Estudantes de Santaluz desenvolvem projeto para a preservação e uso medicinal de plantas encontradas na Caatinga

21 de ago de 2019 às 10:33 | em: Educação,Região Sisal,Santaluz,Saúde

Foto: Reprodução / Noticias de Santaluz

Os estudantes do curso de Meio Ambiente do Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) do Campo Paulo Freire, localizado na cidade de Santaluz, estão desenvolvendo um projeto voltado à preservação de plantas encontradas na Caatinga, a exemplo da moringa. Segundo o site Noticias de Santaluz, o projeto visa, ainda, contribuir para o reflorestamento da cidade e pesquisar as propriedades medicinais de algumas espécies a exemplo da pata de vaca. A estudante Emile Catiele Bispo Sant’Ana, 16, aluna do 2º ano do curso de Meio Ambiente, fala sobre a importância do plantio dessas mudas para o futuro da população. “Cada ano que passa a natureza vai perdendo espaço para novas construções e as árvores são arrancadas e não se coloca outras no lugar. É importante preservamos o meio ambiente para as gerações futuras. Cada muda que planto imagino que estou fazendo um bem para meus filhos e netos que virão e saberão que foi eu que plantei”, disse em reportagem divulgada pela Secretaria da Educação do Estado. José Vitor Xavier Sena, 15, aluno do 2º ano do curso de Meio Ambiente, fala da sua experiência com o plantio da moringa. “A moringa é uma árvore muito importante em nossa região. Além de dar uma boa sombra, as folhas dela purificam a água. Colocando em um recipiente as folhas e uma água barrenta durante um dia, a água ficara limpa e boa para o consumo. Isto é muito importante para a nossa cidade, que passa por longos períodos de seca”. As propriedades medicinais e de saúde das plantas são abordadas pela professora e orientadora Fernanda Pinho Dantas. “Essas plantas têm papel importante na saúde. As sementes da moringa, por exemplo, têm um alto teor de proteína, além de três vezes mais potássio que uma banana e podem ser utilizadas na alimentação. A cidade de Santaluz precisa de mais arborização nas ruas. Ao tomar conhecimento do projeto, muitos moradores vêm na escola pedir mudas para plantar em casa”, revela. A educadora pretende acrescentar mais espécies de plantas ao projeto, como o Pau Brasil e o Ipê.

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