. O Cariru é uma festa comunitária que envolve uma gama de pessoas advindas de povoados e comunidades vizinhas que se reúnem para a preparação e o temperar dos alimentos. No momento de servir o jantar para as crianças, solta-se fogos de artifício que significa o anuncio do inicio da festa. Passa-se pela “mesa”, onde será servido o jantar, um incenso para purificar o ambiente. Uma essência perfumada também é passada nas pessoas que estão presentes. Um tapete é estendido ao chão , onde são acessas sete velas em uma bandeja e colocadas sobre o tapete, representando a mesa. Em seguida, a matriarca da casa, dona Barbina, convida sete crianças para sentarem-se ao redor do tapete. Já com as crianças devidamente dispostas com os seus ornamentos, junta-se a elas os pais dos aniversariantes gêmeos, e a partir daí tem inicio a distribuição do jantar acompanhado ao som de samba de roda compostas de músicas especificas para cada momento do ritual. A comida é constituída de vatapá, arroz, carne de galinha ou carneiro, quiabada (quiabo cozido), salada e purê de abobora. Na tradição do cariru não se utiliza talheres, portanto se come com as mãos. Ao termino do jantar, uma bacia contendo águia circula pelo espaço para que as pessoas lavem as mãos.

Foto: Nany Costa e Daniel VL

No momento da lavagem das mãos canta-se uma cantiga especifica que diz: “ São Cosme e Damião vem lavar as mãos Todo mundo comeu Só eu não. e também: “ Ôh, vamos levantar Essa mesa sim sinhô Ôh, vamos levantar A mesa do orixá” Feito isso, a mesa é desfeita e começa a distribuição do jantar às outras pessoas presentes na festa.Em todo o momento , existe a entoação de cantigas de Santo Reis e samba de roda. Acontece, também a situação em que as pessoas dirigem-se um recinto menor, onde existe um altar com as imagens de são Cosme e Damião, e, a partir daí realiza-se as rezas e em seguida musicas, entre elas, algumas exclusivas para invocar o orixá. Portanto, a festa do Cariru é uma festa social e religiosa composta de ritos africanos e católicos que resiste a um leque de adversidades advindas do capitalismo moderno, entre eles, a devastação ambiental e o conseqüente esvaziamento do campo , a migração, a chegada das drogas seguidas por uma situação de violência e o avanço cada vez mais constante das igrejas pentecostais e neo pentecostais que contribuem para a descaracterização ou o desaparecimento dessa prática que é um patrimônio cultural de toda essa região.

Autores: Nany Costa e Daniel VL
Pedalada – Ecologia Audiovisual

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Construída em 1897, a Capela do Bonfim é Patrimônio Histórico de Araci

16 de fev de 2018 às 08:30 | em: Araci,Cultura

Foto: Reprodução | Vila do Raso

Araci é cercado por diversas serras e uma dessas serras e talvez a mais importante é a Serra de Santa Rita, hoje mais conhecida como Morro do Bonfim. Desde a chegada do Fundador, que a referida serra começou a ser desbravada, elevando-se em 1860 um cruzeiro, que a partir daí passou a ser local de peregrinação dos moradores locais, principalmente durante a Semana Santa. No final do século XIX começou a ser construída uma Capela com recursos angariados entre os cidadãos locais através de uma campanha encabeçada por Amerino de Oliveira Lima e Antônio Oliveira da Mota. No ano de 1897 a Capela foi inaugurada e dedicada ao Senhor do Bonfim. Ainda hoje é caminho e local para as vias-sacras e procissão de fogaréu durante a Quaresma.

Fonte: Vila do Raso

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Orquestra Sisaleira; o som que vem do sertão baiano e encanta a todos; vídeo

07 de fev de 2018 às 07:35 | em: Conceição do Coité,Cultura

Foto: Divulgação

O projeto Orquestra Sisaleira se iniciou com a construção de violões, rabecas, cavaquinhos, ukulelês e violinhas com a madeira do sisal. O reaproveitamento dos resíduos da cadeia produtiva do sisal já é uma realidade no projeto “O Som do Sisal”, que já criou sua primeira orquestra. O Som do Sisal, é um laboratório de investigação técnica e sonora da cultura sisaleira criado em pleno sertão baiano, no município de Conceição do Coité. Tudo começou em 2012, quando o coordenador artístico da Orquestra Santo Antônio, Josevaldo Nim, convidou o estudante de luteria, Webson Santana, para construir instrumentos musicais com sisal, inspirados na violinha de Buriti que é encontrada do povoado de Mumbuca, Jalapão/TO.

Foto: Divulgação

A criação da primeira orquestra com instrumentos de sisal faz parte dos novos desafios que o grupo Som do Sisal busca. A última ação foi a sua primeira turnê internacional, devolvendo o sisal ao México em forma de música, com recursos financeiros do Fundo de Cultura, a partir do edital de Mobilidade Artística. O projeto recebeu prêmios de inovação e empreendedorismo (FAPESB 2015; LAUREATE BRASIL, 2016), e ganhou notoriedade através de reportagens nos programas Como Será? e Aprovado, na Rede Globo. O projeto tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura, Secretarias da Fazenda e de Cultura da Bahia. Serão realizadas oficinas de iniciação musical em três cidades (Conceição do Coité, Retirolândia e Valente), e os espetáculos ocorrerão em outras sete cidades, totalizando 50% dos municípios que compõem o Território do Sisal; Santaluz, Serrinha, São Domingos, Ichu, Tucano, Teofilândia e Araci.

 

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